Muito interessante a frase do jornal O Dia: " Imagine se fosse na Copa"
A verdade é que o Rio de Janeiro está ABANDONADO e FALIDO, os meios de transportes, todos, sem exceção estão quebrados, os bondes de Santa Teresa, o metrô, os trens da Supervia.
E para piorar a INCOMPETÊNCIA do paspalho do Prefeito Eduardo Paes que é nota ZERO na gestão da cidade, o que se comprova também com as fotos e a matéria abaixo.
É o CAOS TOTAL, e aí ?
Agora quem diz sou eu, imagina na Copa 2014 e nas Olimpíadas 2016 ?

Reprodução da capa do jornal O Dia, clique na imagem para AMPLIAR

Reprodução do jornal O Dia on line
Os que optaram por ônibus ou carro sofreram com as interdições e inversões de mão nas ruas do Centro para obras do Porto Maravilha — o engarrafamento chegou ao Aterro do Flamengo, Ponte Rio-Niterói e Avenida Brasil.
'Filme de terror'
“Parecia filme de terror. O metrô ficou parado entre as estações e ninguém dizia o que estava acontecendo. As pessoas ficaram desesperadas batendo nos vidros. Teve gente que desmaiou. Tentamos falar no mecanismo de emergência, mas ninguém respondia. Algumas pessoas mudaram de vagão pelas portas das composições para tentar informação”, conta o comerciante Rodrigo Henriques, 31, que ficou parado entre Catete e Largo do Machado. Ele saiu encharcado de suor.
Mãe de Rodrigo, Rosana Andrade, 50, é hipertensa e teve que ser amparada: “Achei que ia morrer, foi um horror. O metrô estava tão cheio quando deu o problema que as pessoas não conseguiam se mexer. Estava difícil respirar. O ar condicionado não deu vazão e ficou muito quente”.
A série de problemas no metrô começou por volta das 8h50. Passageiros que seguiam para a Pavuna precisaram desembarcar na Glória por causa de um defeito na porta da composição. Pouco depois, na estação Central, outro trem apresentou avarias e causou atraso nas viagens.
Sem visão
O problema mais grave ainda estava por vir. Por causa de pane no sistema de sinalização automática, as estações Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório fecharam entre 10h50 e 11h20. O intervalo entre os trens chegou a 12 minutos.
“Fiquei mais de meia hora entre as estações Siqueira Campos e Cardeal Arcoverde. Como a sinalização ainda não tinha voltado, a condutora disse que iria visualizar a próxima a olho nu”, conta o advogado Nelson Mendes, 27.
Viagem termina em caminhada na linha férrea
Problemas técnicos também atingiram um trem da SuperVia que seguia de Santa Cruz para a Central do Brasil. Mais uma vez, os passageiros tiveram que desembarcar da composição e caminhar cerca de 400 metros nos trilhos até a estação mais próxima.
A falha no sistema elétrico foi identificada às 15h39, próximo à estação Central. Mais cedo, por volta das 6h30, passageiros de duas composições do mesmo ramal precisaram mudar de trem. A concessionária afirmou que a baldeação foi realizada por causa de uma vistoria de rotina.
A Agetransp, agência que regula o transporte ferroviário e metroviário, instaurou dois processos para apurar os motivos dos incidentes no metrô. Sobre o trem, o órgão não informou se vai investigar a causa do problema nem se vai lavrar multa.
Corrida por ônibus e táxi
Com estações superlotadas, atrasos e sem informações sobre o que estava acontecendo, muitos usuários do metrô desistiram de usar o transporte público. Na estação de Botafogo, passageiros disputavam táxis. Na estação Central do Brasil, ônibus saíram lotados para as Zonas Norte e Sul.
Os que optaram por ônibus ou carro sofreram com as interdições e inversões de mão nas ruas do Centro para obras do Porto Maravilha — o engarrafamento chegou ao Aterro do Flamengo, Ponte Rio-Niterói e Avenida Brasil.
'Filme de terror'
“Parecia filme de terror. O metrô ficou parado entre as estações e ninguém dizia o que estava acontecendo. As pessoas ficaram desesperadas batendo nos vidros. Teve gente que desmaiou. Tentamos falar no mecanismo de emergência, mas ninguém respondia. Algumas pessoas mudaram de vagão pelas portas das composições para tentar informação”, conta o comerciante Rodrigo Henriques, 31, que ficou parado entre Catete e Largo do Machado. Ele saiu encharcado de suor.
Mãe de Rodrigo, Rosana Andrade, 50, é hipertensa e teve que ser amparada: “Achei que ia morrer, foi um horror. O metrô estava tão cheio quando deu o problema que as pessoas não conseguiam se mexer. Estava difícil respirar. O ar condicionado não deu vazão e ficou muito quente”.
A série de problemas no metrô começou por volta das 8h50. Passageiros que seguiam para a Pavuna precisaram desembarcar na Glória por causa de um defeito na porta da composição. Pouco depois, na estação Central, outro trem apresentou avarias e causou atraso nas viagens.
Sem visão
O problema mais grave ainda estava por vir. Por causa de pane no sistema de sinalização automática, as estações Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório fecharam entre 10h50 e 11h20. O intervalo entre os trens chegou a 12 minutos.
“Fiquei mais de meia hora entre as estações Siqueira Campos e Cardeal Arcoverde. Como a sinalização ainda não tinha voltado, a condutora disse que iria visualizar a próxima a olho nu”, conta o advogado Nelson Mendes, 27.
Viagem termina em caminhada na linha férrea
Problemas técnicos também atingiram um trem da SuperVia que seguia de Santa Cruz para a Central do Brasil. Mais uma vez, os passageiros tiveram que desembarcar da composição e caminhar cerca de 400 metros nos trilhos até a estação mais próxima.
A falha no sistema elétrico foi identificada às 15h39, próximo à estação Central. Mais cedo, por volta das 6h30, passageiros de duas composições do mesmo ramal precisaram mudar de trem. A concessionária afirmou que a baldeação foi realizada por causa de uma vistoria de rotina.
A Agetransp, agência que regula o transporte ferroviário e metroviário, instaurou dois processos para apurar os motivos dos incidentes no metrô. Sobre o trem, o órgão não informou se vai investigar a causa do problema nem se vai lavrar multa.
Corrida por ônibus e táxi
Com estações superlotadas, atrasos e sem informações sobre o que estava acontecendo, muitos usuários do metrô desistiram de usar o transporte público. Na estação de Botafogo, passageiros disputavam táxis. Na estação Central do Brasil, ônibus saíram lotados para as Zonas Norte e Sul.
Engarrafamento parou o Centro
Quem circulou nesta segunda-feira pelo Centro do Rio sofreu com congestionamentos que deixaram tudo parado até a ponte Rio-Niterói e a Avenida Brasil. Muitos passageiros de ônibus ficaram cansados de esperar e resolveram terminar o trajeto a pé na Avenida Perimetral. Alguns motoristas abriram as portas do carro e ficaram do lado de fora.
O principal motivo da complicação no trânsito foi a interdição de um dos trechos da Rua Primeiro de Março, por causa da obra da rampa de acesso ao Túnel da Avenida Binário, que vai viabilizar a demolição da Perimetral. A Avenida Rio Branco passou a ter trechos em mão dupla.
A confusão no trânsito foi agravada por causa da volta do feriadão e das faixas azuis pintadas no asfalto da Avenida Presidente Vargas devido ao corredor exclusivo de ônibus BRS — ainda sem data para começar. Achando que o sistema já estava em operação, motoristas evitaram dirigir na área delimitada pelas faixas. Taxistas não sabiam onde parar. A Secretaria Municipal de Transportes informou que por enquanto nada muda no tráfego da Presidente Vargas e que ainda não foi definido como será a parada dos táxis ali.
A CET-Rio admitiu o nó no trânsito e reforçará a região com mais 10 agentes de trânsito — serão 40 no total — e fiscalização noturna, para evitar episódios como o de ontem, quando um caminhão bloqueou acesso à R. Candelária.
“O que ocorreu foi uma coisa atípica. Foi um somatório de pequenos problemas que gerou reflexo na cidade”, disse o diretor de operações da CET-Rio, Joaquim Diniz que atribuiu o caos também a dois comboios do Banco Central e manifestação contra problemas no IPVA, na Rua Visconde de Rio Branco. O nó foi um dos temas mais comentados no Twitter no Rio.
Pico de luz prejudica aeroporto
Um pico de luz com duração de 31 minutos, entre 18h45 e 19h16 desta segunda-feira, prejudicou o embarque e o desembarque de passageiros, no Aeroporto Santos Dumont, Centro do Rio. O incidente afetou também as esteiras que carregam as malas.
De acordo com a assessoria do Santos Dumont, o problema não afetou a rotina do terminal porque os geradores entraram em funcionamento. Os passageiros entraram e saíram dos aviões pela pista, levados por um ônibus, mas alguns ficaram irritados com a demora.
A Light explicou que não houve alteração no fornecimento de energia da subestação que abastece o aeroporto. Segundo a companhia, um problema interno pode ter provocado o pico de energia.
Reportagem de Christina Nascimento, Diogo Dias e Pâmela Oliveira





RICARDO, TEM QUE DAR MADEIRADA TAMBÉM NA LIGHT, A TODO INSTANTE DÁ PICO DE LUZ EM TODOS OS LUGARES!!
ResponderExcluirDEVERIAM CRIAR UMA LEI ONDE TODOS OS POLITICOS SERIAM OBRIGADOS A UTILIZAR OS SERVIÇOS PÚBLICOS
ResponderExcluirISSO É UMA VERGONHA
FECHAM AS RUAS PARA AUTORIDADES
NA COPA VÃO DECRETAR FERIADO E RISCAR UMA FAIXA NA RUA, E O CIDADÃO NÃO PODERÁ TRAFEGAR...
FORA CABRAL