Rádio Blog do Ricardo Gama

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O que você acha da Lei Seca ?

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Dá uma força aqui no blog, gostaria de saber a sua opinião sobre a Lei Seca, participe votando no lado esquerdo.

Abraços,

Ricardo Gama

Mesmo com UPP, favela da zona sul do Rio de de Janeiro muda de facção

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Alguém explica isso ?


UPP da Babilônia não acabou com o tráfico, mas fez mudar a facção criminosa que dominava a comunidade.

E aí Secretário de Segurança José Mariano Beltrame o que tem a dizer ?

Não gosto de vagabundo, não gosto de traficante, tudo é bandido e tem que ir para a CADEIA.

Mas também não gosto de MENTIRAS, e já está provado que o Governo Sérgio Cabral com o apoio da imprensa está escondendo a realidade das comunidades pacificadas.

Isso é uma vergonha, o poder público tem que ser transparente com o povo.

Reprodução do site R7.



Mesmo com a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) já instalada no morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio de Janeiro, o controle da venda de drogas mudou de facção criminosa, segundo apontam investigações da Delegacia de Copacabana (13ª DP).

Quando a UPP foi implantada, em junho de 2009, a Babilônia era controlada por traficantes do morro da Serrinha, em Madureira, na zona norte carioca. Meses antes, eles haviam expulsado os rivais da facção ligada ao Complexo do Alemão, também na zona norte.

Com a pacificação, os bandidos da Serrinha deixaram o local e, com a morte do traficante conhecido como Cagado, que havia comandado a invasão na Babilônia, o grupo ligado ao Alemão preparou a volta à comunidade.

Em dezembro do mesmo ano, um criminoso conhecido como Johnny, nascido e criado na Babilônia, recebeu progressão na cadeia para o regime semiaberto e não voltou mais para a prisão. Ele reuniu membros da facção do Alemão que estavam escondidos no morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e voltou para a Babilônia.

Em uma investigação que resultou na prisão de 16 pessoas em janeiro, policiais da 13ª DP descobriram que os traficantes da Babilônia e do Pavão-Pavãozinho estavam associados na distribuição de drogas para pessoas de classe média, entre eles de um empresário que vivia em um apart-hotel de luxo no Leblon, zona sul da cidade.

Segundo as investigações, as drogas vendidas por bandidos da Babilônia são fornecidas por traficantes da favela do Jacarezinho, na zona norte, onde estaria escondido Johnny.


Quem é a nova chefe da Polícia Civil, Marta Rocha, a policial (delegada) ou a política ???

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Leia bem a matéria abaixo, já volto.

Reprodução do jornal Extra de hoje, coluna Berenice Seara



Voltei.

Pelo histórico da nova chefe da Polícia Civil, Marta Rocha, já percebeu que a moça está doida para virar deputada, morre de "amores" pela política, mas os eleitores, bem esses aí, não estão muito afim de eleger a Dra. Marta Rocha.

Aí eu fico me perguntando, qual a Marta Rocha que é a Chefe da Polícia, a policial (delegada), ou a política ???

No início até me enganei, mas hoje não resta dúvidas, a nomeação da Dra. Marta Rocha foi totalmente política, alguém para "resolver" os problemas de Sérgio Cabral, primeiro, ABAFANDO as investigações que começaram por causa dos ataques de Allan Turnowski, e segundo, não criar novos problemas para Cabral, ou seja, deixando tudo do jeito que está.

O que Marta Rocha ganha ?

Bem, um cargo de projeção, o que facilitará a sua vida nas próximas eleições, agora a chance da Dra. Marta Rocha de se eleger ficou bem mais fácil.

A pergunta é, valerá o preço a se pagar Dra. Marta Rocha por esse papelão ???

Operação da PF Guilhotina tinha outro nome, mas em cima da hora mudou, por que Sérgio Cabral ?

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Reprodução da Revista Veja, coluna Radar on-line

Gente eu venho acompanhando com um lupa essa operação Guilhotina da Polícia Federal, posso dizer com tranquilidade que existe muita LAMA em baixo do tapete do Governo do Sérgio Cabral.

Vejam a nota acima publicada pela Revista Veja:

"Faltando uma semana para ser deflagrada a operação da PF que provocou uma guerra na Polícia Civil do Rio tinha outro nome. Era para ser chamar Estado Negro, mas, sabe-se lá, por que mudou para Guilhotinha em cima da hora".

Eu fiquei na Polícia Federal toda a quinta-feira, no dia em que Allan Turnowski foi indiciado pela PF (clique aqui e leia), com base em fontes seguras, posso dizer que o Governo Sérgio Cabral só soube dessa operação da PF uma semana antes, mas mesmo assim foi "vazado" pouca coisa para Cabral.

Mas uma semana antes da operação ser deflagrada, como a Revista Veja publicou, a operação ia ser chamada de Estado Negro, porém, essa informação chegou aos ouvidos de Sérgio Cabral, que usando toda a sua FORÇA, e com medo de um prejuízo maior, já que a palavra "estado" poderia facilmente ser associada a "governo", conseguiu politicamente que o nome da operação fosse mudado para Guilhotina.

Estado Negro = Governo Sérgio Cabral

Tal fato está registrado no inquérito da PF, durante todo o tempo os policiais escreveram nos autos o nome "Estado Negro".

Por que a Polícia Federal teria mudado em cima da hora o nome da operação de Estado Negro para Guilhotina ?

E digo mais, com base em fonte segura, posso dizer que o Governador Sérgio Cabral está desesperado com essa operação Guilhotina da PF e os desdobramentos que pela poderá ter, pois, sabe que outras pessoas podem ser envolvidas, na verdade, pode até EXPLODIR o Governo Sérgio Cabral.

Há muita pressão sendo feita para que aliviem Allan Turnowski, pois, o Governo Sérgio Cabral sabe que ele hoje é um "homem bomba", ou vocês acham que foi uma coincidência, mesmo a imprensa fazendo graves denúncias contra Turnowski, ele foi indiciado apenas por Violação de Sigilo Funcional ???

Para quem não sabe, o crime de Violação de Sigilo Funcional é considerado crime de menor potencial ofensivo, que se resolve com o pagamento de uma cesta básica.

A Polícia Federal é um exemplo, mas ela infelizmente é comandada pelo Ministério da Justiça que é do PT, e mesmo tendo policiais bravos e guerreiros, infelizmente, não consegue transpor barreiras e pressões políticas.

Eu ainda tenho fé, o Governo Sérgio Cabral pode ter conseguido mudar o nome da operação, pode ter conseguido tirar Allan Turnowski de circulação (ele viajou para o exterior), mas mesmo assim ainda acredito na Polícia Federal e na justiça, ninguém consegue ficar "blindado" para sempre.

Sérgio Cabral e outros, a sua hora vai chegar, cedo ou tarde vocês terão que prestar contas com a justiça.

Lugar de BANDIDO e VAGABUNDO é na CADEIA !

Advogado entra com ação para que seja devolvido a cidade o valor de R$ 6,4 milhões pagos pelo Show de Roberto Carlos em Copacabana

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Esse blog está com a alma lavada, ao menos por enquanto.

A imprensa do Rio de Janeiro se CALOU ante as aberrações que envolveram o show do Roberto Carlos no dia 25 de dezembro em Copacabana, um verdadeiro ABUSO.

Durante todo o tempo, eu fui catando notinhas nos jornais e denunciando todo o esquema, até que um advogado, o Dr. Marcelo Tavares, tomou ciência das denúncias através deste blog e resolveu agir (clique aqui e leia todas as denúncias feitas e o número do processo).

O advogado, Marcelo Tavares, entrou com um ação popular no Tribunal de Justiça do Rio pedindo que seja devolvido aos cofres da cidade os R$ 6,4 milhões pagos pela prefeitura à empresa de Roberto Carlos por seu show no Natal, em Copacabana.

Agora é com a justiça.

Em tempo, parece que teremos que fazer algo de novo, por que a "nova" idéia do Eduardo Paes agora é gastar R$ 10 milhões do povo para comprar um "palacete" e dar de presente para o ex-presidente Lula montar a sua fundação (clique aqui e leia).

Reprodução do jornal Folha de São Paulo de hoje.



Reprodução da Folha de São Paulo on line.


Matéria de MARCELO BORTOLOTI DO RIO

Uma ação popular que tramita na Justiça do Rio quer de volta aos cofres da cidade os R$ 6,4 milhões pagos pela prefeitura à empresa de Roberto Carlos por seu show no Natal, em Copacabana.

O show foi transmitido pela Globo, mas a emissora não participou das despesas.

Na ação, o advogado Marcelo Tavares, 42, argumenta que um show semelhante, de 2008, na praia de Iracema, em Fortaleza, custou à prefeitura local R$ 1,34 milhão.

O empresário de Roberto Carlos, Dody Sirena, diz que não há nenhum problema jurídico no valor pago. De acordo com ele, o cachê do cantor varia de acordo com o retorno esperado. "O preço de um artista não é tabelado como um sapato ou um carro."

Sirena diz que um show transmitido pela televisão pode custar até três vezes mais que um convencional.

Ele afirma ainda que uma outra apresentação do cantor aberta ao público, em 2009, em Florianópolis, que não foi transmitida, custou mais caro que a de Copacabana --mas não revelou quanto.

A Prefeitura de Florianópolis disse que, por questões contratuais, não poderia informar quanto pagou.

O secretário de Turismo do Rio, Antônio Pedro Figueira de Mello, diz que cada artista estabelece seu preço e que, neste caso, a cidade ganhou mais que o desembolsado.

De acordo com ele, a taxa de ocupação hoteleira, que nesta época costuma ficar em 50%, subiu para 70%. E o movimento turístico no Réveillon também foi maior. "Quando fazemos um show na praia é para vender a cidade. E a divulgação pela Globo ajudou muito isso", diz.

Para o advogado que entrou com a ação, porém, a Rede Globo se beneficiou com a transmissão. "O município deveria ter feito uma concorrência para ver qual emissora ofereceria mais vantagens."

A prefeitura não conseguiu nenhum patrocinador para o evento. Já a Globo vendeu quatro cotas de patrocínio. O valor de tabela de cada cota é de R$ 1,2 milhão.

De acordo com a Central Globo de Comunicação, a emissora mantém um contrato com o cantor que prevê um show anual com transmissão exclusiva.

"O show já estava pago ao Roberto por conta disso. E, pelo mesmo contrato, Roberto não pode ceder sua imagem a nenhuma TV", informou a assessoria. A emissora não revela valores.

Operação Guilhotina: TJ aceita denúncia contra acusados

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Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiu a casa !!!

Tribunal de Justiça aceitou as denpúncias contra os acusados, agora é a hora de prestar as contas.

Mas é isso, acabou ???

Gente, ainda tem muita SACANAGEM e ROUBALHEIRA no Governo Sérgio Cabral, espero que a Polícia Federal esteja fazendo outras operações, ou dando continuidade a Guilhotina.

Por que, com certeza, ainda tem muito peixe graúdo no Governo Sérgio Cabral para ser guilhotinado.

Polícia Federal neles !!!

E lugar de BANDIDO e VAGABUNDO é na CADEIA.

Parabéns POLÍCIA FEDERAL, o povo do Rio de Janeiro AGRADECE, muito obrigado.

Reprodução do jornal Extra on line.


RIO - O Tribunal de Justiça (TJ-RJ) confirmou na noite desta sexta-feira que aceitou a denúncia do Ministério Público contra 44 investigados - inclusive o ex-chefe operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Antônio de Oliveira - na Operação Guilhotina. Com o recebimento da denúncia pela Justiça, será iniciado o processo penal contra os réus acusados dos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, peculato e violação de sigilo funcional e outros delitos. A denúncia do MP foi feita ao Juízo da 32ª Vara Criminal da Comarca do Rio.

O Ministério Público estadual denunciou Oliveira, nesta sexta-feira. Ao todo, os promotores apresentaram quatro denúncias à 32ª Vara Criminal do Rio. Na acusação feita contra o delegado Carlos Oliveira, outras 20 pessoas são apontadas como integrante da quadrilha (dez são policiais civis ou militares). MP ainda vai analisar possível denúncia contra Allan Turnowski.

Para os promotores, as pessoas denunciadas controlavam e participavam da milícia na favela Roquete Pinto, em Ramos. O MP, embasado nas investigações da Polícia Federal, afirma que Carlos Oliveira, ex-braço direito de Turnowski e do ex-secretário municipal de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, facilitava as "atividades ilícitas do grupo". Em nota, a coordenação de imprensa da Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro afirmou que o delegado Oliveira não era braço direito do ex-secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem. Segundo o comunicado, ele foi subchefe por três meses, mas não braço direito. O chefe de gabinete do Bethlem era o procurador Maurício Toledo.

Segundo o documento, ele também exercia influência nas delegacias, onde os policiais acusados de corrupção estavam trabalhando, para que eles ficassem livres para desviar armas durante as operações e se apropriassem de "espólios de guerra" (bens de traficantes). Se o delegado Carlos Oliveira for condenado, a pena somada chega a 23 anos de prisão.

Policiais militares roubaram até pares de tênis na Guerra do Alemão

O quarto grupo denunciado, nesta sexta-feira, pelo Ministério Público estadual, reúne quatro policiais militares: Floriano Jorge Evangelista de Araújo, o Xexa; Ivan Jorge Evangelista de Araújo, Wellington Pereira Araújo, e Carlos Eduardo Nepomuceno Santos, o Edu; foram pegos em interceptações telefônicas, autorizadas pela Justiça, e são acusados de terem roubado, durante as operações de retomada do Complexo do Alemão, em novembro de 2010, bens de traficantes e sete pares de tênis.

Eles são acusados de cobrarem propina de R$ 80 mil mensais ao traficante Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, apontado pela polícia como um dos maiores distribuidores de cocaína no Rio e que foi morto em março de 2010. O dinheiro seria dividido igualmente entre os quatro e, de acordo com as investigações, coube ao sargento da PM Ivan Jorge Evangelista de Araújo cobrar a proprina a Roupinol. Quando o pedido foi feito, Ivan Evangelista estava lotado na Delegacia de Combate às Drogras (DCOD).

O policial Carlos Eduardo Nepomuceno Santos, segundo a denúncia, era responsável ainda por um esquema de agiotagem.

Eles foram denunciados por formação de quadrilha, peculato e corrupção passiva. Se condenados, a pena pode chegar a 27 anos de prisão.

Policiais roubavam armas de uma facção para vender a rivais

O Ministério Público estadual denunciou seis pessoas - entre elas, quatro policiais civis e um militar -, acusadas de participarem de uma quadrilha que roubava armas da mais antiga facção criminosa do Rio e as vendia a quadrilhas rivais. Os beneficiados eram os traficantes Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico no Morro da Rocinha, em São Conrado; e Rogério Rios Mosqueira, o Roupinol, que comandou o tráfico no Morro do Estácio, no Centro, e foi morto em março de 2010.

Os policiais civis denunciados são Aldo Leonardo Premoli Ferrari, Flávio de Brito Meister, Jorge Prado Ramos e Leonardo da Silva Torres, o Trovão, que ganhou notoriedade por participar de operações policiais usando um uniforme camuflado e por acender um charuto ao final das ações. Além de venderem armas, em 2009, eles ganhavam R$ 50 mil por mês para informarem Nem e Roupinol sobre as operações da polícia.

Além dos quatro, foram denunciados o policial militar André Luiz Aragão Mirandela e Luis Carlos Magalhães, que fazia a ligação entre os policiais e os traficantes.

Em 3 de setembro de 2009, uma operação para prender Roupinol foi abortada, após a cúpula da Polícia descobrir que a ação tinha sido informada aos traficantes.

Os policiais foram denunciados por formação de quadrilha, peculato (quando um funcionário público usa sua função para se apropriar de valor ou bem), corrupção passiva e violação de sigilo funcional (vazamento de informação sigilosa). Se condenados, a pena prevista é de até 33 anos.

Luis Carlos Magalhães, o único que não é policial, foi denunciado por comércio ilegal de arma de fogo. A pena varia de quatro a oito anos.

O MP apresentou, nesta sexta-feira, quatro denúncias contra 43 pessoas - entre elas, há 30 policiais civis ou militares. De acordo com as investigações, os grupos trabalhavam independentemete, mas contavam com a proteção de policiais em cargos estratégicos dentro da polícia. Além disso, alguns do integrantes de cada bando tinha relação pessoal e profissional com outros denunciados.

MP: Oliveira usou milícia para se promover

Na denúncia do Ministério Público contra o delegado Carlos Olveira e mais 19 pessoas - uma das quatro apresentadas nesta sexta-feira -, os promotores esclarecem que o policial militar aposentado Ricardo Afonso Fernandes, o Afonsinho, e seus dois filhos, os inspetores de polícia Christiano e Giovanni Gaspar Fernandes, eram responsáveis por arregimentarem informantes em favelas dominadas por traficantes para facilitar as operações do delegado Carlos Oliveira. O objetivo é que eles conseguissem dados que facilitassem as ações policiais comandadas pelo ex-titular da Delegacia de Repressão à Armas e Explosivos (Drae) e, dessa forma, o desse visibilidade na grande imprensa.

Com essa estrutura montada e a exposição na mídia, Oliveira visava uma "colocação em algum órgão estratégico", de acordo com a denúncia do MP. O documento acrescenta que as operações eram criadas também para que o bando se apropriasse de armas, munições e bens dos traficantes.

Milícia protegida por Carlos Oliveira controlava estacionamento no Piscinão de Ramos

Uma das quatro denúncias apresentadas, nesta sexta-feira, à 32ª Vara Criminal do Rio, aponta que a milícia na favela Roquete Pinto, em Ramos, cobrava até para os motoristas estacionarem no Piscinão de Ramos. Segundo os promotores, o grupo faturava também com o tradicional controle sobre venda de gás e água, sobre o serviço de distribuição ilegal de TV a cabo e sobre o transporte feito por vans e kombis.

Além desses desses "negócios", os milicianos, que contavam com a proteção do delegado Carlos Oliveira, ex-braço direito do ex-chefe de Polícia Allan Turnowski, cobravam taxas de segurança e sobre a venda de qualquer imóvel na região.

O policial militar aposentado, Ricardo Afonso Fernandes, o Afonsinho, e seus filhos, o inspetor da 22ª DP (Penha) Christiano Gaspar Fernandes, e o inspetor Giovanni Gaspar Fernandes, são apontados como o primeiro escalão da milícia. Segundo a acusação do MP, eles atuavam na região desde meados de 2006.

A denúncia foi assinada pelos promotores Homero das Neves Freitas Filho, Alexandre Murilo Graça, Márcio José Nobre de Almeida e Luis Otávio Figueira Lopes, da 1ª Central de Inquéritos do MP.

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, disse, na manhã desta sexta-feira, que está à disposição da Polícia Federal e de qualquer autoridade para prestar esclarecimentos sobre as denúncias que envolvem o delegado Allan Turnosvki. O ex-chefe da Polícia Civil foi indiciado, no início da noite de quinta-feira, por vazamento de informações.

Turnowski teria sido flagrado em grampos telefônicos alertando o inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre uma investigação da Polícia Federal. A conversa interceptada por policiais federais teria acontecido em 2010, depois de a PF chegar a um informante que trabalhava na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod). Allan teria dito a seu subordinado para ficar atento, porque a PF preparava uma operação. Um dos alvos do inquérito, Christiano acabou preso. O ex-chefe da Polícia Civil negou as informações, e diz que teria falado com o inspetor a pedido de Beltrame.

(Conheça os principais personagens da crise de Polícia Civil)

Saiba mais sobre a Operação Guilhotina

A Operação Guilhotina disparou uma crise na Polícia Civil do Rio. No dia em que a ação foi deflagrada, na última sexta-feira, Allan Turnowski foi chamado a depor na Polícia Federal sobre o envolvimento de seu ex-subchefe operacional, Carlos Oliveira, com uma quadrilha ligada ao desvio e venda de armas a traficantes. Ele disse que, se houvesse alguma prova de sua participação no esquema, ele teria sido preso, mas sequer foi indiciado. No entanto, depois da Operação Guilhotina, sua substituição na chefia de polícia passou a ser considerada.

Dois dias depois de prestar seu depoimento, Turnowski determinou uma devassa na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), onde, sob o comando do delegado Claudio Ferraz, começou parte da investigação que resultou na Operação Guilhotina. A delegacia teve as portas lacradas. A iniciativa de investigar a Draco, segundo o chefe da Polícia Civil, foi tomada a partir de denúncias sobre o suposto envolvimento da equipe do delegado Claudio Ferraz em extorsões contra empresários e prefeituras. O delegado Allan Turnowski foi afastado do comando da Polícia Civil na terça-feira, após conversa com Beltrame.

Beltrame delira como Cabral e diz que "polícia é capaz de resolver seus problemas", só se for a Polícia Federal

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Esse blog as vezes fica chato, mas não tenho opção, a "cúpula" do governo fica falando as mesmas CAGADAS, e eu tenho que ficar repetindo as mesmas coisas.

Secretário de Segurança José Mariano Beltrame disse que a "polícia é capaz de resolver os seus problemas", como assim, a qual polícia ele se refere ???

Infelizmente, a polícia do Rio se mostra INCAPAZ de resolver os seus problemas, conforme foi revelado pela Operação Guilhotina.

O pior, é que a nova xerife, Marta Rocha, manteve o mesmo corregedor, ou seja, nada será mudado.

Por isso, novamente, Polícia Federal neles.

Reprodução do site R7.


Sem a presença de Allan Turnowski, que enviou representante para informar que no momento prefere ficar resguardado, a delegada Marta Rocha tomou posse nesta sexta-feira (18) no cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Na cerimônia, a nova chefe e o secretário da Segurança Pública, José Mariano Beltrame, frisaram que a instituição passa por transformações.

- Com certeza este é o maior e mais importante desafio da minha história pessoal e profissional. Ao longo da minha vida, como mulher e policial, presenciei as mais diversas situações. Passei por vários lugares, fiquei noites sem dormir, busquei a imparcialidade e após 28 anos como policial civil, cheguei ao posto pelo qual nunca imaginei chegar.

O secretário da Segurança Pública, José Mariano Beltrame, aproveitou a oportunidade também para agradecer ao chefe anterior, mas fez questão de frisar que a Polícia Civil está passando por transformações.

- A valorização de uma instituição passa indiscutivelmente pela capacidade que ela tem de resolver os seus próprios problemas. A doutora Marta Rocha chega definitivamente aliada a este propósito. Esta instituição passa, sim, por mudanças e transformações. Nós não vamos perder o que foi conquistado e vamos continuar. A senhora [Marta Rocha] tem o meu apoio e depois de tamanha aclamação não poderia ser diferente.

Quando questionada como será a atuação em áreas controladas por milícia, Marta disse que já atuou no combate a esse tipo grupo organizado, em 2007, e que sob sua chefia não há territórios intocáveis.

A nova chefe da polícia reiterou também que é necessário fazer uma readequação no contingente policial na capital, dando preferência para delegados de primeira classe, mas em casos excepcionais, delegados de segunda classe também podem ser enviados a distritos em que se considere o perfil mais adequado.



Sérgio Cabral delira e diz que "investigações dentro da polícia valorizam política de segurança"

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Sérgio Cabral deve estar de sacanagem como o povo ???

"Investigações dentro da polícia" ???

Que investigações a ele se refere ???

Só se for a da Polícia Federal, como a operação Guilhotina, que derrubou até o chefe da Polícia Civil Allan Turnowski.

Por que se depender dessa corregedoria vergonhosa, que por sinal foi mantida pela delagada Marta Rocha, nada será investigado.

Sérgio Cabral, sinceramente, ou é um humorista, ou insiste em fazer o povo de BOBO !!!

Polícia Federal neles, melhor, no Governo Sérgio Cabral.

Em tempo, vocês acham que o Governo Sérgio Cabral quer que algo seja investigado ???



Em um clima de festa, o governador do Estado, Sérgio Cabral foi recebido na base da Forca de Pacificação do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (18). A visita marcou a troca dos soldados que ocupam o complexo desde 23 de dezembro de 2010.

O governador do Estado comentou as informações sobre os vazamentos e os escândalos que envolvem a polícia neste momento.

- A política de segurança pública continua, sob o comando do Beltrame, na mesma direção. Todas as situações que demandam investigações dentro da polícia, só valorizam a política de segurança pública do Estado.

O general Cezar Leme Justo, com a brigada de infantaria motorizada, assumiu o comando da Forca de Pacificação. A troca dos cerca de 1.700 mil militares da brigada de Infantaria paraquedista, sob o comando do general José Lavaquial Sardenberg, deve estar concluída no domingo (20).

Segundo o general Adriano Pereira Júnior, comandante militar do Leste, as principais situações em que os militares são requisitados para solucionar estão relacionadas ao cotidiano de qualquer comunidade, como brigas familiares e confusões causadas pelo excesso do consumo de bebida.

De acordo com o último balanço da força, divulgado no início do mês, foram feitas 72 detenções e 11 prisões, sendo sete por tráfico de drogas; apreendidos oito fuzis, cinco pistolas, 2.000 munições de diversos calibres, 18 quilos de cocaína, sete de maconha e três de crack.

Secretário José Mariano Belrame vira advogado de defesa de Allan Turnowski

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Operação ABAFA, Sérgio Cabral e o Secretário de Segurança Pública fazem OPERAÇÃO PROTEGE Allan Tunoski.

O que temem tanto Cabral e Beltrame ???

Será o medo de Allan Turnowski abrir a boca, e derrubar o Palácio da Guanabara ???

Conforme revelado pelo site R7 (abaixo), é claro a postura de Beltrame em proteger , defender, e advogar por Allan Turnowski.

Alô Polícia Federal ainda tem muito caroço nesse angu !

Reprodução do site R7.



O secretario de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, falou na manhã desta sexta-feira (18) sobre o indiciamento do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Allan Turnowsk.

- É temerário fazer comentários, uma vez que não se conhece o teor de tudo que tem na Polícia Federal.

Quando questionado se irá prestar depoimento, Beltrame se mostrou disposto a colaborar com as investigações.

- Se tiver que ser ouvido, falarei sem problemas. Isso faz parte do processo.

Corregedoria abre procedimento contra juiz João Carlos de Souza Correa, da 1ª Vara de Búzios

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É como seu sempre digo, um dia a casa cai, e a do juiz João Carlos de Souza Correa, da 1ª Vara de Búzios começa a cair.

E digo de novo, esse juiz não tem condições de exercer o cargo de magistrado.

FOOOOOOOOOOOOOOORA com ele !!!



RIO - As denúncias sobre o juiz João Carlos de Souza Correa, da 1ª Vara de Búzios, reveladas pelo GLOBO, começam a ser apuradas. O comportamento do magistrado foi tema de conversa entre o presidente do Tribunal de Justiça, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, e o corregedor-geral, Azevedo Pinto. Segundo o corregedor, já foi instaurado um procedimento contra o juiz para apurar a voz de prisão que ele deu a uma agente da Operação Lei Seca, domingo passado. As outras denúncias contra o juiz também serão investigadas, na medida em que chegarem à corregedoria. Segundo o corregedor, quando a denúncia contra um juiz é confirmada com provas, a sindicância é rápida.

Além de dar voz de prisão a uma agente da Operação Lei Seca após ser flagrado sem habilitação ao volante de um carro sem placa, o juiz é acusado de ter desacatado turistas que reclamaram de uma festa barulhenta que promovia num quarto de hotel; de ter obrigado um funcionário da concessionária Ampla a religar a luz de sua casa, cortada por falta de pagamento; de ter discutido com um policial rodoviário federal após passar por um posto da PRF em alta velocidade e com um giroflex proibido ; de "pendurar" contas em estabelecimentos comerciais; e de ter tentado fazer compras no free shop de um cruzeiro sem ser passageiro.

Por enquanto, a corregedoria investiga apenas o caso da Lei Seca e decisões polêmicas tomadas em processos fundiários em Búzios. Azevedo Pinto esclareceu que ainda não chegou à corregedoria a denúncia sobre a festa no Hotel Atlântico Búzios e as demais.

Para o presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, a Lei Orgânica da magistratura exige dos juízes um comportamento discreto:

- Não é aceitável que magistrados dêem carteirada quando são parados em blitzes. Um juiz deve ser exemplo para o cidadão comum.

Procurado nesta sexta-feira por telefone na 1ª Vara de Búzios, o juiz não foi encontrado. Seu secretário informou que ele tinha vindo ao Rio com sua mulher, a ex-deputada Alice Tamborindeguy. Procurado ao longo da semana, o magistrado não quis dar declarações.

Enquanro Marta Rocha tomava posse, carros oficiais ficavam estacionados em áreas proibidas, e daí ?

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No Rio de Janeiro a cúpula da Polícia Civil virou um "caso de polícia", conforme foi revelado pela operação Guilhotina da Polícia Federal.

Os "super tiras" da cúpula da Segurança Pública se acham acima da lei e de tudo, vejam que até na posse da nova xerife, digo, da chefe da Polícia Civil, os caras "estupraram" a lei, pararam as viaturas em cima das claçadas, conforme revelado pelo jornal O Globo.

Eu me pergunto, cadê a PORRA do choque de ordem que não rebocou os carros da Polícia Civil parados em cima da calçada ?

Ahhh, claro, todos deviam estar lá dentro, na posse, puxando o saco da nova xerife.

Moral da história, a lei que vale para o povo, não vale para os "super tiras" do Rio de Janeiro.

Os "super tiras" não deveriam ser os primeiros a dar o exemplo ?

Em tempo, e se você fosse cidadão, que tivesse parado o carro em local proibido, o que teria acontecido ?

Mas eu tenho um sonho, um dia a Polícia Federal ainda botará ORDEM nesse desgoverno do Sérgio Cabral.

Reprodução do jornal O Globo on line.



RIO - A exemplo do que aconteceu na posse de seu antecessor, há quase dois anos, enquanto a nova chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, assumia nesta sexta-feira o cargo , na Academia de Polícia (Acadepol), do lado de fora ocorria um festival de infrações de trânsito. Nas ruas de Santana, Marquês de Pombal, Irineu Marinho e Benedito Hipólito, na Cidade Nova, os carros oficiais da Polícia Civil estavam estacionados em locais proibidos, inclusive sobre as calçadas e em frente a áreas de carga e descarga. Durante a posse, por volta das 14h, o trânsito ficou congestionado na região.

( Confira fotos: há dois anos, carros foram estacionados irregularmente para a posse de Allan Turnowski )

A Guarda Municipal informou que destacou, excepcionalmente, cinco guardas para dar fluidez ao trânsito em frente à Acadepol. O órgão não soube informar o número de carros multados por estacionamento irregular na área. Na calçada da Fundação Calouste Gulbenkian, na esquina das ruas Benedito Hipólito e Marquês de Pombal, havia carros de quatro delegacias.

Já no interior da Acadepol, a temperatura era alta. O ex-chefe de Polícia Civil Allan Turnowski, indiciado nesta quinta-feira pela Polícia Federal por vazamento de informações , não compareceu para transmitir o cargo à sucessora. Mandou um bilhete: "Gostaria de pedir desculpas à nova chefe de Polícia Civil, doutora Martha Rocha, aos meus colegas delegados e, principalmente, aos agentes, pela ausência em sua posse. Mas tenho certeza de que a doutora Martha Rocha, amiga de todas as horas durante minha gestão, saberá entender o momento difícil vivido e a necessidade do descanso imediato".

Em seu discurso, Martha voltou a dizer que tem o compromisso com a lisura e a ética, sendo muito aplaudida. Ela não quis comentar o indiciamento de Turnowski, pela Polícia Federal, sob a acusação de vazamento da Operação Guilhotina.

- No momento certo, diante das informações definitivas de tudo, vamos nos pronunciar. Não quero falar de passado. Quero falar do presente, de olho no futuro da instituição - disse Martha.

Havia convidados de peso: a cúpula da segurança, encabeçada pelo secretário José Mariano Beltrame; o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes; e o secretário de Administração Penitenciária, César Rubens. Beltrame disse que as medidas que vem tomando são direcionadas à sociedade e à instituição:

- É uma instituição que passa por mudanças. Não vamos perder o que foi conquistado. Vamos avançar.

Escoltada por agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Martha anunciou que apenas delegados mais experientes ocuparão a titularidade das delegacias da capital.

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, disse, na manhã desta sexta-feira, que está à disposição da Polícia Federal e de qualquer autoridade para prestar esclarecimentos sobre as denúncias que envolvem o delegado Allan Turnowski.

Sérgio Cabral "dá piti" e encerra entrevista após questões sobre Allan Turnowski

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Engraçado, o Governador Sérgio Cabral adora mostrar a sua "masculinidade" xingando médicos, PM's, professores de vagabundos, bandidos, e por aí vai.

Mas no caso do Allan Turnowski, acusado de crimes GRAVÍSSIMOS, Sérginho Cabral resolveu conter a sua línga, ou melhor, se calar literalmente, e ainda fica irritado e encerra entrevistas quando é perguntado sobre o indiciamento de Turnowski, conforme matéria abaixo.

Primeiro, Sérgio Cabral comete um ERRO, Cabral foi eleito (acidentalmente) pelo povo, e deve explicações a sociedade, e não pode querer se calar sobre denúncias de corrupção sobre o chefe da Polícia.

Segundo, por que Cabral está evitando comentar sobre as CAGADAS e o INDICIAMENTO de Allan Turnowski ?

Será que foi feito algum tipo de acordo nos bastidores para "blindar" e "proteger" Allan Turnowski em troca de preservar o Governador Sérgio Cabral ???

Gente, não tenho dúvidas, algo foi feito nos bastidores para se preservar o Governo Sérgio Cabral, e ABAFAR as denúncias de corrupção, e evitar que novas apareçam.

E suma Cabral resolveu dar "uma forçinha" para Allan Turnowski.

Sinceramente, espero que a Polícia Federal continue com as suas investigações, e não deixe que nenhum tipo de acordão atrapalhe as investigações.

Lugar de VAGABUNDO é na cadeia !

Reprodução do jornal O Estado de São Paulo.

RIO - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB), encerrou, irritado, uma entrevista à imprensa que concedia no início da tarde desta quarta-feira, 16, após participar da solenidade de renovação do Programa de Apoio a Hospitais do Interior (PAHI), no quartel central do Corpo de Bombeiros do Estado. O motivo da irritação de Cabral foram perguntas sobre o possível indiciamento pela Polícia Federal do ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski, por supostamente vazar informações relativas à Operação Guilhotina, uma investigação envolvendo corrupção policial no Rio.

"Não vou fazer juízo de valor. Estamos em uma democracia", disse o governador, que, momentos antes, voltara a agradecer publicamente Turnowski por seu trabalho à frente da corporação. Como alguns jornalistas insistiram por um comentário sobre o assunto, Cabral se retirou, após repetir que a política de segurança no Rio não sofre interferências políticas e é de responsabilidade do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

Vereador do Rio agora quando foi para jaula, digo, preso pode ser afastado compulsoriamente

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A Câmara Municipal do Rio de Janeiro tem ficado conhecida por ter alguns dos seus vereadores passando longos tempos na CADEIA.

O pior é que o bandidão, digo, o nobre vereador enquanto está atrás das grades por longos meses, fica recebendo salário, e o seus funcionários comissionados também ficam mamando na teta do povo.

Isso é justo, correto, moral e ético ?

Claro que não, pensando nisso, finalmente os nobres parlamentares da Câmara Municipal resolveram mudar as coisas, agora o vereador quando for ENJAULADO deve ser afastado compulsoriamente, e o suplente assume.

Finalmente algo de bom esses vereador resolveram fazer.

O primeiro a rodar será o vereador Fausto Alves que nesse momento se encontra enjaulado, digo, preso.

Em tempo, lugar de bandido é na CADEIA, e não na Câmara Municipal "representando" o povo.

Reprodução do jornal Extra on line.

RIO - No primeiro dia do ano legislativo da Câmara de Vereadores do Rio, a Mesa Diretora apresentou uma proposta de resolução que prevê o afastamento compulsório e sem remuneração de vereadores cuja prisão seja decretada pela Justiça. O texto, publicado na quarta-feira no Diário Oficial, propõe que o político seja afastado do exercício do mandato a partir do trigésimo primeiro dia de ausência decorrente de ordem de prisão. Propõe ainda a imediata suspensão de sua remuneração, além da convocação do suplente, depois de 120 dias de afastamento.

De acordo com Jorge Felippe (PMDB), presidente da Casa, a medida deve ser levada a plenário antes do carnaval e, se aprovada, evita que a Câmara seja exposta a situações constrangedoras como as que passou nos últimos anos por conta da prisão dos ex-vereadores Jerominho, Nadinho, Cristiano Girão e do vereador Fausto Alves (PTB), preso no início da semana.

Capitão da PM Lauro Marinho Cantarino que foi preso em 2010 já está nas ruas de volta

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Reprodução do jornal O Dia, coluna Informe do Dia, Fernando Molica.

Não é piada, nem sacanagem, o bagulho é sério.

O Capitão da PM Lauro Moura Cantarino, um dos oficiais que, em agosto de 2010, foi preso ao dar proteção para ladrões de cabos subterrâneos, parece que já foi "absolvido" por Sérgio Cabral, o camarada já voltou a trabalhar no 2º Batalhão da PM em Botafogo.

Será que o Capitão perdeu a tara por cabos ???

Eu fico pensando, esse sujeito que deveria ser banido da PM é oficial, mas se fosse uma praça ???

Ahhh, se fosse um PM (praça) provavelmente ainda estaria preso, e já teria sido expulso da PM.

Numa boa, isso é uma PUTA sacanagem, e um tapa na cara do povo, esse sujeito nunca mais poderia vestir uma farda da PM.

Realmente o que será que o Comandante Geral da PM Mário Sérgio deve pensar dessa sacanagem ???


Lindberg Farias e Marcelo Crivela juntos, o primeiro quer ser governador, e o segundo prefeito do Rio

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Reprodução do jornal O Dia, coluna Informe do Dia, Fernando Molica.

As eleições estão longe, mas ningém é bobo, Lindberg Farias já está na corrida para ser Governador do Rio, e Marcello Crivela se preparando para "mais uma" disputa para a Prefeitura do Rio.

A conferir.

PSBD quer prefeitura do Rio de Janeiro

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Reprodução do jornal O Dia, coluna Informe do Dia, Fernando Molica.

Próximas eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro prometem fortes emoções, o PSBD está se preparando para lançar candidato, o Deputado Federal Otavio Leite e a Vereadora Andrea Gouvea Vieira anunciarão que vão entrar na briga pela sucessão de Eduardo Paes.

Não nego, estou na torcida para o povo dê um PÉ NA BUNDA do Prefeito Eduardo Paes.

A conferir.

Sérgio Cabral tenta derrubar o Prefeito Eduardo Paes

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Reprodução do jornal O Globo.


Em público o Governador Sérgio Cabral e o Prefeito Eduardo Paes costumam mostrar que estão "unidos", mas a realidade é bem outra.

Quem lê as notas dos jornais, por exemplo, a publicada hoje acima, e convive com os "nobres", sabe que o Governador Sérgio Cabral está afim de derrubar o Prefeito Eduardo Paes, e já articula um outro nome para o PMDB lançar como candidato a prefeitura nas próximas eleições.

Dizem que o preferido do Cabral seria o secretário de Segurança José Mariano Beltrame.

Mas uma coisa é certa, Cabral não quer o Prefeito Eduardo Paes como prefeito a partir de 2013.

A conferir, essa mais nova traição de Sérgio Cabral.