A Deputada Cidinha Campos (PDT) fez algo surreal hoje, indignada e revoltada com um vídeo feito pelo Vlogger Daniel Fraga postou em seu twitter que o processará civilmente e criminalmente como fez comigo.
A minha total solidariedade e apoio ao Daniel Fraga, principalmente por que este vídeo que deixou a Cidinhha Campos revoltada foi feito em meu apoio.
Se não bastasse as ameaçass feitas pela Deputada Cidinha Campos (PDT) ao Vlogger Daniel Fraga de ameaçá-lo, ela divulgou todos os dados pessoais do rapaz, inclusive de sua mãe na internet.
O que a mãe do Daniel Fraga tem a ver com isso ?
O que é isso companheiro.
Amanhã postarei maiores informações sobre esse assunto, mas essa conduta da Cidinha campos (PDT) foi uma afronta a liberdade de expressão e da internet, e todos os blogueiros e vloggeres não podem deixar isso barato, temos que fazer uma campanha como jamais se viu na internet para banir essa mulher da vida pública.
Para voçês entenderem a covardia feita pela Deputada Cidinnha Campos (PDT), basta acessar o twitter dela abaixo, e verem o que ela escreveu sovree o Daniel Fraga e sua família, aproveitem e mandem muitas mensagens para ela.
A DeputadaCidinha Campos (PDT) é uma "privilegiada", entrou no dia 30/05/2012 com um processo criminal contra mim (Blogueiro Ricardo Gama), a audiência já foi marcada para o dia 14/06/2012 no Fórum da Barra, e hoje à noite o Oficial de Justiça já bateu na minha porta para me citar.
Sinceramente, eu nunca tinha visto uma justiça tão rápida !
Será que essa é a mesma justiça para o cidadão comum ?
Mas o pior, foi quando eu li a queixa-crime, e vejo que a Deputada Cidinha Campos (PDT), mente descaradamente para a justiça, tentando se fazer de vítima.
Que vergonha Deputada Cidinha Campos (PDT), a Senhora a Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da ALERJ mentir para a justiça ?
Amanhã postarei aqui a queixa-crime, e provarei a cara de pau da DeputadaCidinha Campos em mentir para a justiça, e tentar prejudicar "gratuitamente" o Blogueiro Ricardo Gama, no caso eu.
Mas o advogado criminalista que estava cuidando do meu processo criminal onde sou acusado pelo Deputado Estadual André Lazaroni (PMDB) de difamação RENUNCIOU, ou seja, estou sem advogado nessa área, conforme cópia do despacho abaixo do MM Juiz.
Quanto aos processos cíveis propostos pelos Deputados Estaduais André Lazaroni (PMDB) e Cidinha campos (PDT) são outros advogados, e estes estão firmes e fortes ao meu lado.
Mas agora tem outro processo criminal, o da Deputada Cidinha Campos (PDT) que ela move contra mim, me acusa de, coitada, tê-la injuriado.
E a questão é, não posso sair de casa por ordens médicas e por questão de segurança, e estou sem advogado na área criminal para me assistir, e já tenho duas audiências na semana que vem, no mesmo dia, e quase na mesma hora.
É impressionante, o inquérito que apura o meu atentado, onde tomei seis tiros por causa desse blog mofa em alguma gaveta da 12ª Delegacia de polícia, está totalmente parado, com todo o respeito, nem o delegado de polícia me atende.
Por outro lado, os processos dos Deputados Estaduais André Lazaroni (PMDB) e Cidinha campos (PDT) para me ferrarem não andam, eles voam, são mais rápidos do que a luz.
São tão velozes que impressionam, queria eu que o cidadão comum tivesse uma justiça tão eficiente dessa.
A pressão é tão grande para ferrar o Blogueiro Ricardo Gama, no caso eu, que as audiências são marcadas para o mesmo dia, e quase no mesmo horário, detalhe, uma no Fórum da Barra da Tijuca e outra na Ilha do Governador, conforme comprovado abaixo.
Como eu poderei estar em dois locais um tão longe do outro e quase no mesmo horário ?
Isso sem dizer que estou de repouso absoluto por ordem médica, não podendo sair de casa por causa da cirurgia que eu fiz na cabeça.
Mas é isso, temos duas justiças no Rio de Janeiro, uma para o cidadão comum, e outra para as pessoas de poder, e aí ?
Reprodução de parte do despacho do Exmo. Juiz, marcando a minha audiência no processo onde o Deputado Estadual André Lazaroni (PMDB) acusa o Blogueiro Ricardo Gama, no caso eu, de ter cometido crime de difamação (crime eleitoral), a audiência foi marcada para o dia 14/06/2012, às 11:00 horas, Fórum da Ilha do Govermador.
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Reprodução do site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, processo onde a Deputada Cidinha Campos (PDT) acusa o Blogueiro Ricardo Gama, no caso eu, de ter cometido crime de injúria, a audiência foi marcada para o dia 14/06/2012, às13:30 horas, Fórum da Barra da Tijuca.
Ontem o outro Oficial de Justiça bateu a minha porta, com a denúncia que o MP ofereceu contra mim (reproduzida abaixo na íntegra).
Vamos aos fatos, essa postagem é meio técnica, mais direcionada para pessoas ligadas ao ramo do Direito, mas tentarei ser muito sucinto e claro.
Por decisão judicial não posso escrever certas palavras sobre o Deputado Estadual André Lazaroni (PMDB) no blog, mas nada impede que eu reproduza peças de um processo que não estão sob segredo de justiça.
O MP ofereceu denúncia crime contra mim por suposto crime de difamação (crime elitoral), e o juiz aceitou. Vejam abaixo o "motivo" pelo qual eu fui denunciado !!!
Reprodução de parte da denúncia do MP (íntegra abaixo).
Leram acima o motivo pelo qual eu fui denunciado ?
Agora me antecipo, e vejam parte do o que a Revista Veja publicou que eu postei no meu blog.
Leram o que a Revista Veja publicou sobre as eleições em 2010 na Favela da Rocinha ?
Está diferente do que eu postei no meu blog ?
Continuando com outra parte da denúncia do MP.
O MP acima ainda para sustentar a sua denúncia, se baseia no meu depoimento a Polícia Federal, que é totalmente NULO, já que tive o meu direito de defesa cerceado, fui indiciado apenas por que me "calei', na verdade, queria que constasse nos autos a minha resposta na íntegra. E depois o Delegado da PF devido a esse pequeno conflito, que faz parte do direito, me proibiu de ser ouvido, tudo foi devidamente registrado.
Dê PAUSE na rádio acima, e veja barbaridade que aconteceu no meuinterrogatório, que o MP usa.
Se o inquérito é nulo, o que se comprova acima, todo o resto do processo também é NULO.
por fim, com todo o respeito ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, e conforme as matérias abaixo da Folha de São Paulo e da Revista Veja, eu NÃO cometi crime algum, apenas reproduzi em meu blog matérias que já eram de conhecimento público por terem sido amplamentenoticiado pelos citados meios de comunicação.
Mas não temo a verdade, tomei seis tiros e não morri, isso eu tiro de letra. Acredito na justiça.
Deixe o seu comentário ao final, eu cometi algum crime ?
Não deixem de ler ao final as matérias da Folha de São Paulo e da Revista Veja que eu publiquei, que comprovam que eu não cometi crime algum, apenas reproduzi matérias da imprensa em meu blog.
Clique nas imagens para AMPLIAR.
Reprodução da denúncia oferecida contra o Blogueiro Ricardo Gama e aceita pelo MM Juiz.
Despacho do MM Juiz aceitando a denúncia, marcando audiência, e propondo eventual suspensão do processo.
Recuperar a Rocinha de 40 anos sob domínio de bandidos vai levar tempo. Mas alguns efeitos rápidos do fim do ‘reinado’ do traficante Nem e de seus antecessores na dinastia do tráfico são surpreendentes. A ocupação policial que tem pouco mais de 15 dias fez surgir na favela uma geração de pré-candidatos a vereador, que planejam disputar as eleições de 2012. Nas últimas duas eleições, em 2008 e 2010, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, incorporou às ‘leis’ do tráfico regras também para a política. E só candidatos autorizados por ele puderam fazer campanha na favela. Quem mora lá sequer ousava se lançar sem o aval e a bênção da quadrilha. Depois da prisão de Nem, já são 10 os pré-candidatos. Este é o número de filiados a partidos que manifestaram intenção de concorrer e disputar, sem repressão, os votos em uma população que pode beirar os 200 mil moradores – são 80 mil segundo o Censo de 2010, mas números atualizados estão sendo processados pelo IBGE.
Algumas figuras são mais conhecidas. William Oliveira, presidente da associação de moradores entre os anos de 2004 e 2007, já concorreu a uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PRB. Conhecido como “William da Rocinha” não tem certeza se tentará o legislativo municipal. Procurado por vários interessados em disputar o pleito do próximo ano, a certeza de William é de que haverá mais opções de candidatos de dentro da favela do que em 2008, quando o tráfico apoiou o nome de Luiz Cláudio de Oliveira, o Claudinho da Academia – morto em 2010, de enfarte. William chegou a ser preso em 2005, por associação para o tráfico. A prisão preventiva foi revogada pela Justiça.
Na última eleição para a Câmara dos Vereadores, a ditadura imposta por Nem vetou concorrências a Claudinho. E o resultado da votação deixou clara a força do voto no morro – e o poder perverso que o tráfico exercia: Claudinho ganhou a eleição com pouco mais de 11 mil votos, quase todos da Rocinha. Em 2008, a ordem para votar em Claudinho era clara o suficiente para também afastar os candidatos que não eram moradores da favela. Naquela eleição, para tentar impedir a formação de currais eleitorais em favelas do Rio e a interferência de traficantes e milicianos no pleito, foi realizada a Operação Voto Livre, da Polícia Federal, que resultou na prisão de candidatos acusados de ligação com o crime – uma delas CarminhaJerominho, que concorria pelo PT do B, filha do ex-vereador Jerônimo Guimarães (ex-PMDB), preso acusado de comandar uma milícia na zona oeste do Rio.
A interferência dos bandidos da Rocinha não se limitou às eleições municipais. Em 2010, na Vila Canoas, um pequeno conjunto de casas próximo à Rocinha, a uma semana da eleição, a propaganda de Marcelo Itagiba, que tentava se reeleger deputado federal pelo PSDB, foi retirada por ordem de Nem – a de outros dois candidatos foi mantida. Entre os que puderam fazer campanha na Rocinha e na Vila Canoas estão André Lazaroni (PMDB) e Marcelo Sereno (PT).
A interferência do crime na política criou, assim, uma linha divisória imaginária, mas fortíssima, que separou o morro do asfalto. E mesmo candidatos com tradição de votação naquela região não puderam fazer campanha na Rocinha. Foi esse o caso da vereadora AndreaGouvêa Vieira, do PSDB. Com boa votação na favela em 2004, Andrea não pôde fazer campanha na última eleição. “Não colocávamos os pés lá. Ninguém se aproximaria de nós, porque depois o morador era cobrado. Se fôssemos, estaríamos pondo em risco até quem viesse nos ajudar”, diz Andrea.
Em janeiro do ano passado, Claudinho foi acusado pelo Ministério Público de ter coagido moradores. No meio de 2010, o vereador foi encontrado morto, e deixou como lembrança uma eleição imposta pelos desmandos de Nem. A Rocinha é local estratégico para as eleições a vereador. Em 2004, antes de Nem assumir o comando, o tráfico não teve candidato e não se tem notícia de interfência no pleito. O resultado foi uma quantidade expressiva de postulantes à Câmara dos Vereadores na Rocinha. “Éramos cerca de 200 candidatos trabalhando lá dentro. Sempre foi uma favela que nunca teve um único candidato. Já em 2008, foi completamente fechado”, explica Andrea.
Adelson Guedes, de 49 anos, saiu da Paraíba em busca de emprego no Rio. Ele é um dos que quer tentar a vereança agora que o tráfico foi enfraquecido. “Minha campanha será focada no povo nordestino. Minhas promessas são lutar por melhorias na saúde, educação e acessibilidade na Rocinha”, explica ele, que migrou do PMDB para o PSL. Adelson foi um dos poucos que fez frente a Claudinho em 2008. Ele não chegava a ser uma ameaça à candidatura do nome escolhido por Nem e por isso afirma que as intimidações não foram tenebrosas a ponto de fazê-lo desistir. Com a pressão para a Rocinha votar em Claudinho, Adelson conseguiu apenas 932 eleitores.
Leonardo Mota, de 36 anos, mais conhecido como MC Leonardo, também disputará um lugar na câmara em 2012 pelo PSOL. “Quero discutir a cidade através da cultura. Tenho a ideia de fazer a estação do funk, um espaço para esse estilo de música, assim como tem para o samba e para o forró. Acho que não adianta fazer política da Rocinha para a Rocinha. Os líderes precisam respirar o ar de fora”, explica Leonardo que há cinco anos saiu da favela, onde moram seus pais e amigos. O MC é conhecido pelo Rap das Armas, uma das trilhas de Tropa de Elite, e é um rosto conhecido na favela.
Antonio Ferreira de Mello, 59 anos, apelidado de Xaolin, é do PC do B e também tentará um cargo em 2012. Ele ainda não sabe se tentará a Câmara ou a prefeitura. A legenda ainda não definiu a estratégia. “São dois milhões de moradores de favela na cidade do Rio que querem ser protagonistas. Isso corresponde a 30% da população do município”, argumenta Xaolin, que foi presidente da associação de moradores em 2009. Ele assumiu após Claudinho da Academia deixar o posto para se tornar vereador. Pouco depois, no entanto, teve que deixar a presidência.
Associação – Xaolin diz que sua saída foi por motivos particulares, mas o que se ouve na Rocinha é uma versão escabrosa. Por não seguir as diretrizes de Claudinho, o tráfico teria apontado as armas para ele, forçando-o a abrir mão do cargo. Assumiu, então, Leonardo, que não era da chapa naquela época. Leonardo saiu vencedor na eleição ocorrida no final de outubro para a associação. O tráfico antecipou o pleito para antes da ocupação policial como forma de garantir uma gestão aliada com os seus interesses.
Os moradores agora pedem outra eleição para a associação de moradores. É o começo do sentimento de liberdade que permite demonstrar insatisfação com o legado do tráfico. Eles querem melhorias para o lugar onde moram, carente de higiene, saneamento e saúde. O próximo ano será um momento-chave para o fortalecimento da vida política na Rocinha que, além de ocupada pelas forças de segurança, poderá votar livremente e eleger candidatos cujas bandeiras incluam a favela. É a volta da democracia interrompida, sobretudo, com o domínio do morro por Nem.
A Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro recebeu denúncias de que o narcotráfico age na favela da Rocinha para eleger o sucessor de um político que morreu em junho e que era, segundo o Ministério Público, apoiado pelo chefe dos traficantes.
O caso foi encaminhado à Procuradoria da República Eleitoral, que irá apurar se o deputado estadual André Lazaroni (PMDB), candidato à reeleição, tem privilégios na favela em relação a seus concorrentes. Ele nega.
"Existem denúncias de que só ele poderia fazer propaganda de estadual lá", declarou o juiz Paulo César Vieira. O juiz recebeu um jornal de campanha de Lazaroni, além de fotos, em que só aparecem placas do peemedebista em meio a de candidatos a deputado federal.
Com tiragem de 20 mil exemplares, o jornal aponta Lazaroni como sucessor de Claudinho da Academia. Vítima de infarto, Claudinho tinha sido eleito vereador pelo PSDC, obtendo na zona eleitoral da Rocinha 8.000 do total de seus 11.513 votos. Neste ano, ele sairia candidato a deputado estadual.
DENÚNCIA
O Ministério Público Eleitoral chegou a denunciar Claudinho em janeiro por suposto uso de violência e de ameaçar eleitores.
Ele participou, segundo o Ministério Público, de reunião com o chefe do tráfico da Rocinha, Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.
No encontro, Nem teria ameaçado cerca de cem pessoas e dito que só havia um candidato a vereador na favela, Claudinho, e que nenhum outro poderia fazer campanha na comunidade.
O suposto esquema foi adotado nas eleições deste ano, segundo o candidato a deputado estadual Adelson Guedes (PMDB).
"Lazaroni encontra todas as facilidades. É a associação de moradores junto com todos os poderes que você possa imaginar. A associação manipula o tráfico e andam como uma corja só", declarou o candidato.
ASSOCIAÇÃO
O presidente da UPMMR (União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha), Leonardo Rodrigues Lima, 46, nega a acusação.
"O tráfico [de drogas] aqui não se mete no trabalho da associação. Eu sou casado. Tenho dois filhos. Eu jamais trabalharia na associação se tivesse interferência de alguém do tráfico. Eles fazem o trabalho deles. Eu faço o meu", disse Lima.
Na segunda-feira, Lima acompanhou a Folha pelas ruas na entrada da favela e apontou placas de outros candidatos a deputado estadual. "Aqui entra e sai qualquer candidato", disse.
Somente Lazaroni, porém, tinha uma estrutura com cabos eleitorais uniformizados com a camisa de campanha de Claudinho a vereador.
Na semana passada, a Folha já havia percorrido a estrada que corta a Rocinha. No alto do morro predominam placas de campanha de Lazaroni.
OUTRO LADO
O deputado André Lazaroni (PMDB) diz não ter relação com o tráfico: "Político não nega votos: as lideranças que trabalhavam para o Claudinho me adotaram, e aceitei. O que estou fazendo lá é apoiar a comunidade. Não conheço o trabalho parlamentar dele, mas ele fez um bom trabalho como líder".
"Não faço acordo com bandidos e acredito nas UPPs criadas pelo governador Sérgio Cabral. Os que criticam o meu apoio é porque perderam espaço lá", disse.
Leonardo Rodrigues Lima, da associação de moradores, nega as acusações: "Os [candidatos] que enganaram a gente não têm o que falar e ficam falando essas besteiras aí. Dizendo "eu fui lá não deixaram entrar". A Rocinha é livre, entra e sai quem quer".