Rádio Blog do Ricardo Gama

quinta-feira, 1 de março de 2012

Muito estranho ! Pastor Marcos diz que processará José Júnior coordenador do AfroReggae

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Um dos dois está mentindo, quem será ?

E por que isso somente agora ?

O cordenador José Júnior não disse, ainda, por que, quando, e como descobriu que o Pastor Marcos é supostamente um bandido na sua opinião ?

Tudo muito estranho !

Reprodução do jornal O Globo on line



RIO - O pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, negou na quarta-feira todas as denúncias feitas pelo coordenador do AfroReggae, José Júnior e informou que processará José Júnior por danos morais. Em entrevista ao jornal "Extra", Júnior — que já trabalhou em várias parcerias de ressocialização com o pastor — o acusou de ter sido o mentor de atentados na cidade em dezembro de 2006, às vésperas do início do governo de Sérgio Cabral. Ele disse ainda que Pereira teria tramado sua morte e a de outros integrantes do grupo cultural, como a do pastor Rogério Menezes, que deixou a Assembleia de Deus dos Últimos Dias em 2008 após desavenças. A chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, determinou ainda na quarta-feira a instauração de inquérito para apurar as denúncias feitas pelo coordenador do AfroReggae.

Em entrevista ao site "Programa Conexão", o pastor afirmou que as declarações do coordenador do AfroReggae não passam de "dor de cotovelo". Segundo Pereira, Júnior pode ter sido influenciado por um ex-pastor, que deixou sua igreja.

— Ele (Júnior) deve estar sentindo inveja do meu trabalho. Antes de ele fazer trabalho de ressocialização, eu já fazia isso — disse o religioso.


3 comentários:

  1. quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 | 04:10
    PRISÃO DE OFICIAL QUE COMANDAVA UPP EVIDENCIA O ACORDO QUE CABRAL FEZ COM OS TRAFICANTES PARA ‘PACIFICAR’ AS FAVELAS.

    Carlos Newton

    A prisão de 11 pessoas, quinta-feira passada, numa operação da Polícia Federal contra a existência de pontos de vendas de drogas no Morro do São Carlos, no Estácio, na Zona Norte do Rio, confirma os sucessivos artigos publicados aqui no Blog por Helio Fernandes, denunciando o acordo entre o governador Sergio Cabral e os barões do narcotráfico, para instalação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) em favelas do Rio .

    O acordo foi mediado por José Júnior, do AfroReggae, nos seguintes termos, conforme a denúncia do diretor-redator-chefe da Tribuna da Imprensa:

    1) a PM ocuparia os morros e os traficantes não reagiriam;

    2) Não haveria mais “soldados do tráfico”, com máscaras ninjas e armas pesadas nas comunidades, nem balas perdidas;

    3) Em compensação, as forças estaduais de segurança não mais reprimiriam o tráfico, que poderia continuar a ser feito, mas de forma discreta e preferencialmente no sistema de “delivery”, com entrega a domicilio por meio de “motoboys”.

    Foi justamente por isso que a Polícia Federal teve de entrar em ação no Morro do São Carlos, e entre os presos está o ex-comandante da UPP no morro, capitão Adjaldo Luís Piedade. Segundo a polícia, ao todo, foram expedidos 19 mandados de prisão, sendo 11 já cumpridos, e seis mandados de busca e apreensão no Morro do São Carlos.

    Há pouco tempo, foram presos também alguns integrantes da UPP do Morro da Coroa, em Santa Teresa, que garantiam o caminho livre para os traficantes. Um dos PMs presos estava com R$ 13 mil no bolso da farda, em dinheiro vivo.

    A informação que corre nos bastidores da Polícia do Rio é de que um dos melhores negócios do momento é trabalhar nas UPPs. Os soldados da PM ficam numa boa, sem arriscar a vida enfrentando criminosos, Eles apenas supervisionam a comunidade, resolvendo casos de bebedeira, discussões entre vizinhos, brigas de casais etc. E o suborno do tráfico é mais do que garantido.

    A maior prova da liberação do tráfico pelo governador Sergio Cabral é a lei da oferta e da procura. Se a instalação das UPPs realmente significasse combate ao tráfico, os viciados estariam fazendo fila nas favelas onde ainda não existe UPP e o preço das drogas teria subido muito.

    Nada disso aconteceu. Não houve inflação nem aumento da procura nas favelas sem UPP. Como ensinou aquele assessor de Clinton, “é a economia, idiota!”.

    (...)

    LEIA A ÍNTEGRA:
    http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=32176

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  2. quinta-feira, 01 de março de 2012 | 13:08
    SERVIDOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PERDE O DIREITO PARA ESCOLHER BANCO

    Paulo Peres

    Apêndice do corrupto governador Sérgio Cabral, a Procuradoria-geral do Rio de Janeiro derrubou a lei que garantia o servidor o direito de escolher o banco, ato pelo qual está sendo acusada de usurpação de poder pelo deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ) através de ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF).

    Os procuradores do órgão estadual consideraram inconstitucional a referida lei. Todavia, segundo o parlamentar, a atribuição de julgar uma lei como inconstitucional é do STF. Tudo começou no final do ano passado quando, arbitrariamente, o governo do estado decidiu que os servidores deveriam receber apenas pelo Bradesco. a escolha revoltou centenas de funcionários, impedidos de escolher seus respectivos bancos.

    Entre ativos e inativos, a mudança afetou cerca de 400 mil pessoas. Além disso, para assumir a folha de pagamento dos servidores estaduais, o Bradesco desembolsou R$ 1,8 bilhão. O antigo Banco do Estado do Rio de Janeiro (Berj) também fez parte do leilão.

    Autor da lei que dava aos funcionários do estado o direito de escolher em que banco receberiam seus salários, o deputado Paulo Ramos afirma que ” a ação do governador Sérgio Cabral foi arbitrária”. O parlamentar garante que a Procuradoria da Alerj tem um parecer que demonstra a ilegalidade cometida pelo governo do estado.

    Na verdade, “a procuradoria virou um apêndice do governador, decidindo sempre a favor do governo. Com isso, ao arrepio das leis, Cabral se transformou num imperador. Mas ele pode e vai ser responsabilizado por não cumprir as leis”, salienta Paulo Ramos.

    Neste acerto Cabral-Bradesco, o Tribunal de Justiça recebeu a quantia de R$ 95 milhões por três anos de contrato, que vigorará de 1º de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2014. “A proposta do Bradesco foi a melhor, por isso foi escolhida”, explica o presidente do TJRJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos.

    Historicamente, vale recordar, os servidores do Estado do Rio de Janeiro sempre foram mercadoria dos governadores e de outras autoridades pois, em 1998, o então governador Marcello Alencar, numa transação jamais explicada, vendeu o Banerj para o Itaú, juntamente com as contas correntes dos servidores.

    http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=32715

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  3. Nenhum dos dois vale merda nenhuma.

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