Gente estou voltando com o blog ao vivo, mas agora feito pelo hangout um programa do youtube.
hoje às 23 horas farei um hangout ao vivo (blog ao vivo) sobre o caso do americano que matou mais de 10pessoas em um cinema nos EUA, e a questão do desarmamento no Brasil, você acha que as pessoas de bem poderiam aqui comprar uma arma, e andar armados sem as restrições impostas pela atual legislação ?
Para você participar e assistir clique no link abaixo ou na imagem, e depois clique no link "As essoas de bem poderiam andar armados no Brasil ?", como na foto abaixo mostrada pela seta vermelha , no exemplo abaixo aparece a palavra "teste".
Você também pode participar, basta ter uma conta no Gogle +, enviando comentários pelo vídeo ao vivo que aparecerá.
Participe, e faça as suas perguntas, a sua participação é muito impornate, será você que fará as perguntas, elas são livres, e todas serão respondidas.
Atenção não estou fazendo o hangout na minha conta do Youtube, por que ela foi sinalizada por radicais, mas o vídeo depois será postado no meu canal no youtube. .
Uma triste notícia, mais uma vez várias pessoas foram assassinadas por um maluco nos Estados Unidos.
Muito se fala em "desarmamento", aqui no Brasil você é favor do desarmamento, ou que as pessoas tenham o direito de comprar armas similar ao que acontece nos EUA ?
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Reprodução do jornal O Globo online
DENVER, Estados Unidos - O suposto atirador que matou ao menos 12 pessoas e deixou quase 40 feridos na estreia de "Batman - O Cavaleiro das Trevas ressurge" em um cinema da cidade americana de Aurora, periferia de Denver, no Colorado, foi identificado como James Holmes, de 24 anos. O suspeito foi preso no estacionamento do shopping de Aurora com armas e não tem histórico criminal, informou a polícia. O motivo do ataque ainda não foi revelado.
Segundo a polícia, Holmes não teria nenhum vínculo com terrorismo. O americano disse em depoimento que teria bombas em sua casa, mas policiais não encontraram nenhum explosivo na residência. Investigadores estão interrogando parentes e amigos do suspeito para saber mais sobre seu passado. Ele teria entrado em uma das salas pela saída de emergência com duas pistolas, um fuzil e uma espingarda.
A princípio, a imprensa americana falou em 14 mortos e ao menos 50 feridos. Algumas horas depois, autoridades abaixaram o número de mortes para 12 e disseram que havia 38 feridos. Entre os feridos, estaria um bebê de três meses e um menino de 6 anos, que, segundo testemunhas, teria levado um tiro.
O incidente aconteceu no shoppingCentury Aurora, que conta com 16 salas, na periferia da capital do Colorado. Segundo testemunhas, as pessoas demoraram um pouco para entender que havia um tiroteio dentro do complexo de cinemas, porque achavam que o barulho era do próprio filme, em alguma sala ao lado. O criminoso, que usava uma máscara de gás e um colete à prova de balas na hora do tiroteio, teria atirado bombas de fumaça antes de disparar, para impedir a visibilidade das pessoas dentro do cinema. A polícia encontrou um explosivo em uma das salas.
- O tiroteio começou durante uma cena com tiros no filme, e, no início, achávamos que era um efeito especial quando a fumaça subiu (na sala). Quando os disparos continuaram e pessoas começaram a correr, soubemos que algo estava acontecendo - disse uma das testemunhas.
Segundo uma testemunha, o criminoso caminhava lentamente pelo cinema, atirando em pessoas “aleatoriamente”. A tragédia teria durado entre 20 e 40 minutos e teria começado ainda na primeira metade do filme.
Dez pessoas morreram ainda no cinema, e duas chegaram a ser levadas para o hospital, mas não resistiram. Entre as vítimas, duas estariam em estado grave. Pessoas dizem ter visto duas crianças, que teriam 6 e 9 anos, sendo retiradas do local inconscientes. Não há informações sobre o estado de saúde delas. A vítima mais nova, um bebê de três meses, passa bem, informou a imprensa americana.
Na Flórida, o presidente Barack Obama disse estar “chocado e triste com o horrível e trágico tiroteio no Colorado”. O democrata ainda se comprometeu a submeter o culpado pelo incidente à Justiça.
- Todos nós temos o povo de Aurora em nossos pensamentos e preces. Enquanto eles sofrem pela perda de familiares, amigos e vizinhos, nós devem ficar juntos a eles nesses dias e horas difíceis por vir - lamentou Obama, que cancelou em evento de campanha por causa da tragédia.
O ataque desta sexta-feira aconteceu perto da escola de Columbine, onde dois alunos mataram 13 pessoas e depois de suicidaram, em 1999. O massacre chocou o mundo e é até hoje o quarto tiroteio mais mortal em escolas americanas.
Não se sabe se foi Dilma Rousseff quem caiu na armadilha de Eduardo Paes. Ou se foi Paes o iludido pela presidente, numa falsificação com participação também do governador Sérgio Cabral. O fato é que não passou de encenação a inauguração do conjunto habitacional Bairro Carioca, no primeiro dia de campanha das eleições municipais, no Rio de Janeiro, com participação dos três governantes. É certo também que o eleitor foi tratado como tolo: até hoje o local não recebeu nenhum desabrigado pelas chuvas de dois anos atrás na capital, e nem a claque que defendeu Dilma dos manifestantes, naquela sexta-feira, 6 de julho, ronda o canteiro de obras tocado com verbas do Minha Casa, Minha Vida, da União. O evento festivo, na ocasião, era a "entrega de chaves" aos moradores, como consta na convocação feita pela prefeitura.
Na manhã desta quinta-feira, 13 dias depois da inauguração, os únicos no Bairro Carioca, em Triagem, na região central do Rio, eram os operários, vestidos com capacete e botas para enfrentar a lama formada com a chuva. Se alguém caiu na esparrela e tentou se mudar para os prédios, ficou sem luz, sem gás e sem água: pela manhã, funcionários trabalhavam para fazer a ligação das instalações com os apartamentos.
No dia 6, a festa foi montada pelos governos federal e municipal com direito a presença de grande parte do secretariado de Paes e do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. Pipoca, balões e algodão doce foram espalhados pelo bairro para comemorar que moradores de áreas de risco ou desabrigados das chuvas teriam, novamente, uma casa. Primeiro, seriam entregues 460 unidades, nos blocos 1 e 3. Esses são os dois segmentos com as obras em estágio mais avançados. No entanto, ainda não têm condições de receber seus novos donos.
Paes chegou a ser advertido pelo Ministério Público Eleitoral para que não fosse às inaugurações. O prefeito, como contava com um desencontro entre o calendário eleitoral e o período de restrição a inaugurações – que só começava no sábado, um dia depois – manteve os planos. O problema, vê-se agora, não era o prefeito participar de uma inauguração, mas o fato de a presidente e o governador também apresentarem como pronto algo que não está terminado, no primeiro dia de campanha.
No Bloco 1 do Bairro Carioca, por exemplo, falta colocar azulejo em algumas partes, como nas escadas. O entulho precisa ser retirado, principalmente do térreo. Os móveis ainda têm de ocupar os espaços vazios, como as salas dos apartamentos. Operários que vão e vem não cessam de listar coisas ainda por fazer no Bairro Carioca, sobretudo nos blocos vizinhos. “Estamos no arremate final”. “Estou colocando a textura nas paredes”. “Farei a ligação do gás com as casas”. “Precisa tirar a terra da frente dos prédios”, dizem os trabalhadores.
Do lado de fora, mas ainda dentro do conjunto habitacional, parte da grama que enfeita a entrada dos blocos está sendo colocada. Uma quantidade de terra no entorno dos prédios denuncia que o Bairro Carioca ainda não está apto a receber seus moradores. Pias e privadas empacotadas foram posicionadas à frente dos primeiros blocos. Em uma andança pelo local, se esbarra também com poças d’água, janelas com tinta nos vidros e buracos para a criação de bueiros.
O bloco 5, cuja inauguração não estava prevista para o dia 6, fica próximo aos apartamentos que deveriam ter sido entregues. Na frente desse módulo, uma barreira de terra dificulta a passagem. Dentro, um amontoado de entulho e de material. Em todos os blocos onde o formato de uma casa está próximo, a fiação fica à mostra. Serão os novos moradores os responsáveis por colocar luz e chuveiro.
Por enquanto, o som do Bairro Carioca é de batidas dentro dos apartamentos, conversa entre os operários e, às vezes, de um pagode cantado pelos trabalhadores. Quem está lá todos os dias relata que os novos moradores passam no local para saber como estão suas casas. Por enquanto, nem é preciso entrar para perceber que a obra continua.
Segundo a prefeitura, não há nada fora do previsto e a ida dos moradores ocorrerá ainda este mês. No dia 12 houve uma reunião entre o executivo municipal e os novos habitantes do Bairro Carioca para acertar detalhes da mudança.