Rádio Blog do Ricardo Gama

terça-feira, 12 de julho de 2011

Após prestar favores ao Banco BTG Pactual, Sérgio Cabral foi morar em apartamento de 9 milhões de um dos sócios

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Vídeo comentário.



Clique e veja o vídeo direto no youtube.

No dia 6 de julho de 2011 eu denunciei em primeira mão que o Governador Sérgio Cabral estava morando em um apartamento de 9 milhões de reais na Delfim Moreira (praia do Leblon) (clique aqui e leia), de propriedade Guilherme Paes, um dos executivos e sócios do Banco BTG Pactual, e irmão do prefeito Eduardo Paes.

Sérgio Cabral ficou morando neste apartamento durante dois meses após se separar da esposa, ciente da minha denúncia, no dia 11-07-2011, Cabral imediatamente se mudou para o Palácio das laranjeiras.

A princípio alguns jornalistas disseram que o Banco BTG Pactual não tinha negócios com o Governo Sérgio Cabral.

Quando para a minha surpresa, recebo a matéria abaixo postada no dia 14 de fevereiro de 2011, onde Sérgio Cabral já, digamos, prestou "favores" ao Banco BTG Pactual fazendo palestras (ao menos uma), obviamente, ainda que de forma indireta auxiliando na captação de novos clientes para o banco.

Vai dizer que o Governador Sérgio Cabral como palestrante principal não ajudou a lotar o evento abaixo citado, transformando isso em lucro para o Banco Pactual???

É "uma mão lavando a outra", Cabral deu uma força ao Banco BTG Pactual, e depois morou "gratuitamente" no apartamento de um dos sócios do banco.

Isso pode ? Isso é legal ? Isso é moral ?

O cacete, isso é ilegal, imoral, e tráfico de influência.

Mas e aí, alguma autoridade vai investigar ?

Reprodução do site IG.com.br, coluna Guilherme Barros postado em 15 de fevereiro de 2011


Com o tema “Rio: revitalização e ciclo de investimentos 2011-2016″, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, fará a principal palestra da abertura do 12º CEO Conference, maior evento para investidores da América Latina.

André Esteves, sócio e CEO do BTG Pactual, comandará a abertura do evento.

O evento reunirá 136 das mais importantes empresas listadas da BM&FBovespa, além de um grupo de investidores internacionais entre hoje e 17, no Grand Hyatt Hotel, em São Paulo. A conferência é fechada para convidados e clientes do Banco.

São esperadas mais de 1,5 mil convidados no primeiro dia da conferência, entre investidores brasileiros e estrangeiros, CEOs, CFOs, líderes empresariais e clientes do BTG Pactual.













Mulher de empresário conta que ele subornou funcionários em banheiro da sede da prefeitura de Teresópolis

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Interessante dessa matéria é que o jornal O Globo esconde as maracutaias do Governo Sérgio Cabral, somente citando o governo do estado ao final, mas eu adianto aqui:

"Relatórios elaborados por técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria Geral da União (CGU) desde janeiro encontraram indícios de irregularidades em contratos sem licitação assinados pelas prefeituras e pelo governo do estado com empresas chamadas para socorrer cidades da Região Serrana. Em nota, o governo do estado negou irregularidades, mas não enviou ao GLOBO a relação das empresas beneficiadas por recursos federais e contratadas sem licitação."

Engraçado que o Governo Sérgio Cabral nega irregularidades, mas não enviou ao Globo a relação de empresas beneficiadas.

Hoje na manifestação dos professores, eu conversei com um vereador de Nova Friburgo, e ele me disse que o Governo Sérgio Cabral também está sendo investigado, e que a Delta Construtora foi uma das empresas beneficiadas.

Vamos aguardar as investigações, mas uma coisa é certa, o Governo Sérgio Cabral tem muito a se explicar também nesse desvio de dinheiro público na Região Serrana.

Em tempo, esses VAGABUNDOS que roubaram o dinheiro do povo devem ir direto para a CADEIA !!!

Reprodução do Globo on line

RIO - Pelo menos uma vez, em 2010, o pagamento de propina a funcionários públicos de Teresópolis foi feito dentro de um banheiro na própria prefeitura, revelou em depoimento ao Ministério Público Federal uma administradora de empresas. Encarregada do setor de administração de uma construtora e mulher do empresário que denunciou a existência de um suposto esquema de pagamento de propinas a secretários municipais, ela afirmou que tratou do assunto em duas oportunidades, por e-mail. Disse ainda que tem cópias das mensagens eletrônicas e que pode fornecê-las à Justiça. A denunciante reconheceu que agora teme por sua vida, pela do marido e pela dos filhos.

No depoimento, ela informou que cuidava de toda a administração da empresa. Em 2010, quando passou a tratar pessoalmente da contabilidade com autoridades de Teresópolis, soube que a empresa do marido teria que pagar uma propina de 5% a 10% aos então secretários José Alexandre (de Governo) e Paulo Marquesine (de Obras), também citados pelo empresário em depoimento ao Ministério Público Federal em março. A mulher contou, que, em determinado momento, foi bastante pressionada por José Alexandre para fazer o pagamento. Ela disse "ter ficado consternada, extremamente constrangida com a intimidação de José Alexandre, exortando-a ao pagamento de uma obrigação ilícita com uma pressão de emparedamento que parecia a de um assaltante".

A administradora depôs em abril. Ela afirmou que o suposto reajuste na cobrança de propina na prefeitura foi acertado dois dias após as enxurradas de janeiro. Contou ainda que foi a uma reunião na sede do Executivo municipal onde estariam representantes das empresas Vital e Terrapleno. Depois do encontro, foi informada pelo marido que ele havia pago propina dentro do banheiro da prefeitura.

Inquérito investiga desvio de verbas

O inquérito do Ministério Público Federal foi instaurado para apurar o suposto desvio de recursos federais enviados ao Estado do Rio, pelo Ministério da Integração Nacional, após as enxurradas. De um total de R$ 100 milhões destinados a ajudar na reconstrução da Região Serrana, Teresópolis recebeu R$ 7 milhões.

Como O GLOBO noticiou domingo, o empresário denunciou à Justiça Federal um suposto esquema de propina na prefeitura de Teresópolis, envolvendo secretários municipais e funcionários públicos . Um acerto entre empreiteiras e autoridades elevou, de 10% para 50%, a taxa da propina para a aprovação de contratos de serviços. Na tragédia do início do ano, mais de 900 pessoas morreram.

A prefeitura de Teresópolis, em nota, negou todas as acusações, mas informou que abriu sindicância para apurar o caso. Procurados, os dois ex-secretários municipais citados nos depoimentos não foram localizados para responder às acusações.

O Ministério de Integração Nacional informou que deverá pedir uma investigação ao procurador-geral da República e ao diretor-geral da Polícia Federal, caso o relatório que está sendo elaborado pelo MPF aponte indícios de crime. O ministério garantiu, em nota, que, com a finalidade de acompanhar e fiscalizar as ações a cargo do governo do estado e dos municípios atingidos pela tragédia, a Secretaria Nacional de Defesa Civil já realizou duas inspeções, tendo agendado uma nova para agosto. "A primeira vistoria restringiu-se à constatação in loco da implementação das ações de defesa civil, enquanto a segunda se destinou à análise físico-contábil das tarefas executadas", disse. O relatório da segunda inspeção, informou o órgão, será concluído até sábado.

Para o ministério, é importante destacar que a lei 12.340/2010 impõe ao "Poder Executivo federal o dever de apoiar os estados, o Distrito Federal e os municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública". O órgão, porém, lembrou que há regras e que elas devem ser cumpridas: "Sempre que restar constatada a má utilização, por parte dos entes beneficiários, dos recursos repassados pela União na forma da lei, é dever da Secretaria de Defesa Civil Nacional suspender a liberação dos recursos e, eventualmente, determinar a devolução dos recursos; além de comunicar o fato aos órgãos de controle interno ou externo competentes para adoção das medidas cabíveis".

Relatórios elaborados por técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria Geral da União (CGU) desde janeiro encontraram indícios de irregularidades em contratos sem licitação assinados pelas prefeituras e pelo governo do estado com empresas chamadas para socorrer cidades da Região Serrana. Em nota, o governo do estado negou irregularidades, mas não enviou ao GLOBO a relação das empresas beneficiadas por recursos federais e contratadas sem licitação. O TCU identificou falhas principalmente no preenchimento das planilhas onde são discriminadas as obras. O documento é usado como base para o cálculo do serviço executado e o posterior pagamento.

Em relação a Teresópolis, os técnicos do TCU escreveram, em março: "Analisando as planilhas, percebe-se que as medições não se encontram atestadas pelos fiscais dos respectivos contratos e tampouco estão acompanhadas dos diários e laudos de vistorias". Em outro trecho, chamam a atenção para um ato de reconhecimento de dívida assinado pela prefeitura com a empresa Contern Construção e Comércio Ltda: "No nosso entender, esse procedimento está eivado de ilegalidade". Nas primeiras respostas ao TCU, a prefeitura de Teresópolis disse que havia firmado contratos apenas com as empresas RW de Teresópolis Construtora e Consultoria LTDA (no valor de R$ 1,5 milhão) e Vital Engenharia Ambiental S/A (R$ 3,5 milhões), para atuarem na limpeza da cidade. As duas empresas são as mesmas que o empresário afirmou, como revelou O GLOBO ontem, terem sido supostamente beneficiadas pelo esquema de pagamento de propina montado na prefeitura.

Técnicos do TCU estranharam quando os administradores do município informaram que deviam cerca de R$ 3,5 milhões também à Contern e que o serviço fora executado no mesmo dia - e nos mesmos locais - onde a Vital Engenharia atuava.














DESCASO TOTAL: Dois trens da SuperVia colidem entre as estações de Queimados e Austin. Furto de cabos provoca atrasos no ramal Saracuruna

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Parece até notícia velha, mas não é, ontem novamente dois trens da Supervia bateram.

Sinceramente, essa empresa é um DESCASO TOTAL !!!

Reprodução do Globo on line

RIO - Dois trens da SuperVia que trafegavam pelo ramal Japeri colidiram, no início da tarde desta segunda-feira, entre as estações de Queimados e Austin. A concessionária informou que não houve feridos no acidente e que enviou técnicos ao local. A circulação no ramal chegou a ser interrompida entre as estações Austin e Japeri, mas já foi retomada em apenas uma das linhas, o que pode provocar atrasos de até 15 minutos nas viagens.

O ramal de Saracuruna também operou com problemas por causa de um roubo de cabos. Os reparos foram concluídos às 17h, e a circulação já retomou os intervalos regulares.

Em nota, a Agetransp informou que abriu processo e enviou fiscais para apurar o descarrilamento. "No incidente, detectado nesta segunda-feira, às 13h35m, através do CMC, o trem UP 170 UN 404/3491, que seguia em direção a Central do Brasil saiu dos trilhos e abalroou a composição UP 155 UN 2008/17, que vinha no sentido contrário", diz a nota.

Sobre o acidente no ramal de Japeri, a passageira Taiane dos Santos Leite contou que o trem que seguia em direção à Central do Brasil descarrilhou e bateu de lado numa composição que viajava no sentido oposto. Os dois trens seguiram raspando por algum tempo, o que assustou os passageiros. Eles precisaram descer dos vagões e seguir a pé pela linha férrea.

- Teve gente que ficou muito nervosa na hora e chegou a passar mal. Mas ninguém se machucou no vagão onde eu estava - relatou Taiane.

A SuperVia confirmou o relato da passageira sobre a colisão, acrescentando que o trem que ia para a Central descarrilhou 500 metros depois da estação de Queimados. Nesse momento, de acordo com uma nota da concessionária, a composição que vinha no sentido oposto (Japeri) "esbarrou na lateral da composição descarrilada e não pode passar por esse trecho. Os clientes desembarcaram na linha, com auxílio dos agentes da SuperVia, e caminharam até a estação Queimados, de onde prosseguiram viagem em outra composição".

A SuperVia instaurou uma comissão para investigar as causas da colisão. O laudo será concluído em até 30 dias.

Já por volta das 3h desta segunda-feira, a concessionária detectou um desarme no fornecimento de energia entre as estações Penha e Gramacho, do ramal Saracuruna, o que causou atraso do início da operação dos trens neste ramal. As composições, que deveriam começar a circular às 4h44m, só passaram a funcionar às 5h30m. O problema foi causado por furto de cabos de energia, e técnicos da concessionária ainda estão no local para fazer o reparo na rede. Ainda não há previsão para a regularização do serviço.

Agentes da concessionária conseguiram flagrar quatro homens furtando os cabos nas proximidades da estação de Duque de Caxias. Os acusados foram levados para a 59ª DP (Duque de Caxias). Segundo a SuperVia, dois deles são menores de idade. O caso será encaminhado à Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD).

Em nota divulgada mais cedo, a Agetransp informou que detectou o problema técnico no ramal de Gramacho e que permanece apurando o incidente com a concessionária.

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Governador Sérgio Cabral com teto quente e na praia do Leblon

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No dia 6 de julho de 2011 eu denunciei em primeira mão que o Governador Sérgio Cabral estava morando em um apartamento de milhões de reais na Delfim Moreira (praia do Leblon) (clique aqui e leia), depois descobriu-se que o imóvel é de um banqueiro, irmão do Eduardo Paes.

Pego de calça arriada, Sérgio Cabral providenciou uma "rápida" mudança para o Palácio das Laranjeiras.

Será que alguém vai investigar essa amizade e ligação de Sérgio Cabral com o Banco BTG Pactual ???

Agora é com o Noblat, leiam abaixo.

Reprodução do Blog do Ricardo Noblat


Quem tem amigos ricos e generosos viaja em jatinho de graça e não corre o risco de ficar desabrigado.

Recém-divorcidado, o governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, morou nos últimos dois meses em um amplo apartamento do prédio Diamond, no Leblon, esquina da avenida Delfim Moreira com rua Rainha Guilhermina.

O condomínio ali gira em torno de R$ 10 mil mensais.

O apartamento foi emprestado a Cabral por seu dono, Guilherme Paes, um dos executivos e sócios do Banco BTG Pactual, e irmão do prefeito Eduardo Paes.

Até onde sei, o banco não tem negócios com o governo do Rio.

De resto, o governador só tem compromisso de respeitar o Código de Conduta que baixou da data em que ele foi publicado no Diário Oficial para cá.

Como as leis, códigos também não retroagem.

Cabral mudou-se, hoje, para o Palácio das Laranjeiras.

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Três Rios sem UPP é a única cidade do interior a reduzir a violência

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A farsa das UPP's como política de segurança eficiente, vejam o exemplo de Três Rios, no Sul Fluminense, que foi a única cidade do interior a ter redução de violência.

Moral da história, política de segurança também se faz sem "UPP", mas com inteligência e objetividade.

Reprodução do jornal Extra, coluna Berenice Seara












'Tenho deputados e esportistas como clientes', diz policial preso por gravações ilegais

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Mandou o recado "tenho deputados" como clientes.

Será que todos esses políticos e deputados eram pseudo-cornos ?

Sem mais comentários.

Reprodução do jornal O Dia on line




Rio - Preso por agentes da Corregedoria Interna da Polícia Civil, nesta segunda-feira, em Copacabana, Zona Sul do Rio, por envolvimento em um esquema de escutas telefônicas ilegais, o policial civil José Maurício Bellini de Andrade, 39 anos, admitiu que tem muitos clientes e que 'pessoas importantes' como deputados e esportistas fariam parte de sua lista.

"Tenho muitos clientes, muita gente importante. Empresários, gente normal, esportistas, políticos, todos os que têm problemas com adultério", afirmou.

O policial civil nega trabalhar de forma ilegal e diz que é inocente. " Eu sou inocente e estou sendo preso injustamente. Eu desenvolvo um trabalho de investigação particular, em paralelo à polícia nas horas vagas e não sei o motivo de estar sendo envolvido nisso", disse José Maurício na delegacia", disse José Maurício.

Mesmo alegando que é vítima de injustiça, José Maurício admitiu fazer escutas telefônicas. "Fazemos gravações telefônicas da seguinte maneira: se você tem sua casa e o telefone está no seu nome, você diz que quer monitorar o que seu filho fala no telefone ou o que a empregada fala que eu instalo um aparelho diretamente no computador da pessoa. Agora fazer desvios para terceiros, isso não", completou.

A mesma operação prendeu outros três homens, ainda não identificados, que faziam parte da quadrilha e ofereciam os serviços de detetive nos sites www.gecidetetives.com.br e www.jmbinvestigacao.com.br. A empresa era contratada por cônjuges que suspeitavam de traição e companhias que pretendiam descobrir segredos da concorrência.

José Maurício foi localizado após três meses de investigação como parte da Operação Marimba. No apartamento dele foram apreendidos CDs, DVDs, um computador, documentos e R$ 8 mil, além de duas motocicletas - uma Suzuki V-Strom DL650 0 Km e uma Suzuki Burgman i, ambas sem placa.

De acordo com os policiais, José Maurício é policial civil há 14 anos e era lotado na 13ª DP. Sua agência de detetives ficava na Avenida Nossa Senhora de Copacabana e operava há cerca de 5 anos. De acordo com as investigações, o criminoso contratava um técnico de telefonia que agia com carro da Oi e era o responsável pelos grampos. O preço pago pelos clientes era de R$ 2 mil por 15 dias de escutas telefônicas.

No momento da prisão, José Maurício tentou se livrar de algumas provas que o incriminariam jogando quatro telefones celulares pela janela. Os aparelhos caíram no em um prédio em frente e puderam ser apreendidos. Todos os presos e o material recolhido foram levados para a sede da Corregedoria.
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Caso de corrupção com reboques da Locanty é antigo, mas Eduardo Paes finge que não sabia de nada

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Essa semana a BOMBA explodiu, dezenas de pessoas foram presas, a máfia do reboque, quase todas funcionários da Prefeitura do Rio e da empresa Locanty.

Mas o caso de corrupção em reboques da Locanty é antigo, ou vocês se esqueceram daquele bravo PM que prendeu um guarda municipal e o dois motoristas de um reboque em 20 de novembro de 2010 ?

Eu até fiz um vídeo no mesmo dia, em 20-11-2010, elogiando a conduta do PM, que posto abaixo novamente.



Clique e assista direto no Youtube.

Será que realmente o Prefeito Eduardo Paes não tinha conhecimento da máfia do reboque envolvendo a empresa Locanty ?

Por que o Prefeito Eduardo Paes não fez nada na época ?

A verdade é, todos sabiam da máfia do reboque, mas por motivos "desconhecidos" ficaram calado$$$ !!!

Clique aqui e leia a matéria de 20-11-2010.
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Jornalista Cristina Guimarães acusa a Rede Globo pela morte de Tim Lopes

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Eu já postei sobre esse assunto aqui, mas o site Terra Notícias publica na íntegra a matéria do Jornal do Brasil.

A pergunta é, o Ministério Público do Trabalho ou outras autoridades irão investigar essa grave denúncia contra a Rede Globo ?

A jornalista Cristina Guimarães, vencedora do Prêmio Esso em 2001 junto com Tim Lopes pela série 'Feira das drogas', afirmou que a Rede Globo, empregadora de ambos na época das reportagens, não ofereceu proteção a ela e ao colega, e que o repórter poderia estar vivo se a emissora tivesse dado atenção às ameaças recebidas. "Se dependesse da TV Globo, eu estaria morta", disse ela. Tim Lopes foi morto por traficantes em junho de 2002 durante uma reportagem sobre bailes funk no Rio de Janeiro.

De volta ao Brasil após passar oito anos se escondendo de traficantes da Rocinha, que ameaçavam matá-la depois de reportagem veiculada no Jornal Nacional, ela conta em livro como a TV Globo lhe virou as costas na hora de oferecer segurança. "Os traficantes da Rocinha ofereciam R$ 20 mil pela minha cabeça. Pedi ajuda à TV Globo e fui ignorada."

De acordo com Cristina, sete meses antes de Tim ser morto por traficantes do Complexo do Alemão, ela entrou com uma ação judicial de rescisão indireta, na qual reclamava da falta de segurança para jornalistas da emissora. As denúncias integram um livro escrito por ela e que deve ser lançado nos Estados Unidos no início do próximo ano. A obra, segundo a jornalista e publicitária, também deve virar filme.

"Não dava para escrever meu livro no Brasil. Aqui a Globo ainda tem uma influência muito forte e a obra poderia ser abafada de alguma maneira. Com o apoio do governo americano, fica mais fácil lançar nos EUA", disse.

As ameaças
Cristina conta que após o colega Tim Lopes levar à emissora o material da feira de drogas ao ar livre na favela da Grota, no Complexo do Alemão, a chefia pediu a ela para fazer mais imagens de outros lugares. Ela foi à Rocinha e à Mangueira repetidas vezes, mas os problemas, disse, começaram um mês depois da exibição da série. "Começaram a me telefonar de um orelhão que fica dentro da favela da Rocinha me chamando de 'Dona Ferrada' e dizendo que me pegariam. Diziam também que eu não escaparia, era questão de tempo. Diante das constantes ligações, conversei com a chefia do JN e pedi proteção. Fui ignorada."

Segundo ela, os bandidos teriam sequestrado e espancado um produtor do programa Esporte Espetacular, na tentativa de chegar aos autores da série de reportagens. "O que me assustou foi que a TV Globo não me falou nada." Cristina soube pelo caso por um jornal, e concluiu que a emissora não faria nada para protegê-la. "A Globo não quis saber se eu corria risco de vida. Os meus chefes diziam que as ameaças que eu recebia por telefone eram coisas da minha cabeça", disse.

Ao cobrir o caso de um garoto preso na Rocinha que pagava propina a um coronel, ela ouviu do suspeito "É, tia! Eu ferrado, mas tu também tá. Tá todo mundo atrás de você lá na Rocinha. Tua cabeça tá valendo R$ 20 mil". "Naquele momento, tomei a dimensão da situação em que eu me encontrava."

Cristina entrou com uma ação judicial no Ministério do Trabalho e seu vínculo com a emissora acabou, mas ela não se importa. "Não me arrependo de ter largado a Globo para trás. A minha vida vale muito mais do que R$ 3.100, que era o meu salário em 2001." Ela acredita que se tivesse continuado a produzir matérias, estaria morta "há muito tempo".

A jornalista afirmou ainda que, "sem dúvida nenhuma", a morte de Tim Lopes poderia ter sido evitada pela emissora. "Eu falei sobre os riscos que estávamos correndo sete meses antes de os traficantes do Alemão matarem o Tim Lopes. Eu implorei por atenção a estas ameaças e o que fez a TV Globo? Ignorou tudo."

Procurada pela reportagem do Jornal do Brasil, a assessoria da Rede Globo não retornou às solicitações para esclarecimento das acusações desta matéria.

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Jornalista acusa a Rede Globo pela morte de Tim Lopes

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Essa matéria do Jornal do Brasil publicada hoje é uma BOMBA, apesar de, sinceramente, para mim não ser nenhuma surpresa, já tinha ouvido boatos sobre o assunto.

Uma jornalista ACUSA Rede Globo pela morte do jornalista Tim Lopes.

Hoje farei a assinatura do JB on line somente para poder ter acesso a essa matéria, e publicarei aqui na íntegra.

Mas uma vez se comprova que as Organizações Globo se preocupam apenas com os seus interesses, ou seja, o lucro.

Em tempo, as denúncias feitas pelas jornalistas são GRAVÍSSIMAS, perunta-se, o Ministério Público do Trabalho e demais autoridades farão alguma investigação ???


Reprodução do jornal do Brasil on line

Se dependesse da TV Globo, eu estaria morta”. A declaração da jornalista Cristina Guimarães – vencedora do Prêmio Esso em 2001, junto com Tim Lopes, pela série ‘Feira das drogas’ – promete causar polêmica e agitar os bastidores do caso que ficou conhecido em todo o país. De volta ao Brasil após passar oito anos se escondendo de traficantes da Rocinha, que ameaçavam matá-la depois de reportagem veiculada no Jornal Nacional, ela conta em livro como a TV Globo lhe virou as costas e garante que o jornalista poderia estar vivo se a emissora tivesse dado atenção às ameaças recebidas.

De acordo com Cristina, sete meses antes de Tim ser morto por traficantes do Complexo do Alemão, ela entrou com uma ação judicial de rescisão indireta, na qual reclamava da falta de segurança para jornalistas da emissora. As denúncias integram o livro que está sendo escrito por Cristina e deve ser lançado nos Estados Unidos, no início do próximo ano. A obra, segundo a jornalista e publicitária, também deve virar filme.

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DESCASO E OMISSÃO: Prefeitura do Rio e empresa Locanty ferram o povo nas operações de reboque

Realmente Sérgio Cabral e Eduardo Paes estão "somando forças" para quebrar o Rio, depois, dos escândalos de ROUBALHEIRA, CORRUPÇÃO e TRÁFICO DE INFLUÊNCIA no Governo do Estado do Rio de Janeiro, agora é a vez da Prefeitura do Rio, ou seja, Eduardo Paes.

O famoso programa "choque de ordem", a grande vitrine política do Prefeito Eduardo Paes, se revela uma máquina de propina, roubalheira, e furto de veículos dos cidadãos, envolvendo servidores municipais e a empresa Locanty.

O pior, é que o Prefeito Eduardo Paes teve a CARA DE PAU de dizer em público que a Prefeitura do Rio de Janeiro não fazia a fiscalização dos serviços "prestados" pela empresa Locanty, que cabia a ela mesmo se "auto-fiscalizar".

Dezenas de pessoas foram presas, entre servidores da Prefeitura e funcionários da Locanty, por fraude, furto, e corrupção, nas operações de reboques e nos depósitos da empresa.

Após a matéria do Fantástico, o Prefeito Eduardo Paes comunicou o CANCELAMENTO do contrato com a Locanty, mas como sempre, Dudu Paes voltou atrás, e permitiu que a empresa envolvida em fraudes voltasse a operar mas "sob intervenção", até que seja contratada uma nova empresa "sem licitação" em caráter emergencial.

O que chama atenção, é que na matéria do Fantástico, o Secretário de Ordem Pública disse que a empresa Locanty não tinha a mínima condições de continuar operando, mas mesmo assim Eduardo Paes permitiu que ela votasse a rebocar carros, como assim ?

A polícia informa que a quadrilha operava há mais de um ano, pergunta, o Prefeito Eduardo Paes nunca ouviu, e viu nada ? Mesmo mais de 40 carros tendo sido furtados dos depósitos da Locanty ?

Outra pergunta, como é que o Prefeito Eduardo Paes não fez nenhum tipo de fiscalização e controle sobre as operações da Locanty ?

Em outras palavras, o Rio de Janeiro estava ABANDONADO, entregue a uma empresa que lesou dezenas de pessoas.

Não posso terminar sem registrar um PROTESTO, quem viu a matéria do Fantástico (clique no link abaixo) deve ter ficado surpreso, a Rede Globo teve "exclusividade", foi o único órgão de imprensa que acompanhou as operações policiais.

A Rede Globo, na verdade, foi comunicada com muita antecedência da operação, inclusive, das pessoas que iam ser presas, tanto é verdade que pôde fazer filmagens com câmeras escondidas com elas para poder exibir no Fantástico.

Pergunta, por que a Rede Globo goza desse privilégio nos Governos do Sérgio Cabral e Eduardo Paes sobre os demais meios de comunicação ?

Cometi um erro, é o Rio de Janeiro de Sérgio Cabral, Eduardo Paes e Rede Globo "comando forças" para ferrar o povo.


RIO - A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) informou no fim da tarde desta segunda-feira que a Locanty continuará a rebocar veículos estacionados de forma irregular na cidade do Rio, até que uma nova empresa, a ser contratada de forma emergencial, assuma as funções de reboque, depósito e retirada de veículos. "Fiscais da Seop e guardas municipais estão intervindo nos depósitos desde às 6h de hoje, monitorando todo o trabalho de liberação de veículos", diz a nota da Seop.

Depois de romper o contrato com a empresa Locanty, a Seop divulgou uma primeira nota, nesta segunda-feira, informando que os motoristas que tiveram veículos rebocados podem retirar os automóveis normalmente dos depósitos. Ainda segundo a secretaria, cabe à Locanty esvaziar os pátios fazendo a devolução dos veículos rebocados assim como realizar os leilões já agendados. "Essa responsabilidade está prevista no contrato e não fica suspensa com o seu rompimento", reitera a nota.

A decisão de cancelar as relações com a empresa foi tomada com base na investigação da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFA), que levou à prisão 19 pessoas envolvidas numa quadrilha especializada em apagar multas, liberar e até mesmo roubar veículos rebocados no último ano, Rio. Nesta segunda-feira, a polícia indiciou mais três pessoas suspeitas de envolvimento no esquema de fraudes e roubo de veículos em depósitos públicos do Rio. Os três suspeitos prestaram depoimento também nesta segunda-feira na 73ª DP (Neves), em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Os investigadores chegaram até eles por causa de uma testemunha que quase comprou um carro roubado. Depois de assistir a uma reportagem do RJTV, ela procurou a polícia. A 73ª DP apresentou, nesta segunda, uma lista com dez motos e 17 carros desviados de depósitos. Segundo a polícia, quatro já foram recuperados.

Guardas municipais e agentes da Coordenadoria de Fiscalização de Estacionamento e Reboques da Seop estão auxiliando os motoristas no processo de retirada dos veículos na manhã desta segunda-feira. Em caso de dúvidas, os proprietários podem acessar o site da prefeitura .

No comunicado, a secretaria informa ainda que fará um contrato emergencial para os serviços de reboques, depósito e entrega dos veículos nos próximos dias. Os carros estacionados irregularmente continuarão a ser multados.

Segundo a Seop, a Locanty tem a responsabilidade de esvaziar os pátios, devolvendo os veículos rebocados e realizando os leilões já agendados, conforme previsto no contrato assinado com a prefeitura, apesar do rompimento.

Após a prisão da quadrilha que fraudava documentos para liberar carros rebocados, na semana passada, a Seop informou que vai instalar câmeras e GPS nos reboques. A partir de agora, os veículos também só serão liberados através de uma chave de segurança no sistema do Detran, disponível após o pagamento das multas pendentes.

Responsável pela investigação, o delegado Márcio Mendonça disse que a quadrilha foi responsável pelo roubo de pelo menos 40 veículos, retirados dos depósitos. Segundo ele, a quadrilha falsificava documentos para liberar carros, que ficavam em depósitos administrados pela Locanty, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, sem que os proprietários pagassem as multas devidas.