A Polícia Civil emitiu uma nota, conforme matéria abaixo, dizendo que o tenente da Policia Militar Bernard Guiseppe Barbosa BiggiCarnevale irá responder pelos crimes de abuso de autoridade e lesão corporal por ter prendido a delegada com algema, como assim ?
Com base em que a Polícia Civil chegou tão rápido a essa "conclusão" ? Corporativismo ?
Foram ouvidas testemunhas do caso, por exemplo, demais Policiais Militares ?
E o arranhão no pescoço do Policial Militar ?
E o fato da Dra. delegada de Polícia estar com a carteira de motorista vencida, e o documento do carro irregular ?
E as suspeitas de que a Delegada Daniela Rebelo estáva dirigindo alcoolizada ? Foram feitos exames de seangue na Dra. Delegada ?
Será que as alegações do Policial Militar não serviram para nada, não tem fé pública ?
Melhor, será que a Delegada Daniela Rebelo responderá por algum crime ?
Leio também que a Corrgedoria vai investigar a conduta da Dra. Delegada Daniela Rebelo, e me pergunto, investigarão igual ao caso daquele delegado de Maricá que foi chamado pelos advogados do traficante Nem e da favela da Rocinha que não deu em nada ?
Isso só pode ser piada, que a Polícia Militar exija respeito, o cumprimento das leis, e que defenda os seus policiais.
Rio - A Polícia Civil emitiu nota neste domingo sobre a confusão envolvendo a delegada Daniela Rebelo, da 19ª DP (Tijuca), durante operação Lei Seca, nesta madrugada, na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. De acordo com o comunicado, o tenente da Policial Militar Bernard Guiseppe Barbosa BiggiCarnevale irá responder pelos crimes de abuso de autoridade e lesão corporal por ter prendido a delegada com algema.
No registro de ocorrência, Daniela é acusada de cometer crime de desobediência e desacato por ter reagido a abordagem do policial durante a blitz.
Ainda segundo a nota, o delegado AlessandroPetralandra, da 16ª DP (Barra da Tijuca), abriu um inquérito para apurar o incidente. O caso vai ser encaminhado à Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro que vai apurar a possível transgressão disciplinar da delegada.
INACREDITÁVEL, o Rio de Janeiro é o segundo estado que mais arrecada dinheiro no Brasil com tributos, taxas e etc, mas mesmo assim Cabral paga o PIOR salário o país para a Polícia Militar, Bombeiros, e a Polícia Civil.
Não acredita, veja a nota abaixo então ?
Depois o povo não reclame quando no dia 10 de Fevereiro os servidores da segurança fizerem GREVE geral !
Reprodução do site CláudioHumberto, clique na imagem para AMPLIAR.
A situação é muito "fácil", uma delegada de polícia se envolve em uma confusão, e pronto, e já surge há dúvida, quem diz a verdade, a Dra. Delegada ou o bravo PM que não se intimidou e fez a lei ser cumprida ?
Vamos aos fatos que sãoincontroversos, ou em outras palavras, que já estão provados:
- A Dra. Delegada de Polícia Daniela Rebelo estava com a a habilitação vencida há um ano, e o licenciamento do carro da "autoridade" estava vencido desde 2009.
Como assim, uma Delegada de Polícia dirige com a habilitação vencida, e o licenciamento do carro irregular ?
Esse é o problema do Brasil, as autoridades que deveriam dar o exemplo, fazem o oposto.
Agora a palavra do BRAVO PM que diz que a Delegada estava visivelmente alterada, e o agrediu é questionada, e posta em dúvida.
Já a Delegada Daniela Rebelo diz que foi abordada com desrespeito e despreparo pela operação Lei Seca. Ela disse ainda que teria sido humilhada e ofendida pelo oficial da PM e que não se recusou a fazer o teste do bafômetro.
E aí ? Quem diz a verdade ?
Com certeza, existem testemunhas, outras pessoas presenciaram o fato, sem dizer que há um arranhão no pescoço do PM.
A questão é que no Brasil tem que se acabar com essa política "de dar carteirada", todos são iguais perante a lei, e a Dra. delegada Daniela Rebelo deveria ser a primeira a dar o exemplo, andando com a habilitação em dia, e idem para os documentos do carro.
Mas uma coisa é certa, esse episódio só vai aumentar a CRISE já agravada entre a Polícia Militar e a Polícia Civil no Rio de Janeiro.
Vamos aguardar os fatos e acompanhar o caso, mas não sei não, eu fico com a versão do PM.
Rio - A delegada Daniele Rebelo, da 19ª DP (Tijuca), se envolveu em uma confusão por volta das 2h30 da manhã deste domingo, na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Ela trafegava na via, na altura do número 1.800, em seu veículo KiaSportage, quando, ao avistar o balão da operação Lei Seca, parou entre a blitz e a primeira viatura da Polícia Militar que dava apoio à operação. De acordo com o tenente Bernard Guiseppe Barbosa BiggiCarnevale, abordada, a delegada deu uma "carteirada", se descontrolou, e arranhou o pescoço dele.
"Ela apresentava visíveis sinais de embriaguez. Estava com olhos vermelhos, cambaleando e com hálito etílico", disse o tenente Carnevale.
Ainda de acordo com o policial, Daniele se recusou a fazer o teste do bafômetro. A habilitação da delegada estava vencida há um ano e o licenciamento do veículo atrasado desde 2009. "Ao ver o descontrole dela, para preservá-la e também a mim, a algemei por cerca de três minutos", disse o PM.
Na 16ª DP (Barra da Tijuca), onde o caso foi registrado, Daniele disse que estacionou o veículo antes da operação para atender o telefone e foi abordada com desrespeito e despreparo pela operação Lei Seca. Ela disse ainda que teria sido humilhada e ofendida pelo oficial da PM e que nao se recusou a fazer o teste do bafômetro.
A delegacia abriu inquérito para apurar as contradições dos depoentes. Daniele prestou depoimento e foi liberada. O tenente realizou exame de corpo de delito no IML, no Centro, no início da manhã deste domingo.
Confusão com ex-modelo
Em fevereiro do ano passado, a delegada Daniele Rebelo foi agredida durante confusão com a ex-modelo e empresária Cristina Mortágua na 16º DP (Barra da Tijuca). Cristina e o filho - fruto de relacionamento com o ex-jogador Edmundo - foram parar no distrito policial em função de uma briga. Após novo desentendimento entre os dois, a então delegada substituta Daniela tentou intervir e levou um chute na barriga e teve um brinco arrancado. A ex-modelo recebeu voz de prisão.
A matéria da Revista Veja dessa semana é uma BOMBA, ou melhor uma "chave de cadeia" para o diretor do programa da Rede Globo, BigBrother Brasil 12, vulgo Boninho.
A Revista Veja revela que durante o suposto estupro o diretor do BBB 12, vulgo Boninho, foi alertado que havia algo de errado, que não se tratava de uma cena como outra já exibida no programa, que aparentemente Monique estava apagada, inconsciente, e que o modelo Daniel poderia estar praticando o crime de estupro.
Boninho não quis saber, mesmo alertado, "ordenou", isso mesmo, "ordenou", mandou, ele é o cara que manda e desmanda no BBB 12, para que não fosse interrompidas as "carícias" de Daniel em uma Monique supostamente "desacordada", conforme matéria abaixo.
Em suma, Boninho sabia que poderia estar havendo um crime de estupro e ordenou que continuasse, em outras palavras, impediu que o crime fosse interrompido.
No dia 16/01/2012 eu fiz uma postagem (clique aqui e leia), inclusive um vídeo, em que eu questionava a responsabilidade do diretor do BBB 12, vulgo Boninho, e inclusive criminal nesse suposto estupro.
Abaixo reproduzo o vídeo que eu postei no youtube dia 16/01/2012.
Não estou fazendo pré-julgamento de nada, mas as imagens mostram uma Monique apagada, ela própria no áudio que vazou no confessionário confessa que não se lembrava de nada, claro, para a polícia disse o oposto. O modelo Daniel também disse que tudo aconteceu com o consentimento de ambos.
Mas as palavras de Daniel, da modelo Monique, e a operação ABAFA da Rede Globo não estão funcionando, prova disso é que o Ministério das Comunicações, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, e a Polícia Civil estão investigando, e até um juiz já determinou que o "ex-brother" entregasse o seu passaporte e o proibiu de sair do Brasil.
O problema é que como eu disse no vídeo, no meu entendimento, se houve realmente o crime de estupro, o diretor do BBB 12, vulgo Boninho, pode ir parar na cadeia, já que ele pode ser indiciado e denunciado como co-autor desse crime de estupro, principalmente com base nessa matéria da Veja abaixo.
Com essa matéria da revista Veja a situação de Boninho se complica e muito, e as autoridades policiais devem intimá-lo imediatamente para depor, e perguntar por que ele, como diretor e responsável pelo programaBBB 12 não impediu que as carícias de Daniel em uma Moniquesupostamente apagada fossem interrompidas ?
Essa matéria daRevista Veja mostra que é a verdadeira Rede Globo, um diretor da emissora mesmo alertado sobre um suposto crime, ordenou que tudo fosse transmitido ao vivo para o Brasil, por que ?
E agora Boninho, você já tem um bom advogado criminalista ?
Eu não estou eximindo o modelo Daniel de suas responsabilidades pelo suposto crime que pode ter sido cometido, mas alertando que todos os eventuais culpados devem ser punidos.
Na manhã do último domingo, quando as câmeras do BigBrother Brasil 12 acompanhavam a ação entre os participantes Daniel e Monique debaixo de um edredon, o diretor do realityshow José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, foi alertado sobre a suspeita de que não se tratava de uma cena tórrida como tantas outras já vistas no programa. Já surgiam as primeiras reações indignadas no Twitter. Boninho, contudo, ordenou que não interrompessem as carícias de Daniel em uma Monique que, depois de uma noite de bebedeira, parecia estar desacordada. "Vamos ver o que acontece", disse ele. A informação é da edição de VEJA que chega às bancas neste sábado, em reportagem de capa assinada pelos jornalistas Alessandra Medina e Marcelo Marthe.
A escolha de Boninho se mostrou desastrosa. A hipótese de que Daniel houvesse feito sexo com uma Monique inconsciente - o que seria estupro - chocou o público e despertou indignação nas redes sociais. A pedido de VEJA, o instituto de pesquisas Retrato ouviu 600 pessoas com mais de 18 anos em seis capitais, e 81% consideraram que o episódio cruzou uma fronteira inaceitável.
Foi a mesma reação dos anunciantes. A suspeita de violência sexual estremeceu as relações entre a emissora e os patrocinadores do BBB, pondo em risco o faturamento de 400 milhões de reais previsto para a 12ª edição do programa. "A situação ficou desconfortável", disse à reportagem um publicitário responsável por vários clientes do BBB. Até a última sexta, nenhuma empresa havia cancelado o contrato publicitário com a Globo, graças à decisão da emissora em tirar Daniel do programa. "Se eles não tivessem expulsado o Daniel, as coisas ficariam difíceis. Ninguém quer associar sua marca a um programa em que pode ter ocorrido um estupro", diz o publicitário.
A movimentação na internet por causa do episódio foi medida pela consultoriaLabpopContent a pedido de VEJA. De acordo com pesquisa realizada na última segunda-feira, quando foi anunciada a expulsão de Daniel, as menções à TV Globo no Twitter saltaram da média diária de 65 000 para mais de 100 000. A imensa maioria das mensagens era de caráter negativo. Além disso, a hashtag#Danielexpulsoera uma das mais usadas no microblog. "A emissora se preocupou em dar satisfação a vários públicos – menos ao da internet, em que a polêmica nasceu", diz Mário Marques, diretor executivo da consultoria.
"No momento em que o Supremo Tribunal Federal julga a legitimidade da classificação indicativa, intromissão indevida do estado na programação da TV, o BBB oferece um exemplo cabal de que a própria sociedade, com a reação espontânea dos cidadãos, é capaz de identificar e punir o abuso sem a tutela do estado", conclui a reportagem. "A linha, afinal, existe - e isso fica claro sempre que ela é ultrapassada."