quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ATENÇÃO POVO DO RIO: : Policiais Militares em greve passam a noite acampados na Assembleia baiana

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Leiam abaixo o final da matéria, onde o Comandante da PM na Bahia diz que deve haver diálogo.

E onde está o "diálogo" dos governadores com os policiais ?

No Rio de Janeiro o CANASTRÃO do Sérgio Cabral nem pensa em conversar com os militares, e olha que já tem greve marcada para o dia 10 de Fevereiro.

A sociedade precisa acordar, e rever seus conceitos, o policial precisa ser valorizado e respeitado. A quem interessa um policial bem pago ? (clique aqui e leia).

ATENÇÃO: Povo do Rio de Janeiro, tal como no Ceará, agora na Bahia, dia 10 de Fevereiro pode ser aqui no Rio de Janeiro que os militares vão parar, e aí ?

O que Sérgio Cabral fez, ou está fazendo para evitar a greve dos policiais e bombeiros ?

Resposta: Nada...

Reprodução do jornal Estado de São Paulo


Integrantes da Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), uma das nove entidades de classe que representam os PMs no Estado, os manifestantes cobram do governo baiano a incorporação de gratificações aos salários, além de regulamentação para o pagamento de adicionais, como de periculosidade e acidente. Eles afirmam que só deixarão o local depois de negociar com representantes do governo.

Segundo a associação, criada há três anos, cerca de 2 mil dos 32 mil PMs da ativa são representados pela entidade, que aprovou, em assembleia realizada na tarde desta terça-feira, 31, indicativo de greve da categoria.

A principal associação da categoria no Estado, a Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA), divulgou nota na qual informa que "há algum tempo vem alertando a sociedade baiana sobre o clima de insatisfação generalizada que permeia toda a Corporação, sobretudo no desrespeito aos direitos do profissional policial militar" e que "o governo do Estado não tem dado a devida importância aos nossos anseios".

Apesar disso, segundo a nota, a entidade não apoia "os movimentos reivindicatórios, com paralisação de suas atividades, sem que antes sejam esgotados todos os canais de negociação" com o governo. A pauta de reivindicações da associação inclui, entre outros itens, reajuste linear de 17,28% retroativo a abril de 2007, isonomia salarial entre os integrantes das Polícias Civil e Militar, revisão no valor do auxílio alimentação e melhores condições de trabalho.

Na manhã de hoje, o comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, disse que a corporação não reconhece a Aspra como entidade de classe e negou a possibilidade de paralisação dos oficiais. "O governo sempre esteve receptivo aos anseios da classe", afirmou. "Os benefícios devem ser negociados pelo diálogo, não pela pressão."

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