Rádio Blog do Ricardo Gama

terça-feira, 8 de maio de 2012

Ao vivo no blog a partir das 23:00 horas, participe, mande denúncias e notícias para falarmos

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A partir das 23:00 estarei ao vivo no blog comentando algumas notícias.

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Sérgio Cabral a primeira vítima da CPI do Cachoeira, a cabeça já foi degolada, só empurrar que cai

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Sérgio Cabral está em pânico, as más línguas dizem que o moço está se "mijando pela bunda" (caganeira) de tanto medo, mas não tem jeito, conforme a nota abaixo, LALAU é a primeira vítima.

A pergunta é, quem terá coragem de defender LALAU, e se queimar também ?

Em tempo, lugar de bandido é na cadeia.

Reprodução da Revista Veja, Coluna Lauro Jardim


A CPI mista do Cachoeira ainda nem começou efetivamente a trabalhar, mas a cúpula do PMDBcontabiliza os estragos causados no partido. Para um graúdo peemedebista, Sérgio Cabral já é considerado a primeira vítima do escândalo Cachoeira.

Com a futura convocação de Cabral na pauta da CPI, a avaliação do partido é que as coisas ainda irão piorar muito:

- Agora que começou, essa CPI virou um rastilho de pólvora aceso: para apagar o fogo alguém vai ter que se queimar. E quem é que tem coragem de se queimar?

por Lauro Jardim.

Sérgio LALAU Cabral em pânico, tenta evitar a sua convocação na CPI do Cachoeira

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Desculpa aí LALAU, mas, com certeza, você será convocado, caso contrário, será antecipada a "primavera árabe" no Rio de Janeiro.

Reprodução da Folha de São Paulo



O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), procurou a cúpula do seu partido em busca de apoio para evitar que seja convocado a prestar esclarecimento à CPI do Cachoeira sobre suas relações com a construtora Delta, um dos alvos da comissão.

Dois requerimentos foram apresentados à CPI pedindo a convocação de Cabral depois da divulgação de fotos e vídeos em que ele aparece ao lado do dono da empresa, Fernando Cavendish, em Paris e Monte Carlo.

A Delta entrou na mira da CPI porque investigações da Polícia Federal mostraram ligações entre ela e o empresário Carlinhos Cachoeira, preso sob a acusação de explorar jogos ilegais e comandar um esquema de corrupção.

Os requerimentos que pedem a convocação de Cabral devem ser votados no dia 17 e podem ganhar força se a Procuradoria-Geral da República abrir investigação sobre o governador e a Delta.

O blog do jornalista Josias de Souza informou ontem que o procurador Roberto Gurgel fará uma análise preliminar dos negócios do governo com a construtora.

Segundo o blog, Gurgel também decidiu pedir ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) que investigue o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que também manteve relações com Cachoeira nos últimos anos, segundo a PF.

A Folha apurou que o governador do Rio procurou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), além de membros do PSDB, partido ao qual foi filiado anteriormente.

A assessoria de imprensa de Cabral afirmou à Folha que o governador "mantém diálogo com lideranças nacionais e regionais do PMDB", mas não quis fazer comentários sobre o teor de suas conversas mais recentes.

O movimento de Cabral surtiu efeitos ontem. "Não é uma CPI social para investigar jantar de governador", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).

"Você acha que deve se convocar um governador só porque foi a Paris? Tem gravações dele com Cachoeira? Também não há nada contra o Cavendish", afirmou o deputado Candido Vaccarezza (PT-SP), que dita a posição do PT na CPI.

Nesta semana a CPI vai ouvir em sessões fechadas dois procuradores e dois delegados que participaram das investigações sobre o grupo de Cachoeira. (andreza matais, erich decat e gabriela guerreiro)
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E agora Conselho Superior do MP, vão investigar ou servir ao Sérgio Cabral ?

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Não sou eu quem disse que o Conselho do MP vai "servir" o Governador Sérgio Cabral, mas essa é a preocupação dos Conselheiros, conforme a matéria abaixo.

Lembrando que ao contrário do MP Estadual, o Federal está investigando os contratos da Delta com Sérgio Cabral por terem achado indícios de irregularidades.

A conferir.

Reprodução do jornal O Dia on line

Rio - Está nas mãos do Conselho Superior do Ministério Público a decisão do procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, de arquivar as investigações sobre supostas irregularidades provocadas pela amizade entre o governador Sérgio Cabral (PMDB) e os empresários Fernando Cavendish e Eike Batista. E agora a possibilidade de o governo beneficiar, principalmente, a Delta Construções voltou a ser o centro das atenções após fotos e vídeos mostrarem Cabral com Cavendish, dono da empreiteira, em confraternização em Paris e a revelação criou uma saia justa no Ministério Público.

Conselheiros ouvidos pelo DIA estão preocupados com a possibilidade de a instituição ficar com a imagem de servir a Cabral em vez de investigá-lo. Mas, para o procurador-geral de Justiça, as fotos e vídeos não trazem novidades para o caso. “O governador nunca negou a amizade com o Cavendish. Estou convicto de que não há nenhuma prova de improbidade administrativa e de que o meu arquivamento será mantido”, afirmou Lopes.


O arquivamento está nas mãos da procuradora Dirce de Abreu. Além dela, outros oito procuradores vão votar para reabrir ou não o caso. Se for reaberto, as investigações ficarão a cargo do procurador mais antigo, o decano Carlos Antônio Navega. Mas o julgamento ainda não tem data definida.

Perigo na pista, Curva do Calombo na Lagoa, cadê a Prefeitura do Rio, alô Eduardo Paes

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Reprodução do jornal O Globo, coluna Ancelmo Gois

TÁ TUDO DOMINADO ! Escutas sugerem contato do grupo de Cachoeira com novo presidente da Delta Carlos Alberto Verdini

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Reprodução da Folha de São Paulo

Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal sugerem que o grupo do empresário Carlinhos Cachoeira também manteve contato com o executivo que passou a dirigir a Delta Construções depois que vieram à tona as ligações da empresa com Cachoeira.

Carlos Alberto Verdini assumiu a presidência do conselho de administração da Delta há duas semanas, depois que o dono da empresa, Fernando Cavendish, se afastou junto com um de seus principais executivos, Carlos Duque Pacheco.

As investigações da PF indicam que Cachoeira atuou nos últimos anos como representante da Delta em vários Estados, ajudando a negociar contratos obtidos pela construtora.

No dia 12 de abril de 2011, o sargento da reserva da Aeronáutica Idalberto Araújo, o Dadá, disse ter proximidade com Verdini, numa conversa com o policial Marcello de Oliveira Lopes, o Marcelão.

Segundo a PF, Dadá é um araponga que tinha papel central no grupo de Cachoeira: ele atuava em benefício da Delta no Centro-Oeste e trocava telefonemas frequentes com o então diretor regional da empresa, Cláudio Abreu.

"Eu estou ligando pro Verdini, e o Verdini também é outro cara que fala a verdade. Eu não estou conseguindo falar com o Verdini. Verdini é a coroa lá do comercial, entendeu? Ele foi sargento da FAB, a gente criou uma amizadezinha com ele", diz Dadá a Marcelão, que buscava ajuda para que a Delta contratasse sua empresa de publicidade.

"Ele está abaixo do Cláudio [Abreu], mas ele mora no Rio, conhece todo mundo, tem uma força. Mas tem menos força de que o Cláudio", diz Dadá. Um dia antes desse diálogo, Dadá já havia contatado o advogado Gustavo Henrique Caputo Bastos, que atuava para a Delta, para saber onde estava Verdini.

"Sabe se o Verdini tá na área, cara?", perguntou Dadá. Caputo diz que não sabia.

A Delta nega que Verdini tenha amizade com Dadá. Cavendish, o dono da empresa, tem procurado transferir para Cláudio Abreu a responsabilidade pelo envolvimento da Delta com Cachoeira.

Mas as gravações da PF sugerem que Cavendish e Pacheco sabiam da relação entre Abreu e Cachoeira.

No caso de Pacheco, as escutas revelam que ele teve encontros com Cachoeira, com a participação de outras pessoas. Numa dessas ocasiões, também esteve presente o diretor da Delta para a região Sul e São Paulo, Heraldo Puccini Neto.

No caso de Cavendish, há indícios de que o executivo tinha ciência da atuação de Cachoeira em favor da Delta. Um almoço entre ele e Cachoeira foi marcado em Brasília, mas Cachoeira não pôde ir.

Será que tem algum Ministro de alguma "alta corte" na lama do bicheiro Carlos Cachoeira ?

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Quem acompanha o noticiário da CPI do Cachoeira, sabe que a toda hora se fala o nome de um ministro aqui, e ali, vejam a nota abaixo do Elio Gaspari.

Vai dar merda, pelo "andar da carruagem", com certeza, tem ministro de alguma "alta corte" na lama do Cachoeira.

Vamos aguardar.

Reprodução da Folha de São Paulo, coluna Elio Gaspari

Pelo andar da carruagem dos grampos de Carlinhos Cachoeira, faria bem aos ministros das altas cortes de Brasília passar os olhos pelo que aconteceu com o juiz Abe Fortas, da Suprema Corte dos Estados Unidos.

Em 1968, o presidente Lyndon Johnson anunciou sua decisão de nomear o amigo Abe, que estava na corte, para presidi-la. (Lá a função é vitalícia.) Descobriu-se que Fortas recebera US$ 20 mil de um milionário delinquente por serviços jamais especificados. Ele foi obrigado a renunciar e, mais tarde, apareceu um grampo mostrando que Fortas batalhara pelo patrono na Casa Branca.

Barbaridade ! Procurador-geral Cláudio Lopes de Justiça do Rio não vê razão para investigar relação entre S´[ergio Cabral e Cavendish

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O nobre Procurador Geral parece que se "esqueceu" das dezenas de contratos "sem licitação" que a Delta ganhou de Sérgio Cabral, exatos R$ 230 milhões, conforme ao final da matéria.

Mas fazer o que, se o Procurador Geral Cláudio Lopes não viu nada de errado ?

Quem sabe o Conselho Superior do MP não pensa ao contrário ?

Detalhe, o MP ao menos Federal está pensando sim ao contrário, e já começou a investigar os contratos da delta com o Governo do Sérgio Cabral.


Reprodução da Veja on line, Reinaldo Azevedo

Por Leslie Leitão, na VEJA Online:
“O que essas fotos evidenciaram, na verdade, todos já sabiam, que era a relação de amizade entre o Cabral e o Cavendish. Mas neste momento é uma coisa política, e muito mais uma questão de natureza moral, que o povo pode considerar eticamente questionável, mas não vejo improbidade

Duas semanas depois de arquivar a investigação aberta no Ministério Público para apurar as relações entre Sérgio Cabral e empresários - Fernando Cavendish, da Delta Construções, e Eike Batista, do Grupo EBX -, o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio, Cláudio Lopes, falou pela primeira vez sobre as suspeitas que vieram à tona na semana passada, após a publicação de fotos de uma viagem do governador à Europa, no blog do deputado Anthony Garotinho (PR), ex-governador e inimigo político de Cabral. Lopes se disse convicto de sua decisão e alegou critérios técnicos para não levar adiante a questão. Na opinião dele, o que foi revelado em jantares e passeios de luxo pelos mais caros restaurantes e hotéis da Europa é uma questão moral.

“Qual era o objeto da investigação? Saber se o governador, em razão da amizade que tinha com os empresários, havia favorecido um ou outro em contratos públicos. Não existe qualquer prova disso. As empresas do Eike receberam incentivos fiscais como diversas outras. E especificamente com a Delta, os contratos foram ganhos por terem apresentado o menor preço e os aditivos foram todos feitos dentro da lei”, afirmou o procurador. “O que essas fotos evidenciaram, na verdade, todos já sabiam, que era a relação de amizade entre o Cabral e o Cavendish. Mas neste momento é uma coisa política, e muito mais uma questão de natureza moral, que o povo pode considerar eticamente questionável, mas não vejo improbidade”.

Claudio Lopes explicou que sua decisão pelo arquivamento vai ser levada ao Conselho Superior do Ministério Público, que no próximo mês deverá se reunir para definir a questão. O arquivamento pode ser revisto, mas o procurador-geral voltou a frisar que, tecnicamente, não havia o que ser feito. “Ele (Cabral) pode ter sido convidado para o jantar, bebido um vinho caríssimo, comido num restaurante de luxo, mas isso não se insere na lei da improbidade. Se o jantar foi pago por alguém que o convidou, pode ser eticamente questionável, mas juridicamente, não. É a mesma coisa que alguém convidá-lo para uma festa com caviar e champanhe e, claro, ele não vai pagar nada. Mas não quer dizer que você está retribuindo aquele favor, ou que está sendo sustentado por isso”, justificou.

A Delta Construções já recebeu mais de 2 bilhões de reais em contratos públicos no Rio de Janeiro. Deste montante, 1,5 bilhão de reais foram em contratos celebrados desde 2007 (quando Sérgio Cabral tomou posse para seu primeiro mandato), sendo 230 milhões com dispensa de licitação.

Corregedora do CNJ Eliana Calmon recebe Medalha Tiradentes na Alerj

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Muito legal essa homenagem, a Ministra Eliana Calmon merece pelo seu trabalho no combate aos "bandidos de toga", eu fiz questão de estar lá.

Foto Ministra Eliana Calmon, e Deputado Paulo Ramos (PDT) que presidiu a homenagem


Foto Ricardo Gama

Dê PAUSE na rádia cima e veja o vídeo do Hino Nacional, vale a pena.


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Reprodução do Jornal do Brasil


Corregedora Nacional de Justiça e ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a desembargadora Eliana Calmon recebeu nesta sexta-feira (04/05), no plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a Medalha Tiradentes, mais alta comenda do Parlamento fluminense.

A homenagem foi uma iniciativa conjunta de 12 deputados, entre eles o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo (PMDB), em reconhecimento pelo trabalho da ministra à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A ministra tem uma missão árdua, que é fiscalizar seus pares, e tem feito isso com uma dedicação muito grande, sem medo de enfrentar o corporativismo”, pontuou o presidente.

Eliana Calmon emocionou-se com a homenagem, afirmando que serve como estímulo para seu trabalho. “Estou certa de que esta medalha será mais um incentivo na minha vida, para lutar por um Judiciário cada vez mais republicano”, afirmou. A ministra ressaltou, ainda, o fato de receber a homenagem em um local simbólico para a democracia brasileira. “É muito significativo quando uma instituição como a Alerj oferece uma comenda como essa, principalmente porque eu não conhecia pessoalmente nenhum deputado. Por isso me sinto muito feliz e vejo que houve um reconhecimento do trabalho realizado”, destacou Eliana, que ocupa o cargo no CNJ desde setembro de 2010.

A sessão solene de entrega da Medalha Tiradentes à ministra foi presidida pelo deputado Paulo Ramos (PDT), também coautor da homenagem, que ressaltou a importância do conselho, criado em 2004. “A ministra deu publicidade ao papel que cabe ao CNJ, mostrando que não pode existir corporativismo. Magistrado que agir com desvio de conduta, que decidir de forma escandalosa, o CNJ estará de plantão para corrigir. É um controle para que a população possa a cada dia confiar mais na Justiça”, afirmou o pedetista.

Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no estado (OAB-RJ), Wadih Damous também defendeu a corregedora, que teve seu papel questionado no início deste ano pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), polêmica encerrada com decisão favorável ao CNJ por parte do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A ministra encarna perfeitamente o perfil que justificou a criação do CNJ, que serve exatamente para gerar uma proximidade maior entre a sociedade e o Poder Judiciário”, afirmou Damous. Participaram da homenagem ainda o deputado Luiz Paulo (PSDB), que também assina a honraria; o ministro do STJ Adilson Vieira Macabu; o corregedor geral de Justiça do estado, Antônio José Azevedo; o desembargador Siro Darlan; a procuradora-geral do Estado, Lúcia Lea, e o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ),desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos.

São autores da homenagem, ainda, os deputados Gilberto Palmares, Nilton Salomão, Robson Leite e Inês Pandeló, do PT, Janira Rocha (Psol), Jânio Mendes, Bruno Correia e Luiz Martins, do PDT e Samuquinha (PR).

MARACUTAIAS SA: Justiça concede liminar obrigando Prefeito Eduardo Paes a anular concurso Porto Olímpico

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E aí ?

Reprodução do jornal O Globo on line

RIO - O Tribunal de Justiça do Rio concedeu a liminar pedida pelo Ministério Público estadual (MP-RJ) pedindo a anulação do concurso Porto Olímpico, após a constatação de irregularidades na licitação que escolheu o projeto vencedor. No pedido, o MP diz que a prefeitura não pode contratar dois dirigentes do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para o desenvolvimento do projeto, já que o IAB é uma das partes responsáveis pela licitação.

Na decisão, a juíza Maria Teresa Pontes Gazine ressalta que “a participação dos mesmos no certame, além de ferir o princípio da isonomia dos candidatos, macula frontalmente o princípio constitucional da moralidade administrativa".

Após constatar irregularidades, a 7ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo da Capital/Defesa da Cidadania, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), ajuizou ação civil pública requerendo que o município do Rio, o Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) e dois integrantes de seu conselho deliberativo anulem o concurso Porto Olímpico. O concurso, lançado em novembro de 2010, tinha como objetivo escolher a melhor proposta arquitetônica para o projeto de revitalização da Região Portuária do Rio para as Olimpíadas de 2016.

Na ação, o promotor de Justiça Rogério Pacheco Alves requereu liminarmente que a Justiça impeça a contratação dos vencedores e que condene os dois primeiros colocados - respectivamente, João Pedro Backheuser e Flávio Oliveira Ferreira - a restituírem os prêmios recebidos. Os vencedores são integrantes do conselho deliberativo do IAB-RJ, responsável, em conjunto com o IPP, pela realização do concurso. A ação é resultado do inquérito instaurado ano passado, depois de a ouvidoria do MP receber inúmeras reclamações sobre o concurso.

Eleições 2012: Partido dos "artistas" apoia Marcelo Freixo

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Então tá...

Reprodução do jornal O Globo, Ancelmo Gois

Fernando Collor expuslo da presidência por corrupção, agora quer ser o paladino da moral e da ética

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Essa matéria é interessante, mostra quem é o povo brasileiro, lamentável...

Reprodução da Revista Veja on line



O senador Fernando Collor de Mello perdeu o mandato de presidente da República e os direitos políticos em 1992, depois de uma ampla investigação do Congresso. Investido agora na CPI do Cachoeira do papel de tarefeiro dos interesses subalternos dos integrantes do petismo radical, seus antigos algozes, Collor reencarnou-se como autoridade e como defensor da moral e dos bons costumes. Estranho papel. O ex-presidente faria um personagem mais crível se continuasse em sua última linha de defesa, a de raro político que realmente pagou pelos erros que lhe foram imputados. Pagou com a perda da faixa presidencial. A respeito dos crimes de que foi acusado, Collor obteve na Justiça o que mais lhe interessava. Nenhum dos processos criminais contra ele prosperou. Ele poderia passar à história, então, usufruindo esse empate técnico entre transgressão e punição.

No entanto, ao colocar a carranca de investigador, Collor reavivou a memória dos brasileiros sobre seu desastrado fim como presidente. Co­mo pode investigar as pessoas um ex-presidente que levou para dentro do governo federal o esquema de arrecadação de propinas comandado por Paulo César Farias, seu ex-tesoureiro de campanha? PC, como era conhecido, criou uma rede de contas-fantasma que era abastecida com dinheiro extorquido de empresas e usado, entre outras coisas, até para o pagamento de despesas da família do agora senador alagoano. Na Esplanada, Fernando Collor se cercou de um ministro que admitiu ter sido subornado e de outro que recebeu um jet ski de uma empreiteira. À frente do Banco do Brasil, alojou um aliado que se destacou por ameaçar adversários, inclusive fisicamente, e abusar da instituição bancária para espioná-los.

O estilo collorido lançou tentáculos sobre o Congresso. Deputados que se orgulhavam de pertencer à "República das Alagoas" marchavam armados (de revólveres!) pelos corredores da Casa e ainda se gabavam dessa truculenta estratégia de intimidação. Naquele período trevoso compartilhava da intimidade do presidente da República uma figura então corpulenta, que se apresentava como um dos expoentes da "tropa de choque collorida". Seu nome? Roberto Jefferson. Ele mesmo, o atual presidente do PTB, que, uma década mais tarde, ajudaria a trazer à luz o escândalo do mensalão, o maior caso de corrupção da história. Fernando Collor estava bem no seu limbo, mas saiu dele para entrar na CPI e piorar ainda mais sua história.
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O BBB da Delta: Fotos e vídeos da FARRA de Sérgio Cabral agitam os salões do high society carioca

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A FARRA de Sérgio LALAU Cabral está em todos os jornais, e colunas, é uma festa para jornalistas e colunistas.

Mas e a Poilícia Federal quando fará a sua "festinha" particular com LALAU ?

Reprodução da Folha de São Paulo

RIO DE JANEIRO - As denúncias envolvendo a empreiteira Delta e suas ligações com políticos ganharam no Rio contornos de um reality show, um BBB das altas rodas.

O motivo: as imagens que o ex-governador e atual deputado federal Anthony Garotinho (PR) vem postando em seu blog. Nelas se acompanha o tour do governador Sérgio Cabral (PMDB), do seu amigo Fernando Cavendish (dono da Delta), de suas mulheres e de alguns secretários de Estado por Paris e Montecarlo.

Em um jantar na casa de um empresário carioca, na semana passada, o computador ficou ligado para que os convidados acompanhassem o blog. A diversão do grupo era identificar quem aparecia nas fotos e lembrar os nomes daqueles convidados para a farra que levou a Paris 150 empresários para o lançamento do "Guia Michelin Rio" e que tinham "escapado" -pelo menos até agora- de ter suas imagens divulgadas.

A grande pergunta era: quem vazou o material para Garotinho? Algumas imagens parecem ter sido gravadas pela primeira-dama; outras, por Jordana Kfuri, mulher de Cavendish morta num acidente aéreo.

Como num romance policial de Agatha Christie, todos são suspeitos. Se Hercule Poirot estivesse entre nós, com certeza investigaria quem teve acesso às imagens feitas por Jordana.

Um colunista social do passado escreveria: não se fala em outra coisa nos salões do high society carioca.

Garotinho volta a atacar: Agora diz que Sérgio Cabral é sócio de acusado de receber propinas

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Sei não, do jeito que as coisas vão, Sérgio Cabral vai terminar esse ano cagando no "boi" (apelido do banheiro da cadeia).

Engraçado ! Sérgio Cabral diz que tudo são "leviandades" mas não mostra uma prova em contrário, por exemplo, por que também não mostra os recibos e comprovantes apesar de dizer que pagou as suas despesas por Paris e Monte Carlos ?

Outra curiosidade, se Garotinho está mentindo, por que Sérgio Cabral não o processa por calúnia e difamação ? Será que LALAU tem medo, de sei lá, não serem mentiras essas acusações ?

Reprodução da Revista Veja on line

O ex-governador e senador Anthony Garotinho (PR) desferiu, neste sábado, mais um golpe contra o governador Sérgio Cabral. Desta vez, utilizou seu blog para tentar ligar o nome de Cabral à Operação Castelo de Areia, de 2009, que investigou lavagem de dinheiro e pagamento de propinas pela construtora Camargo Corrêa. A operação foi considerada ilegal e teve as escutas anuladas pelo Supremo Tribunal de Justiça, que trancou a ação. No entanto, Garotinho afirma ter em mãos o relatório completo da Polícia Federal, que utiliza para mais um ataque ao governador.

Garotinho publica um trecho do que seria o relatório da PF, no qual Carlos Emanuel de Carvalho Miranda consta como um dos possíveis receptadores das propinas distribuídas através de um doleiro. Segundo o ex-governador, Miranda, que foi consultor técnico da Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Rio quando Cabral era o presidente da Casa, é sócio do governador na empresa SCF Comunicações e Participações Ltda. De acordo com sua prestação de contas à Justiça Eleitoral, Cabral detém 90% das cotas da empresa. O terceiro sócio é Ricardo Cota, secretário de Comunicação de Cabral. O endereço da empresa é residencial, e o telefone pertence a um cunhado do governador.

No mesmo suposto relatório da PF, aparece o nome de Wilson Carlos, secretário de governo de Cabral, como outro receptador do dinheiro da Camargo Corrêa. Na edição de ontem do blog, Garotinho já publicara seu nome. O secretário já fora alvo de uma das investidas anteriores do ex-governador. É ele quem posa ao lado de uma Ferrari preta em Paris, na sequência de fotos em que o governador e seus secretários aparecem em comemorações alegres e luxuosas, em companhia de Fernando Cavendish, dono da Delta Construções.

Através de sua assessoria de imprensa, Cabral informou que a empresa SCF Comunicações foi desativada no segundo semestre de 2006, portanto, antes dele assumir o governo, em 2007. A empresa foi registrada no endereço de uma prima do governador, casada com Carlos Emanuel de Carvalho, um dos sócios. Cabral também tentou desqualificar a série de denúncias contra ele, publicadas no blog de Garotinho:

“Mais uma série de leviandades que não merece comentários. Essas falsas investigações que o ex-governador Garotinho publica no blog dele devem ser obtidas a partir de ex-policiais, os que foram expulsos por corrupção do nosso governo”, afirma Cabral.
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Senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlos Cachoeira não economizam com defesa, onde arrumaram a grana ?

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Dois detalhes, o primeiro da onde vem os milhões do senador, governador, e bicheiro para pagar esses brilhantes advogados ?

Segundo, como fazer para que não haja mais erros em inquéritos e processos para beneficiar ladrões e corruptos que tem "milhões" para bancar os mais caros advogados do Brasil ?

Reprodução do O Globo On line.




BRASÍLIA - De Pedro Collor a Roberto Jefferson, todas as CPIs importantes na História recente do país tiveram um grande acusador. Na CPI do Cachoeira, se depender da linha de defesa das renomadas bancas de advogados contratadas pelos clientes envolvidos no escândalo, a resposta será negativa. Os principais acusados, o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, já montaram verdadeiros diques em torno deles mesmos. Os dois contrataram os advogados criminalistas mais caros do país e deixaram claro que não estão dispostos a falar.

Cachoeira, o mais abonado da organização, contratou o influente ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. No início do caso, surgiram rumores de que o rei da jogatina em Goiás desembolsaria a fortuna de R$ 15 milhões pelos serviços advocatícios do ex-ministro. Bastos nega que o cachê seja tão expressivo e diz, em tom de brincadeira, que se ganhasse tanto nem precisaria trabalhar mais. Mas antes de terminar a frase se corrige. Trabalha porque gosta do ofício e não por dinheiro.

Demóstenes, que declara um patrimônio inferior a R$ 1 milhão, também contratou um criminalista de peso: o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, sempre acionado pelos políticos envolvidos em escândalos de corrupção.

Do DEM ao PT, oito entre dez políticos em apuros em Brasília, não importa o quadrante ideológico, têm recorrido ao advogado nos últimos anos. Bastos e Kakay têm uma especialidade em comum: apontar falhas formais em inquéritos, denúncias ou processos judiciais, não importa a gravidade das acusações contra os clientes.

A estratégia dos grandes advogados contratados para atuar na CPI é destacar uma falha, ainda que microscópica, numa investigação e transformar o detalhe periférico numa questão central. Recentemente, Márcio Thomaz Bastos derrubou a Operação Castelo de Areia com o argumento que a investigação começou a partir de uma denúncia anônima. Antônio Carlos de Almeida Castro inviabilizou a investigação sobre o dinheiro apreendido num escritório da governadora Roseana Sarney (DEM-MA) com o pretexto de que a Polícia Federal não poderia agir no caso sem a autorização prévia dos tribunais superiores.

E é isso que Bastos e Kakay tentarão fazer na CPI e nas investigações criminais em curso contra o bicheiro e seus tentáculos políticos. Por recomendação dos advogados, Cachoeira e Demóstenes não vão jogar lenha na fogueira das denúncias contra eles e meio mundo político do país.

— Ele (Cachoeira) não vai falar. Não está nos planos da defesa que ele fale — disse Bastos.

Bicheiro apela outra vez para o silêncio

A estratégia é a mesma já adotada por Cachoeira no inquérito policial. Preso em 29 de fevereiro, o bicheiro se fez acompanhar de cinco advogados ao ser chamado para depor, mas não respondeu a perguntas do delegado Matheus Rodrigues, o coordenador da Operação Monte Carlo.

Kakay também já demonstrou que pretende continuar usando o silêncio como principal peça de defesa. Demóstenes tem evitado rebater as acusações. O senador não quis dar entrevista nem nos momentos mais agudos da crise quando, naqueles instantes de dúvida, poderia invocar a imagem de caçador de corruptos para protestar inocência.

— Não vamos responder pontualmente as acusações até porque achamos que as investigações devem ser anuladas — disse Kakay.

O advogado, que também defenderá o governador Marconi Perillo, nega que tenha sido contratado por R$ 5 milhões, mas não revela os honorários.

Até o deputado Carlos Leréia (PSDB-GO), flagrado em mais de 70 conversas com Cachoeira, já avisou que permanecerá quieto em relação aos negócios do bicheiro. Leréia pediu para depor na CPI, mas só para se defender. Fazer acusações a quem quer que seja está fora de seus planos.

— Não temos essa pretensão porque não há motivo para isso e nem eu permitiria que meu cliente optasse por esse caminho — disse o advogado Getúlio Humberto.

Mesmo com os recados dos advogados, o senador Álvaro Dias (PSDB-GO) acha que, se Cachoeira for mantido preso, poderá fazer alguma declaração intempestiva e impulsionar a CPI.

— Essas pessoas ficam ciclotímicas. Têm a angústia da prisão. E passarinho quando sai da gaiola canta — arrisca o senador.

Barbaridade ! Delta diz que Governo Sérgio Cabral deve R$ 300 milhões a empresa

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Não sei o que é pior, a empresa do compadre do LALaU estar cobrando R$ 300 milhões do Rio, ou Governo Sérgio Cabral nem saber os contratos que tem com a empresa ?

É uma ZORRA TOTAL !!!

Reprodução da Folha de São Paulo


A Delta não está falida. Tem R$ 4,7 bilhões em contratos em execução e R$ 450 milhões a receber de obras já concluídas, dos quais cerca de R$ 300 milhões deveriam ter sido pagos em abril pelo governo do Estado do Rio.

É o que afirma Carlos Alberto Verdini, que substituiu Fernando Cavendish na presidência do Conselho de Administração da construtora, investigada pela Polícia Federal por suposta relação ilícita com Carlos Cachoeira.

"Não é questão de atraso [do Rio]. Acho que é problema de caixa do governo", disse Verdini, 65, à Folha.

Segundo ele, a Delta não ganhou nada "de mão beijada" com a amizade entre Cavendish e o governador Sérgio Cabral (PMDB) e é a "terceira ou quarta" empreiteira em contratos no Estado.

A assessoria do governo do Rio disse que precisa de tempo para levantar valores devidos à Delta e o ranking dos pagamentos a construtoras.


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O que o secretário de "urbanismo" do Eduardo Paes fazia na FARRA com Sérgio Cabral e Fernando Cavendish na Europa ?

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Reprodução do site Claudio Humberto


Até agora não foi explicado o que o secretário de urbanismo, Sérgio Dias, fazia na FARRA com a grana do povo junto com Sérgio Cabral e o dono da Delta.

É simples:

Sérgio Cabral = Eduardo Paes

Ambos estão na sujeira, sem mais.

Em perigo Carolina Dieckmann procurou o"consultor de segurança" Global, Rodrigo Pimentel, mas o moço falhou e fotos foream parar ma imternet

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Bem, a nota abaixo é clara, o "consultor de segurança" da Rede Globo Rodrigo Pimentel falhou, e as fotos da Carolina Dieckman peladas foram parar na internet.

Carolina Dieckmann errou, deveria ter procurado a polícia desde o início, e não Globais metidos a expert, que por sinal, dizem que se mijou de medo em uma operação policial, e acabou resultando na morte de um policial.

Reprodução da Revista Veja, Coluna Lauro Jardim.


Antes de ir à delegacia denunciar a chantagem que vinha sofrendo, Carolina Dieckmann tentou uma alternativa para evitar que suas fotos nuas vazassem na internet. Durante alguns dias, foi orientada por um “consultor de segurança”.

O homem que tomou as rédeas da negociação paralela foi Rodrigo Pimentel, o comentarista de segurança da própria Globo e ex-policial do Bope que inspirou o personagem do capitão Nascimento do filme Tropa de Elite.

Houve uma negociação com o chantagista, com o objetivo de conseguir um flagrante e prender o criminoso. Não deu certo, contudo.

(Atualização, às 10h23: Rodrigo Pimentel ligou para acrescentar que, “durante todo o processo” orientou Carolina a “procurar a Polícia Civil”.)

A FARSA: Decreto do Eduardo Paes "Cidade Limpa" é um golpe, apenas com o objetivo de beneficiar patrocinadores oficiais da Copa 2014

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Me lembrei até da propaganda daquela grande rede de lojas: "Quer pagar quanto ?"

A matéria da Folha de São Paulo abaixo, é clara, a intenção do Prefeito Eduardo Paes com a lei "Cidade Limpa" não é beneficiar o povo, a cidade, ou as paisagens do Rio de Janeiro, mas sim proteger e favorecer os patrocinadores oficiais da Copa de 2014.

Mudando o que eu disse acima, "pagaram quanto" por esse decreto ?

E o MP cadê que não viu isso ?

Reprodução da Folha de São Paulo

A Prefeitura do Rio começou a colocar em prática ontem o "Rio Limpo", versão carioca do "Cidade Limpa", que regulamenta a exposição de publicidade na paisagem urbana. A medida só abrange bairros do centro e da zona sul, áreas nobres da cidade.

O objetivo é claro: limpar o visual para favorecer os patrocinadores da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

A prática visa proteger essas marcas do chamado "marketing de guerrilha", quando outras empresas pegam carona nos eventos.

O decreto 35.507, assinado pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), cria a Zona de Preservação Paisagística e Ambiental 1. Nessa área, que abrange centro e bairros como Copacabana e Ipanema, fica proibida a publicidade em outdoors e painéis em cima de prédios.

Outra proibição é para os anúncios na orla e às margens das lagoas -clara referência à Rodrigo de Freitas.

É nas exceções que fica evidente o objetivo do decreto.

Um dos artigos libera propaganda relacionada a eventos esportivos internacionais, reconhecidos pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Outro ponto permite anúncios com "finalidade desportiva, turística, social, cultural, educativa e referente a evento".

Há até uma remissão a um decreto de 2009, que estabelece que a Prefeitura do Rio deve fiscalizar e reprimir atos que infrinjam os direitos dos patrocinadores da Copa.

Para a vereadora Sônia Rabelo (PV-RJ), Paes não poderia regular a publicidade por decreto, pois já existe uma lei, de 1992, que cumpre esse papel. "Sob a justificativa de proteção da paisagem e do ambiente, ele passa a controlar a propaganda."

Segundo a Secretaria Especial de Ordem Pública, as regiões foram escolhidas por "características turísticas e grande patrimônio natural e ambiental" e as demais áreas devem ter sua legislação revista em cerca de um ano.

Em evento com Lula Sérgio LALAU Cabral foge da imprensa e é blindado até de vaias

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Desculpa aí gente, mas algumas postagens estão atrasadas, mas me sinto na obrigação de publicá-las.

Mas essa matéria do Jornal do Brasil abaixo é muito interessante, mostra como Sérgio Cabral é um FROUXO e COVARDE, continua fugindo da imprensa e está sendo "blindado" até de vaias, vejam que ao contrário de todos, LALAU foi o único apresentado junto com Dilma Rousseff para que não fosse vaiado.

Não adianta Sérgio Cabral fugir, o destino dele é certo, se a CPI do Cachoeira não pegá-lo, o que acho difícil, apesar de toda uma tentativa de blindá-lo, a Polícia Federal o pegará, mas, se ainda assim Cabral conseguir escapar, do povo ele não sairá ileso.

A conferir.

Reprodução do Jornal do Brasil on line

O governador Sérgio Cabral (PMDB) segue em silêncio absoluto desde que vídeos de festas suas com o dono da Delta, Fernando Cavendish, foram divulgadas pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ). Na cerimônia de entrega do prêmio Honoris Causa, ele não fez qualquer discurso e também evitou a imprensa no Teatro João Caetano.

Blindado contra vaias

Ciente de que boa parte do público no local da homenagem era composto por estudantes das faculdades que concediam o Honoris Causa a Lula, Sérgio Cabral entrou blindado para não receber vaias. Enquanto todas as pessoas que ficaram no palco foram apresentadas individualmente, Cabral foi chamado junto de Dilma. Ao invés de vaias, o que se ouviu foram apenas a gritos e saudações para a presidente.

Escândalo da FARRA em Paris de Sérgio Cabral afetará Eduardo Paes nas eleições de 2012

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Foto Sérgio Cabral e Eduardo Paes


Com certeza o povo, e os candidatos cobrarão a fatura da ROUBALHEIRA de Sérgio Cabral nas eleições de 2012, e o devedor é Eduardo Paes, conforme a matéria abaixo.

Aliás, para quem não se lembra, o slogan de Sérgio Cabral e Eduardo Paes é "Somando Forças", e é essa soma que o povo quer, mais roubalheira ?

Lembrando que o secretário de urbanismo do Prefeito Eduardo Paes, Sérgio Dias, estava lá na Europa junto com Sérgio Cabral e a "tropa de vermes", como dito pela Deputada Janira Rocha.

Esse ano o povo tem que ficar ciente que votar em Eduardo Paes é endossar e apoiar as FALCATRUAS e EOUBALHEIRAS de Sérgio Cabral.

Como minha e sempre disse "cada tribo tem o cacique que merece", logo, ao povo caberá a escolha, se querem ter um prefeito bandido ou não ?

Reprodução da Revista Veja on line


A CPI do Cachoeira entra no cenário da pré-campanha como um fator de preocupação para PMDB e PT no Rio. O prefeito Eduardo Paes tende a sofrer abalos em seu favoritismo, saindo da zona de conforto, e tornando a campanha mais turbulenta do que se imaginava até então. A aposta da oposição é de que o alinhamento com o governador Sérgio Cabral, figura da maior importância para a eleição de Paes em 2008, possa agora tirar eleitores do prefeito. Os pré-candidatos ao Palácio da Cidade não falam abertamente em tentar usar o escândalo da Delta contra Paes, mas é evidente que esse momento surgirá no embate entre eles.

O ataque mais franco até o momento partiu do pré-candidato tucano à prefeitura, o deputado federal Otávio Leite. Foi ele quem preparou na terça-feira o requerimento pedindo para que Cabral fosse ouvido na CPI do Cachoeira. Mesmo com a decisão da CPI de deixar os governadores fora de seu alvo inicial, Cabral continua na mira. O PSDB tem reforçado o tom nacional que as campanhas a prefeito devem adotar. E, ao enfatizar no nível municipal a polarização entre PT-PMDB e PSDB, as suspeitas de irregularidades nos contratos da Delta com o governo Cabral se tornam um prato cheio para criticar a forma como os dois partidos vêm conduzindo o país, o estado e a cidade do Rio. Desde que Anthony Garotinho, ex-governador e atual deputado federal,a estreita relaçã divulgou vídeos e imagens que demonstram a estreita relação que Cabral e seus secretários têm com Fernando Cavendish, voltaram à tona as suspeitas de irregularidades nos contratos da Delta com o governo do Rio e o possível favorecimento à empresa do amigo.

“As fotos revelam a inexistência de um padrão ético mínimo que deve ter um governante. Além disso, os valores milionários das obras da Delta no Rio não estão apenas no governo Sérgio Cabral, mas no do Eduardo Paes também”, diz Leite, que na semana passada entrou com representação no Tribunal de Contas da União para que fosse feita auditoria nos contratos da Delta com o governo federal no Rio. Um deles se refere à Transcarioca, da prefeitura, cujas obras foram abandonadas pela Delta após as notícias do envolvimento da empresa com Carlinhos Cachoeira.

O alinhamento entre os governos municipal, estadual e federal foi uma das principais bandeiras levantadas por Paes em sua primeira candidatura a chefe do executivo da cidade. Cabral e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçaram a importância de se ter um prefeito em sintonia com eles. A partir daí, todas as agendas de Lula no Rio ganharam esse tom. Não à toa o slogan do governo Cabral é “somando forças”. A fatura de tamanho entrosamento, no entanto, pode chegar quatro anos depois para Paes: sua imagem está intimamente associada à do governador.

É essa aposta que dá fôlego aos adversários. Outro pré-candidato é o deputado federal Rodrigo Maia, do DEM, que tem como vice a deputada estadual Clarissa Garotinho, filha do inimigo número um de Cabral. Para Maia, a dupla está em maus lençóis. “Há uma relação forte entre Cabral e Paes na cabeça do carioca. Para o eleitor é como se fossem um só. Acreditamos muito que essa aliança, de fato, gerou expectativa, mas não promoveu resultados para a cidade. Muita coisa prometida não saiu do papel”, afirma Maia.

Clarissa é a vice que mais deve aparecer na campanha. Ela, que não foge de um debate com seus adversários políticos na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), acredita não ser necessário reforçar que Cabral e Paes estão no mesmo barco. “Isso envolvendo Cabral vai afetar Eduardo Paes, não por uma conexão que a oposição tente fazer. Eles sempre estiveram juntos. O que um faz ajuda ou prejudica o outro. O secretário de urbanismo do prefeito Eduardo Paes, Sérgio Dias, foi fotografado (em Paris com Cabral, secretários estaduais e Cavendish) participando da farra. A conexão é total”, afirma Clarissa, do PR. Ela acrescenta: “As empresas do governo do estado são as mesmas do município. A Delta não tem contrato sem licitação só com estado, mas com prefeitura: em 14% dos contratos firmados na gestão de Paes houve dispensa de licitação. O arco de aliança de Cabral é o mesmo que Paes monta para ele, com os mesmos partidos, empresários empreiteiros”, diz.

O deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL, que disputa votos para a prefeitura, também está afinado com os outros pré-candidatos no esforço para levar o pleito para o segundo turno. E o jeito, nesse caso, é mirar em Paes. “O que está acontecendo não é um problema particular do governador, mas do modo do PMDB do Rio de governar. As relações da Delta não estão restritas ao governo do Rio, a empreiteira também tem contratos com a prefeitura. Há indicações de Cabral no alto secretariado de Paes, que, inclusive, já apareceu beijando a mão do governador em foto”, afirma Freixo. O deputado entrou, na quarta-feira, com pedido de CPI na Alerj para investigar todas relações da Delta com o governo estadual.

Apesar dos ataques dos pré-candidatos à gestão de Paes, o atual prefeito começa a corrida eleitoral com grande vantagem. Ainda não se sabe o quanto as fotos e vídeos de Cabral com Cavendish na Europa podem afetar a imagem do governador. No outro lado dessa história, Paes poderá capitalizar em seu favor políticas públicas de sucesso de Cabral, como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que beneficiaram principalmente a capital - ainda que em detrimento de outras regiões do estado, onde a criminalidade aumentou. Será preciso esperar para ver para que lado a maioria dos eleitores irá.