Rádio Blog do Ricardo Gama

domingo, 20 de novembro de 2011

Aviso: Hoje não farei o blog ao vivo

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Olha lá gente, estou avisando com ante cedência, peguem leve nas madeiradas.

Mas é que hoje está difícil, aliás desde ontem, e não poderei fazer o blog ao vivo, minhas desculpas.

O bagulho é doido, mas vamos firmes e fortes em frente, amanhã aqui às 22:30 horas.

Vou aproveitar, descansar a cabeça, e pensar em algumas mudanças que eu quero fazer no blog.

Uma boa semana a todos.

Boa a noite, e abraços geral.

Ricardo Gama

CAOS NO DETRAN: "Fila" de até 4 meses para a vistoria anual do carro

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O Governo enche os cofres com o dinheiro do povo, paga-se para tudo, mas na hora de fazer um "porra" de uma vistoria é um inferno.

O "governozinho" incompetente esse, fala sério !!!

O comentário dessa e de outras matérias você poderá ver ao vivo no blog às 22:30 horas, ou no meu canal no youtube (clique aqui).

Reprodução do jornal O Dia on line


Rio - A vistoria anual é do veículo, mas é a paciência dos motoristas que tem sido posta à prova quando tentam manter suas máquinas e documentação em dia. A ‘Blitz do DIA’ visitou seis postos do Detran na Região Metropolitana do Rio. Os problemas incluem espera de até 4 meses para o serviço, postos cheios e demora no atendimento. Na hora de agendar pelo telefone, não há vaga imediata em nenhum, mas dois — Corrêa Dutra e Haddock Lobo — estavam vazios quando O DIA esteve lá, semana retrasada.

O médico Celio Santos, 46 anos, percorreu mais de 30 km do Centro do Rio até Duque de Caxias: “Marquei a vistoria em setembro e só consegui para este posto”, disse.

Ao testar agendamento de vistoria pela Central de atendimento do Detran, O DIA constatou necessidade de esperar ao menos 45 dias pelo serviço. No dia 11 de novembro, só havia data disponível depois do dia 23 de dezembro: “Na Barra só tem vaga nos dias 23, 26 e 27 de dezembro. Em Niterói, em 29 de dezembro, e São Gonçalo tem 23, 26 ou 27 de dezembro. Santa Luzia tem 29 de dezembro. Catete e Corrêa Dutra não temos vagas e Vila Isabel tem 29 de dezembro”, informou o atendente.

Na última sexta-feira, dia 18, a ‘Blitz’ voltou a tentar: não havia vaga para nenhuma data em Vila Isabel, Santa Luzia, Haddock Lobo nem no Catete.

Mas o portuário Fernando Cesar de Oliveira, 49, tem enfrentado dificuldade maior: “Estou tentando marcar há três meses e não tem vaga em posto nenhum. Ligo duas vezes por semana, fico muito tempo no telefone e não adianta. O Detran manda eu ligar todos os dias, mas eu trabalho”.

Números

2,4 milhões

Número total de veículos circulando pelas ruas do município do Rio de Janeiro no mês de novembro deste ano, segundo o Detran-RJ

2,1 milhões

Quantidade de veículos que passaram pela vistoria do Detran ao longo do ano passado em todo o estado do Rio, conforme dados do departamento de trânsito

R$ 49 milhões

Quanto o Detran arrecadou no mês de outubro com licenciamentos, emplacamentos, multas, habilitação, confecção de placas, convênios e identificação civil

R$ 191,54

Quantia paga pelo motorista se flagrado sem licenciamento anual. A infração é gravíssima e vale sete pontos na carteira. O veículo é apreendido

Postos sem vagas são encontrados vazios

Dois postos visitados pela nossa equipe (Corrêa Dutra, no Catete, e Haddock Lobo, na Tijuca), que não teriam vaga, estavam vazios na semana passada. Segundo o Detran, esses postos têm priorizado serviços de registro de veículos, que é mais demorado e tem número menor de vagas.

Trabalho que depende do Detran

O lojista Cláudio Moraes, de 46 anos, compra e vende carros há 17 anos e agenda a vistoria de 10 por mês. Ele diz que a demora média para marcar o serviço é de 2 meses: “Esse atraso atrapalha o meu comércio, porque o carro fica impróprio para transitar. Mas tenho que esperar”.

Espera de quatro meses


Anacleto Carvalho da Silva, 34 anos, que atua em serviços gerais na Riotur, marcou a vistoria do carro em julho e só conseguiu fazê-la em novembro porque os postos do Detran estavam cheios. “O final da minha placa é sete e eu tinha que ter marcado até setembro, mas só consegui fazer hoje”, conta. Anacleto reclamou também que demorou mais uma hora e meia para ser atendido. “É muito tempo esperando, é um absurdo isso”.

Sistem lento e taxa excessivas


Por falta de vaga para vistoria, o comerciante Silvio Cordeiro, 51 anos, esperou três meses para regularizar a documentação do carro. “A espera é muito longa, devia ser no máximo de 30 dias”. Silvio estava no posto há duas horas, mas prefere não se estressar.

“Não tem jeito, tenho que ficar aqui. O sistema é lento demais e eles sempre arrumam um modo de arrecadar mais dinheiro: paga placa, paga lacre e ainda paga o Duda”, reclama o motorista.

Comprovante evita multas

Donos de veículos com final de placa 8 ou 9 têm até dia 30 para marcar vistoria. Se você agendou no prazo e o Detran marcou para depois, é só retirar o comprovante na Internet e andar com ele no carro para evitar multa, informa o Detran-RJ.

Motoristas que estiverem fora do prazo do seu final de placa, sem o comprovante de agendamento, poderão ter o veículo rebocado. “Porém, se a blitz for realizada por agentes do Detran, eles podem verificar, por palm tops, se o agendamento foi realizado”, explica o departamento.

O órgão alega que a demora para marcar a vistoria ocorre porque os motoristas não seguiram o calendário e houve excesso de procura concentrada na mesma época. O Detran diz ainda que disponibiliza vagas toda semana conforme a procura e que, até o fim do ano, vai abrir os postos de Itaguaí, Mesquita, Miguel Pereira e Saquarema, com capacidade para 60 carros por dia com 13 linhas de atendimento.

Sobre as filas nos postos, o órgão diz que “não tem nada a declarar”.

Reportagem de Lívia Aragão


Sargento do Exército é preso acusado de tentativa de assalto e estupro na Zona Norte

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Sargento do Exército assaltando e tentando estuprar, CADEIA nesse bandido.


O Exército não merece passar uma vergonha dessa.

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Reprodução do jornal O Dia on line


Rio - Um sargento do Exército foi preso por policiais do 41º BPM (Irajá) na madrugada deste domingo. O militar, identificado como Leonardo Lopes de Sá, estaria com uma réplica de pistola e é acusado de tentar assaltar uma mulher na Avenida Meriti, na Vila da Irajá, na Zona Norte do Rio.

Segundo a polícia, armado com a réplica de pistola, Leonardo teria furtado o telefone celular de uma mulher. A vítima reclamou que ainda estava pagando o aparelho e o militar acabou devolvendo. Mas, em seguida, se dizendo armado ameaçou estuprar a mulher. Ela gritou e logo em seguida uma patrulha da Polícia Militar acabou passando pelo local. O sargento foi perseguido e preso.

Ele está na 22ª DP (Penha), com a vítima, aguardando escolta para ser transferido para prisão militar. Leonardo é lotado no Hospital Central do Exército, em Banfica. Ele poderá ser expulso da corporação e ainda cumprir pena.

Skate (também) é coisa de menina nas ruas do Rio

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VIVA e PARABÉNS para as mulheres !!!

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Reprodução da Folha de São Paulo


Na praia, a caminho da escola, da academia ou do parque. Garotas andando de skate são cada vez mais comuns nas ruas do Rio de Janeiro.

Segundo Edson Scander, diretor esportivo da Confederação Brasileira de Skate (CBSK), atualmente um entre cada dez praticantes do esporte no Brasil são mulheres.

Os dados são de uma pesquisa encomendada pelo CBSK ao Datafolha em 2009, que apontou um crescimento de cerca de 10% no número de mulheres skatistas entre 2006 e 2009 -o estudo é realizado a cada quatro anos.

A pequena Isabela Leite, 11, é um exemplo dessa nova onda. Ela está aprendendo a andar de skate com o pai, a quem pretende acompanhar em breve. "Ainda não ando bem, mas estou aprendendo", diz.

A pesquisadora Mira Wengert, 33, tem mais experiência. Há dez anos, aproveita os finais de semana para andar de skate na orla de Ipanema, zona sul. "Mas não sou skatista", diz. "Ando por hobby."

Nas lojas especializadas, modelos tradicionais dividem espaço com skates com padronagens delicadas, além do indefectível cor-de-rosa, presente das rodas aos equipamentos de proteção.

Dos cerca de 40 clientes que Eduardo Reis atende por dia numa loja especializada na zona sul do Rio, 15 são mulheres. "Fiz esse skate especialmente para as meninas", diz enquanto mostra um modelo em forma de prancha com detalhes rosa choque.

O vendedor Marcelo Berriel associa o aumento da procura feminina à melhora das ruas e ciclovias. "Hoje é possível ir do Leme ao Leblon de skate, que passou a ser visto como meio de transporte."

LONGBOARD

Boa parte do público feminino é adepto do longboard, mais comprido e largo que o skate comum. Além de mais estável e fácil de se equilibrar, ele exige menos esforço. "É puro lazer", diz Reis. "Você compra um longboard e tem certeza que vai se divertir."

A skatista e bicampeã dos X-Games Karen Jonz, 27, lembra que quando começou no esporte era a única mulher com um skate na sua vizinhança, em Santo André (SP).

Para ela, a vantagem é que as garotas tem menos medo de errar. "Quando os meninos entram numa rampa ficam com vergonha de pagar mico, cair. As meninas não. Vão lá e tentam", diz.

US$22 milhões de Paulo Mafulf, quer dizer do povo que foram roubados

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E o CARA DE PAU do Paulo Maluf sempre disse que não tinha dinheiro lá fora, então por que os seus advogados trabalham no processo ???

Se o Brasil fosse um país sério, Paulo Maluf estaria preso há muito tempo, tanto é verdade que ele está na lista de procurados da Interpol.

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Reprodução da Revista Carta Capital


A Justiça da Ilha de Jersey começará a julgar em janeiro um pedido de repatriação de US$ 22 milhões depositados numa conta atribuída ao deputado Paulo Maluf (PP-SP). A ação é movida pelos promotores paulistas. Eles acusam Maluf de ter desviado US$ 200 milhões da construção da Avenida Jornalista Roberto Marinho entre 1993 e 1995, quando foi prefeito de São Paulo. O deputado sempre negou que a conta fosse sua. Curiosamente, seus advogados atuam no caso.

Leandro Loyola

TRAGÉDIA DA CHEVRON EM CAMPOS: País não está preparado para acidentes ambientais

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Sempre quando acontece uma tragédia no Brasil, se descobre a "pólvora", não estávamos preparado para "isso" ou "aquilo", é sempre a mesma história.

Para o que o Brasil está preparado ?

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Reprodução do jornal O Globo on line




O Brasil não está preparado para evitar ou conter vazamentos de petróleo: o investimento em tecnologia preventiva é exíguo e o Plano Nacional de Contingência, embora previsto em lei, nunca saiu do papel. Para especialistas, o derrame de óleo da americana Chevron deve servir como alerta para corrigir o despreparo, tanto de empresas como dos órgãos de controle, visando aos desafios do pré-sal.

— Governo e empresas têm dado ênfase na pesquisa de prospecção de petróleo e pouco se tem avançado no desenvolvimento de tecnologia preventiva. Precisamos de robôs, sensores e outros equipamentos que consigam identificar vazamentos com precisão, de modo a permitir uma rápida reposta — diz o historiador ambiental Aristides Soffiati, do núcleo de estudos socioambientais da UFF de Campos.

É preciso criar um comitê independente de diagnóstico

O vazamento da Chevron no campo do Frade, na Bacia de Campos, é um exemplo desse despreparo. Segundo fontes ouvidas pelo GLOBO que acompanham a investigação, o robô da empresa tinha capacidade limitada de atuação a uma profundidade de 1.200 metros. Por isso, ela teve de recorrer à Petrobras, sócia minoritária do Frade e operadora de um campo vizinho, para identificar a fonte do vazamento com precisão. Foi a estatal que emprestou à petrolífera americana equipamentos mais modernos para que ela pudesse pôr em prática seu plano de contenção.

O desencontro de informações sobre a extensão do vazamento — a Agência Nacional do Petróleo chegou a estimar que o derrame era cinco vezes maior que o divulgado pela Chevron — é outro indício de despreparo. Para Segen Estefen, diretor de tecnologia e inovação da Coppe/UFRJ, os órgãos reguladores devem ter um comitê independente de diagnóstico, para não depender dos números fornecidos pela empresa responsável pelo acidente.

— Não é preciso que a ANP ou o Ibama tenham os equipamentos de monitoramento. Mas eles devem eleger previamente uma empresa independente capaz de fazer o diagnóstico e acioná-la nesses casos — afirma Estefen.

Os especialistas esperam que o acidente da Chevron seja um divisor de águas para se avançar na regulação, num momento em que, com o pré-sal, o país caminha para a exploração em águas cada vez mais profundas. Eles lembram que a legislação brasileira de controle de poluição por óleo existente só foi desenhada a partir de um dos piores acidentes já registrados no Rio: o derrame de mais de um milhão de litros de petróleo na Baía de Guanabara, após o rompimento de um oleoduto da Petrobras, em 2000.

Desde então, houve alguns avanços, reconhece a procuradora federal Telma Malheiros, que implementou e chefiou por quatro anos a coordenação de óleo e gás do Ibama, responsável pelo licenciamento ambiental no setor. Um deles é a exigência de um Plano Emergencial Individual (PEI) — desenvolvido pela concessionária para cada unidade ou instalação — entre os pré-requisitos para obtenção da licença. O Plano Nacional de Contingência e a avaliação ambiental estratégica, no entanto, ficaram apenas no papel.

Pressão de empresas emperra fiscalização

O plano nacional, explica Telma, é um planejamento detalhado da atuação de cada um dos órgãos que devem ser envolvidos em caso de vazamento de óleo. Cabe à Marinha, por exemplo, interditar o tráfego de embarcações nos arredores do local do acidente. À ANP cabe o acompanhamento operacional da contenção. Os ministérios da Pesca e do Turismo, bem como o Ibama, também devem ter suas atuações detalhadas, pois o derrame pode comprometer a atividade pesqueira e turística. Um grupo de trabalho chegou a ser montado em 2010, após o mega-acidente da BP no Golfo do México, mas a inércia das autoridades impediu que ele fosse à frente.

Já a avaliação ambiental estratégica é o mapeamento das áreas segundo sua vulnerabilidade. Por meio dela, definem-se as áreas de exclusão e aquelas onde o controle deve ser mais rígido, devido à sensibilidade dos ecossistemas. Telma recorda que, recentemente, o Ibama indeferiu o licenciamento para exploração de petróleo em Abrolhos, requisitado pela Fairfield, e para exploração na Bacia de Camamu-Almada (BA), pedido pela americana El Paso. No primeiro caso por causa da importância ambiental do ecossistema. No segundo caso, por causa da relevância turística da região.

— Essas áreas não deveriam sequer terem sido licitadas pela ANP — diz Telma.

O biofísico José Luiz Bacelar Leão, que era consultor do Ibama na época em que a instituição estava desenhando o atual marco regulatório, frisa que as leis e decretos não saíram do papel "por falta de vontade política" e por pressão das empresas.

— Investir em emergência é sempre uma despesa a mais. É tradição no nosso país evitar esse tipo de desembolso, e a ANP acaba trabalhando em prol das empresas.


Em um país sério a empresa Chevron sairia do mercado

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Como eu disse, em um pais sério essa empresa Chevron "dançaria" de vez.

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Reprodução da Folha de São Paulo, coluna Elio Gaspari

Alguém precisa avisar a Chevron que se ela se comportar no Estados Unidos como vem se conduzindo no Brasil desde que começou a vazamento de petróleo no campo do Frade, arrisca sair do mercado.

Passou seis dias calada e, quando abriu a boca, limitou-se a dizer que "respeita as leis dos países e está mantendo diálogo constante com as agências competentes do governo brasileiro".

Para a patuleia incompetente, nem uma palavra.

Chevron omitiu problema no poço que vazava petróleo

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Fico me perguntando, se essa empresa adotaria o mesmo procedimento em um país sério ?

Com certeza, em um país sério, os executivos dessa empresa iriam parar atrás das grades, mas aqui no Brasil esses bandidos fazem o que querem.

Isso é lamentável.

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Reprodução da Folha de São Paulo on line

A Chevron já havia detectado no dia 9 um vazamento de óleo no fundo do poço do campo de Frade, mas só mencionou o problema cinco dias mais tarde. Até então, a empresa afirmava apenas que o óleo escorria por "falhas [fissuras] no fundo do mar" e chegava à superfície da água.

Só na segunda (14), uma semana após o início do vazamento, a petroleira admitiu a possibilidade de que problema no poço que estava sendo perfurado era ligado ao óleo que poluía o mar.

Os primeiros sinais do vazamento foram notados por técnicos de uma plataforma da Petrobras no dia 8 a 4,6 km do local da perfuração. Foi avistada uma mancha de óleo e comunicada à Chevron.

No dia anterior, 7, a Chevron identificara problema no fundo do poço em processo de perfuração, a 2.279 metros de profundidade. A lama usada no processo não tinha peso suficiente para conter a pressão do óleo no reservatório e permitiu que ele subisse pelo canal já perfurado.

O problema é considerado, segundo a empresa, um "incidente" e foi informado à ANP no dia seguinte, no prazo legal. Mas a falha não é necessariamente capaz de gerar vazamento, diz a Chevron.

O óleo, que subiu e se alojou na parte superior do canal, escorreu para a formação rochosa submarina ao lado porque houve ruptura do revestimento do poço, a uma profundidade de 560 metros, acima da área do vazamento. Porosa, a camada de rochas absorveu o óleo e permitiu que fluísse por fissuras localizadas no subsolo marinho.

Essas informações, porém, só foram reveladas na sexta, pelo presidente da companhia no país, George Buck. Segundo o executivo, sua "primeira prioridade" foi a segurança dos empregados e terceirizados envolvidos na operação.

A segunda, disse, era conter o vazamento no fundo do poço -controlado no dia 13, segundo a empresa. O terceiro alvo, afirma, vinha a ser retirar o óleo da superfície.

George Buck disse que não vai fazer "especulações" e só prestará informações já apuradas. Por isso, a empresa não revelou ainda o volume total de óleo vazado, o motivo do erro de avaliação da pressão no fundo do poço e as causas da ruptura do revestimento.

Polícia realiza operação para desarticular quadrilha de advogados que fraudava ações indenizatórias

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Que VERGONHA !!!

Advogados usando a carteira da OAB para cometer crimes, CADEIA nesses VAGABUNDOS.

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Reprodução do site R7
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Policiais da Delegacia da Praça Mauá (1ª DP) realizaram, neste sábado (19), a "Operação em Causa Própria". A ação tem como objetivo desarticular uma quadrilha de advogados que fraudavam ações indenizatórias, falsificando procurações, sem o conhecimento das supostas vítimas, embolsando o valor pago a elas, cumprindo quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão.

Segundo o delegado adjunto da unidade, Aldrin Rocha, os advogados procuravam nomes de pessoas que estavam no SPC e Serasa e abriam, sem que elas soubessem, uma ação indenizatória por danos morais, inclusive falsificando procurações.

O trabalho começou com investigações na delegacia da Praça Mauá e do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que desconfiou do excesso de ações daquele tipo. Ao repassar as informações para a 1ª DP, os dois órgãos descobriram que as pessoas investigadas pela unidade policial eram as mesmas responsáveis pela maioria das ações de indenização, colhendo provas que comprovassem o crime.

Duas advogadas foram presas e sete lugares foram vistoriados pelos agentes. O chefe da quadrilha e outro advogado ainda estão sendo procurados.