A terceira tragédia no rio de Janeiro, e várias pessoas mortas, essa foi a maior, nas palavras do jornalista do jornal O Dia "um cenário de guerra", e não me critiquem, mas isso é devido a omissão, descaso, e incompetência do poder público, no caso a Prefeitura do Rio de Janeiro.
O Prefeito Eduardo Paes está apenas preocupado com as obras do Porto e das Olimpíadas que estão gerando milhões de lucros, mas quem está ganhando ?
O Prefeito Eduardo Paes está apenas preocupado com as obras do Porto e das Olimpíadas que estão gerando milhões de lucros, mas quem está ganhando ?
Reprodução do jornal O Dia on line
Rio - Um cenário de guerra. Isso é o que se pode ver no local onde três prédios desabaram na noite desta quarta-feira, na Avenida Treze de Maio, no Centro do Rio. Na tarde desta quinta-feira, bombeiros atuaram no resgate de vítimas e retirada de corpos.
O impacto é maior ainda para quem esteve no local do desastre. O repórter Francisco Edson Alves foi um dos primeiros a fazer imagens dos destroços para O DIA e conta um pouco do que viu e sentiu:
"Ao chegar a metros de onde as equipes de resgate trabalham, quase não acreditei no que vi. O cenário no local é assombroso. A impressão imediata é que uma bomba atômica destruiu os prédios, transformados numa gigante pilha de escombros que alcançava mais de cinco metros de altura. Apesar de manter a frieza adquirida ao longo de mais de quase duas décadas de profissão, foi impossível segurar as lágrimas. Pensei: `meu Deus, debaixo dessas toneladas de concreto e ferros retorcidas, onde verdadeiros heróis tentam ainda achar vidas, há pessoas, histórias. E o desespero dos parentes das vítimas? São pais, mães, filhos, que ainda torcem por um milagre'. Naquele momento, só me restou fazer uma oração e ajudar, de alguma forma, através do meu trabalho".
Veja as imagens:
.O impacto é maior ainda para quem esteve no local do desastre. O repórter Francisco Edson Alves foi um dos primeiros a fazer imagens dos destroços para O DIA e conta um pouco do que viu e sentiu:
"Ao chegar a metros de onde as equipes de resgate trabalham, quase não acreditei no que vi. O cenário no local é assombroso. A impressão imediata é que uma bomba atômica destruiu os prédios, transformados numa gigante pilha de escombros que alcançava mais de cinco metros de altura. Apesar de manter a frieza adquirida ao longo de mais de quase duas décadas de profissão, foi impossível segurar as lágrimas. Pensei: `meu Deus, debaixo dessas toneladas de concreto e ferros retorcidas, onde verdadeiros heróis tentam ainda achar vidas, há pessoas, histórias. E o desespero dos parentes das vítimas? São pais, mães, filhos, que ainda torcem por um milagre'. Naquele momento, só me restou fazer uma oração e ajudar, de alguma forma, através do meu trabalho".
Veja as imagens:



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