quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Delegado Allan Turnowski é indiciado pela Polícia Federal por vazamento de informações

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Vejam o vídeo feito por mim na Polícia Federal.

Entrevista do Allan Turnowisk a imprensa ao sair da Polícia Federal hoje às 20:30 horas.



Clique aqui e veja o vídeo direto no Youtube.

Reprodução do Globo on line.

RIO - O ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski foi indiciado, no início da noite desta quinta-feira, por vazamento de informações (segundo parágrafo do artigo 325 do Código Penal). Ele teria sido flagrado em grampos telefônicos alertando o inspetor Christiano Gaspar Fernandes sobre uma investigação da Polícia Federal . Turnowski prestou depoimento por mais de três horas na sede da Polícia Federal, na Praça Mauá, na tarde desta quinta.

A conversa interceptada por policiais federais teria acontecido em 2010, depois de a PF chegar a um informante que trabalhava na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod). Allan teria dito a seu subordinado para ficar atento, porque a PF preparava uma operação. Um dos alvos do inquérito, Christiano acabou preso. Com passagem pela Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), o policial civil estava lotado na 22ªDP (Penha), que chegou a ser fechada durante duas horas na semana passadam durante a Operação Guilhotina. O ex-chefe da Polícia Civil negou as informações, e diz que teria falado com o inspetor a pedido de Beltrame.


Nomeação de Delegada Marta Rocha faz parte de operação ABAFA de Sérgio Cabral

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Com todo o respeito a Delegada Marta Rocha, chefe da Polícia Civil, mas com a decisão de manter o corregedor Gilson Soares fica comprovado a operação ABAFA promovido por Sérgio Cabral e o Secretário Beltrame.

Vejam se vocês não concordam comigo ?

A Operação Guilhotina revelou a existência de uma grande banda podre na Polícia Civil que alcançou até o ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski.

As denúncias contra Turnowski são gravíssimas.

Foi o Allan Turnowski que nomeou o atual corregedor que a Delegada Marta Rocha quer manter.

Pergunta, o Allan Turnowski nomearia um corregedor que quisesse realmente acabar com a "banda podre", se ele faz parte da "banda podre" ?

Foi a INÉPCIA e a OMISSÃO da atual corregedoria da polícia civil, que a Delegada Marta Rocha quer manter, que de certa forma fechou os olhos para essa lama toda que estamos presenciando.

Vocês conseguem imaginar o atual corregedor escolhido e nomeado por Allan Turnowski, investigando ele ??? Seria ele imparcial e justo como o "amigo" ???

Se a atual corregedoria da polícia, que a Marta Rocha quer manter, fosse séria, não teriam já feito algo contra toda essa MERDA e SUJEIRA ?

Tenho visto todas as entrevistas da Delegada Marta Rocha nas TVs e rádios, a cada cinco palavras que ela diz, ela cita o nome dela "Marta Rocha", por exemplo, "Marta Rocha" vai fazer, "gestão Marta Rocha", "Marta Rocha" ainda não decidiu, e etc.

Data maxima venia, mas é claro o intuito da delegada Marta Rocha em querer promover o seu nome, não se esqueçam que ela já foi candidata várias vezes.

Se realmente a Delegada Marta Rocha quisesse mudar alguma coisa, um dos seus primeiros atos seria mudar toda a atual corregedoria que fechou os olhos e foi omissa.

Tudo leva a crer que na verdade, Sérgio Cabral e Beltrame fizeram um grande acordão, do tipo ABAFA para se preservarem.

Isso realmente é uma vergonha !

Dra. Delegada Marta Rocha se a Sra. quer a minha admiração e a do povo, não aceite fazer parte de um "joguete", e mude já toda a corregedoria da polícia, para que seja feita uma investigação séria doa a quem doer.

Em tempo, a verdade é que Sérgio Cabral e Beltrame não querem nem saber de investigações, por que todos sabem qual será o endereço final, Palácio da Guanabara e Prefeitura do Rio de Janeiro.


RIO - A nova chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, defendeu a sua escolha de manter o delegado Gilson Soares, que integrava os quadros de Allan Turnowski, na Corregedoria Interna da Polícia. Segundo ela, Gilson tem uma trajetória na área disciplinar, além de competência e capacidade para exercer a função:

- O doutor Gilson tem todas as referências para ser o corregedor da gestão de Martha Rocha. Por isso que, com muita tranquilidade, acho que tomei a decisão certa em manter o doutor Gilson.

De acordo com Martha, o delegado já encaminhou uma demanda de funcionários. Ela ressaltou, no entanto, que a Corregedoria precisa de profissionais qualificados, com um perfil técnico para exercer a atividade.

Martha Rocha comentou ainda as declarações do presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro (Adepol), Wladimir Reale, que pediu a exoneração do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Reale repudiou as invasões às delegacias feitas durante a Operação Guilhotina, realizada pela secretaria em parceria com o Ministério Público e a Polícia Federal. Para a chefe de Polícia, a postura de Reale não reflete o desejo da maioria dos delegados:

- Tenho estima pelo doutor Reale, e sou associada da Adepol desde 1990. Agora, quero me permitir dizer que eu acho não era isso que desejavam os delegados. Tanto não era que o Sindicato dos Delegados de Polícia fez uma manifestação de apoio (a Beltrame) porque interessa aos policiais que as ações respeitem sim todos os níveis de regulamento, mas interessa que se corte na carne. Não há corporativismo. Eu preferia ter ouvido do meu presidente Reale que a classe dos delegados apóia toda e qualquer ação que leve a expurgar dos quadros aqueles que não merecem. Eu lamento que Reale não tenha tido essa visão. Essa não é a voz dos delegados que estão na base, como não é a voz do movimento sindical.

Allan Turnowski o homem bomba que pode explodir o Palácio da Guanabara

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Gente, cada postagem no blog um arrepio, o bagulho é doido demais.

Se essas denúncias contra o Allan Turnowski forem verdadeiras, o que eu acredito, Alvaro Lins é pinto perto de Turnowski.

Acredito que em pouco tempo o Sr. Allan Turnowski estará morando em Bangu 8.

Mas não devemos achar que Allan Turnowski é o único envolvido, tem muita gente acima dele evolvida.

Eu não acredito que o Governo Sérgio Cabral NÃO soubesse disso.

Uma pergunta que não quer calar, por que no meio de tantas denúncias contra Turnowski, o Governador Sérgio Cabral e o Secretário Beltrame insistem em elogiar tanto o ex-chefe de polícia ? Medo ?

A verdade é que Allan Turnowski pode estar na berlinda, e prestes a ser preso, mas ele tem um trunfo, uma BOMBA que pode explodir a qualquer momento, basta abrir a boca, caso isso aconteça, o Palácio da Guanabara vem ao chão.

A conferir.
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Reprodução do jornal O Globo.


Reprodução do Globo on line.

RIO - Em depoimento à Polícia Federal, uma testemunha que atuou por 15 anos como informante do grupo do ex-subchefe operacional da Polícia Civil Carlos Oliveira - um dos 30 policiais presos na Operação Guilhotina - afirma que o ex-chefe da instituição, delegado Allan Turnowski, sabia de todas as ações criminosas dos agentes. X., de 41 anos, aponta Turnowski como beneficiário de um esquema sustentado por policiais ligados a milícias, contraventores e contrabandistas. No relato, ele diz ainda que o ex-chefe recebia R$ 100 mil para não reprimir a venda de produtos falsos no camelódromo da Uruguaiana, no Centro.

No fim de janeiro, os 1.508 boxes do camelódromo passaram por uma devassa da Polícia Civil e da Receita Federal. A operação fora determinada pela 6 Vara Empresarial do Tribunal de Justiça (TJ) para cumprir mandados de busca e apreensão de produtos falsificados, respondendo a solicitação do Grupo de Proteção à Marca, com sede em São Paulo. Investigações da PF apontam o envolvimento de policiais numa disputa pelo controle do mercado, acirrada com o assassinato de um dos líderes dos camelôs, Alexandre Farias Pereira, em maio de 2007. Ele teria sido morto por se recusar a pagar propina a policiais.

Sargento da PM pagaria propina

O relato de X. detalha também o suposto pagamento de R$ 500 mil mensais a Turnowski. A propina seria paga por um sargento PM que atuava como adido - policial militar lotado em delegacias especializadas - da Divisão Antissequestro (DAS) e domina uma milícia em Jacarepaguá, além de explorar caça-níqueis em Rio das Pedras. Segundo o informante, o PM, que mora num condomínio de luxo na Barra da Tijuca, costuma participar de reuniões com policiais, entre eles Turnowski, numa badalada churrascaria do bairro e circula em veículos blindados, com escolta.

O informante não esconde o medo, devido à fama de violentos dos integrantes da quadrilha, que estariam envolvidos numa série de assassinatos. X. cita a execução do sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho, em junho passado. Segundo ele, o militar fora o responsável pela elaboração das bombas usadas no atentado ao contraventor Rogério Andrade, em abril de 2010, na Barra. Na ocasião, o filho do bicheiro morreu. Volber também teria feito a bomba que explodiu na picape Hilux do PM Rony Lessa, que perdeu a perna no episódio. X diz que o crime teria sido queima de arquivo, pois Volber negociava armas com policiais da Delegacia de Combate às Drogas (Decod) e da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).

As investigações indicam ainda o suposto pagamento de R$ 2 milhões feito por Andrade aos policiais envolvidos na execução. A quantia seria uma recompensa pela "cabeça" do responsável pela elaboração da bomba que matou seu filho. Volber foi morto em um motel em Jacarepaguá, supostamente após reagir ao cerco montado por policiais da Decod, entre eles o PM Ivan Jorge Evangelista de Araújo, que atuava como adido e foi preso na Operação Guilhotina, acusado de vender armas a traficantes.

A vingança pela morte do filho do contraventor também teria motivado o assassinato do sargento bombeiro Antônio Carlos Macedo, em novembro passado. Ex-chefe da segurança de Andrade, ele foi executado na Avenida Sernambetiba, supostamente por três PMs, pois estaria ligado a um complô montado por PMs para matar Rogério e dominar o território onde este explora caça-níqueis.

A testemunha contou ainda que participou de uma operação nos morros de São Carlos e da Mineira, em 2008, na qual policiais de delegacias especializadas desviaram parte do material apreendido. Dos oito fuzis encontrados nas favelas, quatro foram vendidos para o chefe da segurança da Igreja Universal, que seria um PM. X. afirmou que foram apreendidos 42 mil projéteis, mas apenas três mil foram apresentados. Drogas também teriam sido roubadas pelos policiais.

O informante passou a colaborar com a PF após ter um irmão assassinado pela quadrilha. X. e sua família estão sob proteção do Ministério da Justiça. Ele era ligado ao sargento da reserva da PM Ricardo Afonso Fernandes, o Afonsinho, apontado pela PF como segundo homem no grupo do delegado Carlos Oliveira.

Em depoimento, X. diz que o grupo de policiais também sequestrava traficantes e parentes, libertados após o pagamento de resgate. Foi o caso de Carlos Eduardo Sales, o Capilé, considerado um dos principais fornecedores de drogas da Favela de Acari. Segundo X., o traficante foi preso por policiais e adidos - entre eles o sargento Afonsinho - da Drae e da Decod, que ficaram rodando por quase 12 horas com o bandido, liberado após pagar R$ 1 milhão. Metade do valor teria ficado com Afonsinho. A testemunha diz ainda que, na ocasião, Afonsinho teria se desentendido com o PM que atuava como adido na Decod por causa da divisão do dinheiro.

Presidente do TRE Desembargador Luiz Zveiter poderá ser afastado do cargo e responder a processo no CNJ

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Foto do Desembargador Luiz Zveiter, e atual presidente do TRE -RJ

O Rio de Janeiro vive um momento muito difícil, para piorar o Desembargador, Luiz Zveiter, acusado de GRAVES irregularidades foi eleito Presidente do TRE-RJ, isso é algo inacreditável.

Se o Brasil fosse um país sério, esse cidadão, digo , o Dr. Luiz Zveiter nem sequer poderia estar exercendo o cargo de magistrado, isso é uma vergonha.

Mas vamos lá, porém dessa vez o Desembargador Luiz Zveiter pode se dar mal, existe um processo no CNJ onde ele é acusado de favorecer os clientes do escritório de advocacia de sua família.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, relatora do caso, apresentou parecer favorável à abertura do processo e do afastamento do desembargador Zveiter, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e ex-presidente do Tribunal de Justiça do estado. Segundo a corregedora, os indícios de irregularidades são graves e precisam ser apurados. Os conselheiros Jefferson Kravchychyn e Jorge Hélio Chaves de Oliveira anteciparam seus votos, ambos favoráveis à abertura do processo e do afastamento do presidente do TRE-RJ.

Porém, o processo foi suspenso, por que o conselheiro Nelson Tomaz Braga pediu vista do processo.

Mas dessa vez a situação ficou PRETA para o Dr. Luiz Zveiter, como dito acima, a relatora do processo pediu a abertura de processo, e o imediato afastamento do cargo, e dois conselheiros já acompanharam o voto dela.

Com certeza, o Dr. Zveiter não esperava por essa pancada, e digo mais, se realmente a verdadeira justiça for aplicada nesse caso, o Dr. Luiz Zveiter já deve preparar as malas para uma longas férias.

Eu não nego, por um Rio de Janeiro melhor e mais justo, torço para que seja aberto processo contra o Dr. Luiz Zveiter, e ele seja afastado do cargo, o povo do Rio de Janeiro agradece.

A conferir.

Em tempo, o Desembargador Luiz Zveiter nega todas as acusações.

Reprodução do site Consultor Jurídico.

O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) adiou o julgamento do pedido de abertura de Processo Administrativo Disciplinar contra o desembargador Luiz Zveiter, acusado de atuar em benefício de clientes do escritório de advocacia comandado por seu filho e por seu irmão. A reclamação disciplinar estava na pauta da sessão desta terça-feira (15/2), porém, o conselheiro Nelson Tomaz Braga pediu vista do processo.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, relatora do caso, apresentou parecer favorável à abertura do processo e do afastamento do desembargador Zveiter, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e ex-presidente do Tribunal de Justiça do estado. Segundo a corregedora, os indícios de irregularidades são graves e precisam ser apurados. Os conselheiros Jefferson Kravchychyn e Jorge Hélio Chaves de Oliveira anteciparam seus votos, ambos favoráveis à abertura do processo e do afastamento do presidente do TRE-RJ.

Vejam também um vídeo que eu fiz em homenagem ao Desembargador Luiz Zveiter.




O mau cheiro no Governo Sérgio Cabral está vazando

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Reprodução do jornal O Dia.

Homem-Bomba de Israel veio explodir bicheiro na Barra

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Governo Sérgio Cabral inaugura uma nova era, a de importação de homens bomba !!!

Caramba..., falar o que ?

Esse é o Rio de Janeiro, essa é a BOMBA que o povo reelegeu ano passado.

Reprodução capa do jornal O Dia.


Reprodução do jornal O Dia on line.


Rio - O desdobramento da Operação Guilhotina promete devassar uma série de assassinatos de grande repercussão ocorridos nos últimos anos no Rio de Janeiro. São casos em que há evidências da participação de policiais civis e militares, que tinham acesso livre à cúpula da Polícia Civil, em mais de 15 homicídios. A informação sobre o envolvimento dos agentes foi encaminhada na terça-feira pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Federal à Secretaria Estadual de Segurança.

Entre os crimes, está o atentado ao bicheiro Rogério Andrade, em abril, na Barra da Tijuca, que liga bicheiros e policiais na contratação de um israelense para instalar e detonar a bomba no carro do contraventor, que escapou com ferimentos. Na explosão, morreu o filho de Rogério.

O relatório — com a descrição dos crimes, a forma de agir do grupo e o pedido de nova análise nas investigações — foi feito com base nas informações passadas pelos ex-informantes que ajudaram a Polícia Federal na Operação Guilhotina.

O atentado a Rogério ganha seis páginas de detalhes. Revela que o acerto final do crime foi num encontro em Duque de Caxias, onde um israelense procurado pela polícia dos Estados Unidos fechou a contratação de um amigo que veio de Israel especialmente para executar o ataque.

O crime, de acordo com o relatório, foi encomendado por dois bicheiros do Rio e contou com o auxílio de um PM, que tinha trânsito livre ao esquema de segurança de Rogério Andrade. O material para confeccionar o explosivo teria sido fornecido pelo sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho, morto ano passado por agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).

A bomba teria sido colocada no carro do bicheiro quando ele ficou parado em um estacionamento na Zona Oeste. O ‘homem-bomba’ teria parado seu carro perto e rastejado até o veículo do contraventor. É citado no relatório que o israelense enviou mensagens via MSN para o contato no Brasil com a promessa de retornar e ‘completar o serviço’.

O documento com os crimes cometidos pelos agentes investigados na Operação Guilhotina revela ainda bastidores da pistolagem no Rio de Janeiro, que inclui até um consórcio de mais de 20 homens para atuar em empreitadas. ‘Mão-de-obra’ empregada, segundo as investigações, na morte de quatro empresários e uma funcionária ligados à venda de títulos de clubes de turismo no Rio. Uma das vítimas do grupo teria sido o ex-deputado Ary Ribeiro Brum, assassinado a tiros de fuzil, na Linha Vermelha, em 2007.

Outros casos suspeitos

CAMELÓDROMO
Alexandre Frais Pereira foi morto em Caxias, em maio de 2007, e o crime estaria relacionado a disputa pelas propinas no Camelódromo, onde a vítima presidia a associação dos ambulantes. Um grupo de policiais planejava ‘tomar conta’ dos negócios e esbarrou em Alexandre. Uma semana após o crime, um almoço realizado num restaurante no Centro do Rio celebrava a criação da nova associação e a ‘parceria’ com um grupo de policiais. O encontro foi comandado por um delegado .

BRIGA NA SEGURANÇA
O relatório aponta alguns crimes na disputa pela segurança do contraventor Rogério Andrade. Um deles seria o atentado a bomba sofrido pelo sargento Ronnie Lessa, que é atribuído ao ex-sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho. O militar foi morto numa ação da Polícia Civil, no ano passado, durante uma troca de tiros num motel em Jacarepaguá. O tiroteio, segundo o relato dos informantes, teria sido uma farsa para encobrir o assassinato de ex-sargento.

BICHEIRO SUSPEITO
Outra série de assassinatos teria sido cometida, segundo o documento, a mando do bicheiro José Luiz Barros Lopes, o Zé Personal, que administra um pedaço do espólio do contraventor Valdomiro Paes Garcia, o Maninho. São cinco inquéritos citados no levantamento e, entre eles, o desaparecimento de quatro rapazes, a morte de um ex-colaborador e personalidades do samba. Alguns crimes teriam ocorrido durante a briga com o irmão de Maninho, Alcebyades Garcia, que reivindicava a administração dos negócios do irmão e do pai, Valdomiro Garcia.

SUMIÇO DA CHINESA
O documento aponta que entre os crimes atribuídos ao grupo de policiais civis e militares está o desaparecimento da chinesa Ye Goue, em junho de 2008, depois que ela trocou R$ 220 mil em U$ 130 mil dólares numa casa de câmbio, na Barra da Tijuca. O crime teria ocorrido durante uma extorsão à família da vítima.

MILÍCIA NA BAIXADA
A morte de Carlos Davi, em julho do ano passado, aparece no relatório como causa de uma crise interna em uma milícia de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. O assassinato ocorreu um dia antes de Carlos ser ouvido no Fórum da cidade para acusar dois policiais civis e dois militares — um deles, PM emprestado à Polícia Civil e lotado na Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).

DISPUTA FATAL
A morte de dois policiais militares também está na lista dos crimes que devem ser investigados. Eles teriam sido mortos durante a divisão de 100 quilos de cocaína, apreendida durante uma extorsão a um traficante em Vitória, no Espírito Santo. Os suspeitos seriam dois PMs que durante anos foram lotados em delegacias do Rio.

Ex-PM acaba morto depois de assassinar delegado

Na lista de homicídios que sugere nova apuração, estão os que vitimaram o delegado Alcides Iantorno e o seu matador, o ex-PM Alexandre Lins de Medeiros. Conforme o documento, o policial teria sido morto depois de discutir com contraventor da Zona Norte. Um dos seguranças do bicheiro faria parte do consórcio e teria chamado um amigo para cometer o crime: o ex-PM, com quem trabalhara numa delegacia especializada e que era inimigo de Iantorno.

No plano, só ocorreu um problema: o ex-PM foi reconhecido e houve a necessidade, no dia seguinte, de ‘limpar a sujeira’. O agente ligou e combinou encontro com Alexandre, em Rocha Miranda, onde ele foi assassinado.
As armas encontradas na casa do ex-policial, detalham os informantes, pertenceriam à milícia da Favela da Praia de Ramos.

Outra forma de operar dos policiais investigados pela Operação Guilhotina, traçada na apuração da Polícia Federal, seria a de se valer das amizades na cúpula da Chefia da Polícia Civil para designar os ‘parceiros’ como responsáveis pela investigação dos assassinatos. Assim, alguns inquéritos teriam deixado a Delegacia de Homicídios do Centro para ser apurados por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, onde o efetivo de funcionários é bem menor.

Em depoimento, delegado Claudio Ferraz diz que grupo de Carlos Antonio Oliveira checava informações no Disque-Denúncia

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Eu sempre defendi e elogiei o Disque-Denúncia, e irei continuar, o trabalho que eles prestam é exemplar, e não se deve contestar.

Caso realmente isso tenha ocorrido, é um caso isolado, sem conhecimento do Disque-Denúncia.


RIO - Ex-diretor da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), o delegado Cláudio Ferraz revelou em depoimento na Corregedoria Interna da Polícia Civil que a quadrilha da qual participava o ex-subchefe de Polícia, Carlos Antônio de Oliveira, teria vazado informações obtidas pelo serviço Disque-Denúncia sobre a Operação Guilhotina, que resultou na prisão do policial.

No depoimento prestado na terça-feira, Cláudio Ferraz conta que um inspetor identificado como Gerhard, da Draco, teria descoberto que o grupo de Carlos Oliveira costumava checar as denúncias recebidas pelo Disque-Denúncia. De acordo com Ferraz, Gerhard "conseguiu descobrir que o vazamento das informações aconteceu no interior da sede do Disque-Denúncia, visto que essa organização criminosa (a de Oliveira) possuía tentáculos operacionais naquela central de informações".

SOMANDO FORÇAS - Milícia de Campo Grande comprou fuzis do tráfico do Complexo do Alemão

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Rio de Janeiro do Sérgio Cabral, lembram da frase de campanha do Cabral, "somando forças" ???

Realmente Cabral tinha razão, é o tráfico e a milícia somando forças.

Isso realmente não é nem mais uma vergonha, é algo inacreditável, e surreal.

A venda de drogas não é a única forma de aproximação dos milicianos de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, com os traficantes. Segundo policiais da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais), homens ligados à principal liderança dos grupos paramilitares na região teriam comprado fuzis com criminosos do Complexo do Alemão, na zona norte carioca, como revela o chefe de inteligência, Jorge Gerhard.

- Já recebemos informações nesse sentido, sim. Não sabemos a quantidade exata, mas o valor pago por cada fuzil foi R$ 40 mil, parcelado, o que mostra que eles se relacionam. Sabemos também que eles recrutam ex-traficantes para trabalharem como seguranças nas favelas controladas por eles.

Os negócios entre milícia e tráfico foram provados durante uma operação da Draco em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em dezembro de 2010, quando ligações telefônicas entre o grupo liderado por vereadores da cidade e traficantes do Alemão revelaram a negociação de armas.

Há alguns anos, no entanto, os milicianos do maior grupo da zona norte do Rio invadiram o morro do Dezoito, em Quitino, que era dominado pela mesma facção criminosa que dominava o Alemão. Em seguida, os paramilitares venderam a favela para o maior rival daquele grupo, em uma negociação estimada pela Draco em R$ 500 mil.

Gerhard disse acreditar que, em um futuro breve, a união entre os dois lados será intensificada e que os milicianos passarão a vender drogas com mais frequência. Assim, a única diferença entre milícia e tráfico será a presença de alguns agentes do Estado no controle dos negócios, como, políticos, policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários.

Recentemente, surgiram rumores de que o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar teria estabelecido uma aliança com milicianos presos na penitenciária federal de Campo Grande (MS). A suspeita surgiu após a apreensão de uma carta em que supostos membros de sua quadrilha acenam para o sequestro de autoridades e religiosos que só seriam libertados se a cúpula da milícia fosse solta.

Lucro e serviços explorados

Para a polícia do Rio, é difícil estimar os lucros obtidos pelos paramilitares. A única certeza é de que a cifra é milionária. Eles controlam serviços como centrais clandestinas de TV por assinatura, de internet banda larga ilegal, venda de botijões de gás, sobre a venda de imóveis, grilagem de terra e até sobre velórios, por meio de acordos com funerárias, além das taxas de segurança cobrada de comerciantes e moradores e controle sobre o transporte alternativo.

As mensalidades com gatos de TV a cabo e internet custam entre R$ 20 e R$ 30. Sobre os botijões de gás oriundos de depósitos clandestinos, os milicianos faturam de R$ 5 a R$ 7 por cada unidade vendida. Em áreas públicas invadidas, eles constroem imóveis e vendem como se fosse uma transação legal. Motoristas de Kombis e vans pagam mensalidades que variam de acordo com o faturamento.

Desarticulação

Apesar de as operações policiais tentarem desarticular as milícias, os paramilitares se rearticulam em pouco tempo e as atividades ilegais e lucrativas não são afetadas. O combate muda apenas o modo de atuação das milícias, que passam a agir de maneira mais discreta.

Na última sexta-feira (11), a PF (Polícia Federal) deflagrou a operação Guilhotina que resultou na prisão de 38 pessoas, entre elas 20 PMs e dez policiais civis. Alguns destes policiais eram ligados à milícia que atua nas comunidades da Roquete Pinto, Borgauto e praia de Ramos, na zona norte.

Policiai primo de Marcinho VP queria ingressar em presídios federais

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Caramba..., falar o que ?

Não tenho nem mais o que dizer diante de tanta sujeira !!!

Reprodução do site R7.

Após conseguir entrar para a Polícia Militar do Rio de Janeiro e se infiltrar na Polícia Civil como adido na Dcod (Delegacia de Combate às Drogas), um dos presos na operação Guihotina, o terceiro-sargento da PM Carlos Eduardo Nepocumeno Santos, o Cadu, primo do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, pretendia seguir carreira como agente penitenciário federal

Cadu fez concurso para o cargo em 2009 mas acabou reprovado no exame psicológico. Policiais investigam se ele tentou a vaga para obter informações privilegiadas do sistema para o primo, que na época estava preso na penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná. Outra possibilidade seria atuar como pombo-correio de Marcinho VP, repassando suas ordens para os cúmplices soltos.

VP está atualmente no presídio federal de Porto Velho (Rondônia). Ele é o chefe da principal facção criminosa fluminense e foi denunciado como o mandante da onda de ataques ocorrida no Rio de Janeiro na última semana de novembro quando centenas veículos foram incendiados. Na época, ele utilizou advogados para transmitir as ordens para os traficantes.

Apesar de trabalhar na Civil como adido - quando um PM é cedido para trabalhar numa delegacia -, Cadu também tentou se tornar funcionário efetivo da instituição. Ele fez concurso para papiloscopista mas também não conseguiu aprovação.

Por ser parente de Marcinho VP, o sargento desfruta de grande prestígio dentro da facção criminosa. Policiais disseram que, se ele não tivesse ingressado na corporação, poderia ter se tornado chefe de alguma favela dominada pelo grupo.

O relatório da Polícia Federal indica que Cadu poderia fazer jogo duplo. O documento indica que ele colaborou com colegas para a apropriação de bens apreendidos de traficantes do Alemão ao fornecer informações privilegiadas sobre o local onde os policiais poderiam encontrar materiais. Agentes suspeitam que ele possa ter ficado com algumas armas e drogas e devolvido para os criminosos.

Cadu, de acordo com a PF, ainda é suspeito de agiotagem. Segundo relatório, ele mantinha uma conta bancária somente para movimentar o dinheiro obtido nesta modalidade de crime.

Deflagrada na última sexta-feira (11), a operação Guilhotina resultou na prisão de 38 pessoas, sendo 30 policiais (20 militares e dez civis). As investigações indicam a ligação dos agentes com a venda de armas para traficantes, apropriação indébita de bens apreendidos durante operações policiais, vazamento de informações sobre incursões em favelas, além de participação em milícias e segurança de casas de prostituição e de bingos.

Sérgio Cabral afirma que soube das denúncias contra Turnowski pela imprensa

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O Governador Sérgio Cabral é um "inocente", nunca sabe de nada, nunca ouviu nada, parece ser um alienado total.

A BOMBA explodiu, o maior caso de CORRUPÇÃO que o Rio de Janeiro já presenciou.

E "coitado" do Cabral, soube tudo pela imprensa.

Quem sabe a Polícia Federal de repente pensa o contrário Sr. Sérgio Cabral, e acaba descobrindo que V.Exa. já sabia dessas denúncias contra o Allan Turnowski ???

Reprodução do Globo on line.

O governador Sérgio Cabral afirmou na manhã desta quarta-feira que ficou sabendo das recentes denúncias contra o delegado Alan Turnowski pelos meios de comunicação e que não vai fazer juízo de valor. Cabral dosse que vai se informar sobre as denúncias e não vai massacrar o ex-funcionario publico que até pouco tempo gozava de sua confiança.

O governador disse que não vai comentar o caso e prefere esperar a defesa de Turnowski para falar sobre o assunto:

_ Não falo ainda sobre isso. Eu li nos jornais, deixa eu ver se é fato _ disse.

Demonstrando irritação, Cabral afirmou que não se deve julgar ninguém sem conhecer os fatos:

_Vamos aguardar para ver, não vamos fazer juízo de valor da pessoas. Deixa ele se defender. Ontem ele era um servidor público, chefe da Polícia Civil, hoje querem massacrar a pessoa. O que é isso? Não se trata ninguém assim, sobretudo alguém que privou do cargo de Chefe da Polícia Civil até ontem.Não vamos execrar ninguém sem ter dados objetivos confirmando. Isso não se faz, estamos numa democracia _afirmou o governador, que na manhã desta quarta-feira participou de cerimônia no Quartel Central dos Bombeiros, no Centro.

Informante da Operação Guilhotina foi ameaçada de morte "pela banda podre" da polícia

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Triste, isso é revoltante.

A polícia que deveria servir ao povo, e proteger, fez o contrário.

Mas uma coisa é certa, a maioria dos policiais são do bem.

Tomara que ao final, todos os vagabundos sem exceção sejam presos e condenados, o povo do Rio agradece.

Reprodução do Globo on line.

RIO - O informante que levou 38 pessoas à cadeia, entre elas 30 policiais, ficou sob poder de policiais da banda podre durante 48 horas. Só depois é que ele foi entregue à Polícia Federal, que a partir de suas declarações deflagrou a Operação Guilhotina. Magno Carmo Pereira foi detido em Jacarepaguá no dia 27 de agosto do ano passado pela equipe do policial Leonardo Torres, o Trovão, de quem era sócio no tráfico de armas. Durante o tempo em que permaneceu sob o poder de Trovão e sua equipe, Magno foi ameaçado de morte e avisado de que se colaborasse com a Polícia Federal, sua família também seria executada.

A testemunha só fez declarações à polícia depois de negociar a segurança de sua família. As informações constam do depoimento do ex-diretor da Draco Cláudio Ferraz, na Corregedoria de Polícia. Procurado pelo Extra, Ferraz não quis comentar.

Sérgio Cabral critica "massacre" a ex-chefe de Polícia Civil

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Numa boa, no mínimo, O Governador Sérgio Cabral deve estar querendo proteger o Allan Turnowski, por que será ?

Uns dizem que Cabral está assustado e desesperado por causa do Allan Turnowski, dizem que se ele abrir a boca, a república cai, digo, o Palácio da Guanabara desaba.

Como se diz no jargão popular Sérgio Cabral: "Um dia a casa cai", a do Sr. já está caindo.

Reprodução do site R7.

O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, falou nesta quarta-feira (16) sobre a crise na Polícia Civil. Além de elogiar a nova chefe, delegada Martha Rocha, Cabral criticou o que chamou de “massacre” contra o ex-chefe Allan Turnowski.

- Eu não tenho conhecimento das gravações da operação da Polícia Federal. O que não se pode fazer é massacrar uma pessoa que é um servidor público, até então o chefe de Polícia Civil. Não vamos fazer juízo sobre algo ainda sem informações oficiais. Deixe ele se defender. Não vamos execrar sem dados.

O governador agradaceu novamente a Allan Turnowski e foi só elogios à Martha Rocha.

- Fico feliz com a escolha devido à credibilidade e reconhecimento. Acho que ela vai trazer doçura e a firmeza feminina.

Sérgio Cabral reforçou a confiança no secretário José Mariano Beltrame, a quem atribuiu resultados “inimagináveis” nos últimos quatro anos, como “a retomada da valorização do policial, criando metas e melhorando a remuneração”.

Subchefe de Polícia Delegado Carlos Oliveira preso pela PF teria ido a Draco pedir fim de investigação

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Gente cada dia que passa, cada matéria que leio fico assustado, que Rio de Janeiro é esse ???



O delegado da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas), Cláudio Ferraz, afirmou que o então subchefe operacional da Polícia Civil, Carlos Oliveira, foi à sua delegacia em janeiro de 2010 fazer pressão para encerrar a investigação que resultaria na Operação Guilhotina, da Polícia Federal. A declaração foi registrada no depoimento de Ferraz à Corregedoria de Polícia Civil, na segunda-feira (14), ao qual o iG teve acesso.

Ferraz iniciou apuração a partir de dados de um informante que identificou a atuação de policiais civis e militares no comando da milícia da favela Roquete Pinto. Entre eles, havia agentes da Drae (Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos), ligados a Oliveira, que antes chefiou a delegacia.

De acordo com Ferraz, Carlos Oliveira foi à Draco em janeiro do ano passado, e falou com o chefe de investigações e homem de confiança do delegado, Jorge Gerhard. Como o delegado estava de férias, o assessor lhe telefonou para avisar da visita.

“O então subchefe operacional da Polícia Civil, Carlos Oliveira, esteve pessoalmente na sede da sua especializada, onde informou conhecer todos os detalhes da investigação que estava se iniciando; que teceu comentários elogiosos a respeito da imagem do PM Afonsinho [Ricardo Afonso Fernandes] e do inspetor de polícia Christiano [Gaspar Fernandes, chefe de investigações da 22ª DP, Penha], filho de Afonsinho”. Assim como ocorreu com Carlos Oliveira, os dois tiveram a prisão preventiva pedida pela PF. É importante salientar que prisão preventiva é uma medida cautelar e não significa o reconhecimento de culpa pela Justiça. É um instrumento legal que permite a prisão por um tempo determinado em alguns casos. Por exemplo, quando a Justiça considera que há risco de que o réu possa atrapalhar as investigações - intimidando testemunhas ou ocultando provas.

Vazamento no Disque-denúncia

Ferraz disse em depoimento que, “em virtude do vazamento das informações e do recado dado pelo subchefe operacional, determinou ao inspetor Gerhard que interrompesse imediatamente o trabalho investigativo em virtude do público-alvo que estava sendo apurado”. O delegado disse que “o vazamento” teria acontecido na sede do Disque-denúncia, onde “essa organização criminosa possuía tentáculos operacionais”.

O Disque-Denúncia informou que Zeca Borges, seu fundador, é a única pessoa que poderia comentar a declaração e não está disponível nesta quarta.

Além de Carlos Oliveira, outro policial da cúpula da equipe de Turnowski, diretor de polícia da capital, Ronaldo de Oliveira, também teria questionado Ferraz sobre suposta investigação contra si, afirmando que o delegado da Draco estaria tentando “destruí-lo”.

Segundo o depoimento, Ferraz “disse que recebeu um contato do então diretor de Polícia da Capital da PC, delegado Ronaldo de Oliveira, que em conversa reservada lhe informou sobre o boato de que estaria tentando destruí-lo e que o declarante estaria fazendo uma ‘investigação minuciosa em desfavor do então diretor [Ronaldo de Oliveira]; que afirma que esses fatos são totalmente inverídicos”.

Depois desses episódios e do depoimento de um preso identificado como Magnum, ex-informante da polícia e integrante de quadrilha de policiais, o delegado afirmou ter passado os dados para o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

Por maior autonomia, investigação passou à PF

“Ficou decidido que a investigação seria realizada pela Polícia Federal com o apoio do Ministério Público e da Draco, tendo em vista o distanciamento operacional daquela instituição federal; que não possuía qualquer possibilidade de aquela investigação ser conduzida pela sua delegacia especializada em virtude das pessoas que estavam sendo investigadas e das freqüentes intervenções e perda de poder realizada pela chefia de Polícia em relação ao seu trabalho à frente da Draco”, disse à Corregedoria.

A Draco foi transferida na quinta-feira passada, véspera da Operação Guilhotina, para a estrutura da Secretaria de Segurança.

De acordo com Ferraz, “o presente trabalho apuratório desenvolvido pela PF na Operação Guilhotina resultou na prisão de vários policiais civis e militares, em especial, do delegado de polícia Carlos Oliveira e do chefe do setor de operações da 22ª DP, inspetor Christiano, além de outros policiais civis lotados na DRAE, antiga delegacia chefiada pelo Dr. Carlos Oliveira”.

O iG não localizou o advogado de Carlos Oliveira. A reportagem deixou recado no celular de Ronaldo de Oliveira, mas não teve retorno; em outro telefone do delegado, não foi possível deixar mensagem.

Tropa de Elite 2 não era ficção e sim realidade, a milícia usou helicópterio e blindados da milícia com a conivência do governo

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Reprodução da capa do jornal Extra de hoje.

Aconteceu algo INÉDITO no Rio de Janeiro, o filme Topa de Elite 2 não era ficção, e sim realidade, a milícia usou helicópteros e blindados para ganharem territórios, e tudo com a conivência do governo.

Eu já postei aqui no blog dezenas de vezes que a milícia estava sendo beneficiada com as UPP's e pelo Governos Sérgio Cabral, os jornais de São Paulo vinham há muito tempo dando essas notícias, já a mídia do Rio sempre se calou.


Será que o Governador Sérgio Cabral e o Secretário de Segurança José Mariano Belrame não leêm os jornais de SP ?


Quem fez as denúncias foi o delegado Claudio Ferraz, homem de confiança de Beltrame, como explicar que o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro não sabia dessas denúncias ?


Como explicar o Governador Sérgio Cabral ter uma afinidade com a milícia, e inclusive aparecer em um vídeo dançando e abraçando os milicianos Natalino e Jerôminho, e o fato agora dessa GRAVE denúncia ?

Será que o Governador Sérgio Cabral não sabia de nada ?

O Rio de Janeiro hoje está dominado, somente uma intervenção federal, para que a Polícia Federal possas assumir todas as investigações, e por um ponto final nessa ZONA institucional, o povo do Rio de Janeiro agradece.

Clique aqui e leia, a matéria completa, como a milícia usava blindados e helicópteros da polícia, em outras palvaras, Tropa de Elite 2 não era ficção em sim realidade.


Homem é morto durante assalto no Méier e outras notícias do Rio de Janeiro

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Muitos crimes aconteceram no Rio de Janeiro, e o Cabrazinho, aquele que não está nem aí para o povo, disse que "a violência é uma página virada no Rio".

Coitado do Sérgio Cabral está fora da realidade, ou é cínico ou está doente.

Vejam abaixo.


Homem é morto durante assalto no Méier
Ele estava na carona de uma motocicleta quando bandidos tentaram roubar o veículo
Um homem que estava na carona de uma motocicleta foi morto após bandidos tentarem roubar o veículo na noite desta quarta-feira (16) na esquina das ruas Hermengarda e Lins de Vasconcelos, no Méier, na zona norte do Rio de Janeiro´.
Segundo a Polícia Militar, a motocicleta era pilotada por Elizângela do Nascimento Rocha. Na carona, estava seu irmão, Orlando do Nascimento. Ao serem abordados, eles tentaram fugir e Orlando acabou levando dois tiros, um no peito e outro na barriga.
Levado para o hospital Salgado Filho, no mesmo bairro, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Tinha 44 anos.
A irmã da vítima não ficou ferida. Os bandidos fugiram em direção à comunidade da Árvore Seca, no Engenho Novo...mais clique aqui

Polícia prende doméstica suspeita de furtar joias de patroa no Rio
Um suspeito que seria o receptador dos objetos também foi preso.
Com a suspeita foram apreendidos relógios, um anel, dinheiro e câmera.
Uma empregada doméstica foi presa, nesta terça-feira (15), suspeita de furtar joias e dinheiro do apartamento de sua patroa no Leblon, na Zona Sul do Rio. Segundo a polícia, um homem suspeito de ser o receptador dos objetos também foi preso.
De acordo com o delegado de plantão da 14ª DP (Leblon), Gustavo Valentini, os agentes chegaram até a doméstica depois de uma denúncia feita pela patroa. "Foram feitas investigações até que chegamos a ela. A mulher confessou o crime e ainda apontou para quem foram vendidas as joias", disse o delegado.
Com a suspeita, foram apreendidos dois relógios, um anel de ouro branco, R$ 3.250 e uma câmera fotográfica, informou a polícia. Durante depoimento, segundo Valentini, a doméstica alegou que praticava os furtos pois estava passando por necessidades, no entanto, ele acrescenta que a mulher já tinha antecedentes criminais.
"A suspeita tem pelo menos uma passagem na polícia por furto", disse o delegado.
Compra e venda de ouro
Os agentes da 14ª DP também foram até o suspeito apontado como receptador dos objetos. Segundo Valentini, ele trabalhava em uma pequena loja de compra e venda de ouro no Largo do Carioca, no Centro da cidade.
No local, segundo a polícia, nenhuma joia ou qualquer outro objeto de valor foi encontrado. "O suspeito sabia que o material era roubado, então deu um jeito de comercializá-lo o mais rápido possível", explicou o delegado.
O delegado ainda informou que os suspeitos podem pegar até oito anos de prisão...mais clique aqui

PM prende um suspeito e apreende drogas no Chapadão
Houve troca de tiros entre policiais e traficantes, mas ninguém ficou ferido
Uma pessoa foi presa e cem cápsulas de cocaína foram apreendidas durante uma operação do Batalhão de Irajá (41º BPM), no morro do Chapadão, em Costa Barros, zona norte do Rio, na manhã desta quarta-feira (16). Também foram recolhidas na favela 60 trouxinhas de maconha.
A operação começou no início da manhã e contou com apoio de um veículo blindado. Os PMs checavam denúncias sobre a localização de traficantes e drogas na comunidade.
Houve uma rápida troca de tiros na chegada dos policiais, mas ninguém ficou ferido...mais clique aqui

Menor é baleado em tiroteio na baixada
Com o adolescente, PMs informaram ter encontrado um revólver e uma granada
Um menor de 17 anos foi baleado durante uma troca de tiros entre policiais do Batalhão de São João de Meriti (21º BPM) e traficantes do morro da Andorinha, na Baixada Fluminense, na noite desta terça-feira (16).
Segundo a PM, os policiais faziam um patrulhamento no local quando foram recebidos a tiros por um grupo de pelo menos dez criminosos, que conseguiu escapar.
Com o menor, que foi socorrido pelos PMs, foi apreendido um revólver e uma granada...mais clique aqui

Traficantes trocam tiros na principal rua de comunidade em Cabo Frio
Polícia chega e impede que tiroteio continue
Policiais do Batalhão de Cabo Frio (25ºBPM), na região dos Lagos, realizaram operação no bairro Jacaré, depois da troca de tiros entre traficantes na manhã desta quarta-feira (16) na rua do Pomar, principal acesso à comunidade.
O local fica perto da rua dos Biquines, importante ponto de comércio turístico em Cabo Frio.
Segundo informações da polícia, criminosos da comunidade Manoel Correia estariam tentando assumir o comando do tráfico no Jacaré.
Ninguém ficou ferido durante a troca de tiros. Bandidos fugiram para um morro no Jacaré e não houve prisões...mais clique aqui

Homem é encontrado morto dentro de lixeira em Madureira
Polícia suspeita que vítima tenha sido morta por traficantes de favelas da região
Um homem não identificado foi encontrado morto dentro de uma caçamba de lixo na rua rua Sadock de Sá, em um dos acessos ao morro do Cajueiro, em Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (16).
Policiais do Batalhão de Rocha Miranda (9º BPM) foram para o local. A Divisão de Homicídios vai investigar o caso, mas a suspeita é de acerto de contas entre traficantes da região...mais clique aqui

Tráfico manda comércio fechar as portas na comunidade de Manoel Correia em Cabo Frio
Toque de recolher é para homenagear traficante morto
Todo o comércio na comunidade de Manoel Correia, em Cabo Frio, na região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro, ficou fechado durante a manhã desta quarta-feira (16).
Segundo informações de populares, os comerciantes estariam obedecendo ordens de traficantes por causa da morte de um dos criminosos da comunidade.
Carlos André Martins de Oliveira Anastácio, de 27 anos, morreu terça-feira (15) de aneurisma cerebral.
A Polícia Militar realiza policiamento no bairro para garantir a segurança dos moradores, mas os comerciantes estão com medo de represálias e preferem não abrir as lojas...mais clique aqui

Suspeito de estuprar duas menores é preso em Xerém
Uma das vítimas estava de uniforme escolar e foi levada para um matagal
Policiais da Delegacia de Xerém (61ª DP) prenderam Isaías Correia Mesquita, conhecido como Monstro, logo após sequestrar e estuprar uma menina de 15 anos, na terça-feira (15), em uma região de mata, no distrito de Xerém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Além da violência sexual, o suspeito roubou todos os pertences da vítima, que estava com uniforme escolar. Uma pessoa que viu a jovem saindo da mata próximo à subida da serra de Petrópolis, sangrando, chamou a polícia.
Os agentes da 61ª DP montaram um cerco e conseguiram prender Monstro. Na delegacia, ele foi reconhecido pela vítima de um outro estupro praticado na mesma região, na última segunda-feira (14)...mais clique aqui

Sete pessoas são detidas em feira livre em Padre Miguel
Com eles, foram apreendidos DVDs piratas, telefones celulares e peças de carro
Sete pessoas foram detidas para averiguação na tarde desta quarta-feira (16) em uma feira livre no bairro de Padre Miguel, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo o batalhão da PM de Bangu (14ª BPM).
Com eles, foram apreendidos DVDs piratas, 48 telefones celulares e peças de carro...mais clique aqui

Jovem é morto em frente da avó na baixada
Crime ocorreu na localidade Parque Estoril, em Nova Iguaçu
Um jovem de 20 anos foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira (16) na localidade de Parque Estoril, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
O crime, segundo a PM, teria sido cometido na frente da avó da vítima, que chamou por socorro.
De acordo com a corporação, dois homens invadiram a casa do rapaz e o mataram com vários tiros...mais clique aqui

Comparsa de Marcinho VP é condenado por homicídio cometido há 14 anos
Traficante Duda 2 D foi preso durante a ocupação no Complexo do Alemão
O 1° Tribunal do Júri da capital fluminense condenou o traficante Eduardo Luiz Paixão, mais conhecido como Duda 2D, a 16 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte e esquartejamento de André Luis dos Santos Jorge, o Dequinha.
O motivo do crime teria sido a disputa pelo tráfico de drogas no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, tendo como mandante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, atualmente preso na penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia.
Duda 2D foi denunciado, juntamente com Marcinho VP e outros cinco réus. O grupo também teria participado da morte de Rubem Pereira de Andrade, o Rubinho. As vítimas foram executadas na madrugada do dia 11 de outubro de 1996, na localidade conhecida como Grota e na avenida Central, próximo à praça do Terço, no Complexo do Alemão.
Duda 2D estava foragido e foi preso durante a operação de ocupação do Complexo do Alemão, no final do ano passado. O julgamento foi realizado na última segunda-feira (14) e presidido pelo juiz Fábio Uchôa, titular do 1º Tribunal do Júri.
- Observa-se que o acusado agiu com intensa culpabilidade, na medida em que se encontrava associado a outros elementos ligados ao tráfico de entorpecentes, cada um com funções pré-estabelecidas na cadeia de comando da organização criminosa, todos de intensa periculosidade e que praticaram o crime com extrema brutalidade, numa verdadeira execução, sem a menor chance de defesa para a vítima - disse o juiz em sua sentençaUm taxista foi preso na tarde desta quarta-feira (16) com uma réplica de pistola ameaçando outras pessoas no aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro.
Segundo a PM, além da arma falsa, o taxista estava com um cinto de guarnição semelhante ao da polícia.
Os policiais investigam se ele estaria tentando roubar turistas.
Segundo o juiz, Duda 2D tem uma personalidade voltada para a prática criminosa, uma vez que as testemunhas “não deixam dúvida de que o acusado ainda jovem já participava efetivamente do tráfico de entorpecentes no Complexo do Alemão”. O réu, no entanto, foi absolvido da acusação de também ter concorrido para a morte de Rubinho...mais clique aqui

Taxista é preso ameaçando pessoas no aeroporto Tom Jobim
Ele estava com uma arma falsa; polícia investiga roubo a turistas
Um taxista foi preso na tarde desta quarta-feira (16) com uma réplica de pistola ameaçando outras pessoas no aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro.
Segundo a PM, além da arma falsa, o taxista estava com um cinto de guarnição semelhante ao da polícia.
Os policiais investigam se ele estaria tentando roubar turistas...mais clique aqui

Homem é assassinado a facadas em Niterói
Suspeito do crime foi flagrado deixando o local e apanhou de populares
tom-jobim-20110216.html
Um homem de 47 anos foi morto a facadas na casa onde morava no morro do Castro, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (16).
Segundo a Polícia Militar, um suspeito de cometer o crime foi flagrado deixando o local com uma faca na mão. Ele foi cercado e espancado por populares.
Após levar a surra, o suspeito foi internado no hospital Azevedo Lima, no mesmo município, onde ficou preso sob custódia...mais clique aqui

PM prende cinco suspeitos com 31 tabletes de maconha na zona norte
Eles foram flagrados no bairro do Cachambi
Cinco homens foram presos na noite desta quarta-feira (16) com 31 tabletes de maconha no bairro do Cachambi, na zona norte do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Militar, o grupo foi abordado na esquina das ruas Americana e Basílio de Brito. Inicialmente, foram achados cinco tabletes da droga com eles.
Os policiais foram na casa de um dos suspeitos e encontraram mais 16 tabletes de maconha. No total, os criminosos estavam com cerca de 20 kg da droga.
A ocorrência vai ser registrada na 24ª DP (Piedade)...mais clique aqui

Adolescente de 15 anos é morto a tiros na baixada
Jovem estava passando na rua quando um homem chegou e fez disparos
Um adolescente de 15 anos foi morto a tiros na tarde desta quarta-feira (16), em Mesquita, na Baixada Fluminense.
Segundo a Polícia Militar, Jonas Marcelino da Silva estava na rua Aurélia, no distrito de Édson Passos, quando um homem passou e efetuou disparos.
A polícia não tem pistas sobre o assassino...mais clique aqui

Homem é preso acusado de tráfico de drogas em Duque de Caxias
Suspeito estava com 830 trouxinhas de maconha e 158 pedras de crack
Policiais militares do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 15º BPM (Duque de Caxias) prenderam na noite desta quarta-feira (16) um homem acusado de tráfico de drogas na favela do Lixão, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
De acordo com Polícia Militar, o suspeito estava com 830 trouxinhas de maconha, 158 pedras de crack e 60 sacolés de cocaína. Ele ainda estava com um revólver calibre 38...mais clique aqui

Polícia prende cinco suspeitos de tráfico com 21Kg de maconha
Homens seriam moradores da favela do Jacaré
Policiais militares do Batalhão do Méier prenderam, no fim da noite desta quarta-feira (16), cinco homens suspeitos de tráfico de drogas. Com eles, a PM encontrou 21 Kg de maconha. As prisões aconteceram quando os policiais faziam um patrulhamento de rotina no Cachambi, na zona norte do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Militar, os suspeitos são moradores da favela do Jacaré e haviam fugido do local após uma operação da polícia.
O caso foi registrado na Delegacia da Piedade...mais clique aqui