Rádio Blog do Ricardo Gama

domingo, 23 de janeiro de 2011

O jogo dos "inocentes", PT e PMDB brigam por R$ 1,3 bilhão de irregularidades

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O Brasil está sendo dividido, melhor, está sendo dilacerado pelo PT e PMDB, a briga patrocinadas por estas siglas por cargos no Governo Dilma Rousseff está sendo uma VERGONHA nacional.

A baixaria foi tão grande, que até o velho José Sarney sugeriu que o PMDB usasse o salário mínimo do povo como barganha, conforme revelado pela Folha on line no dia 06 de janeiro (clique aqui e leia), abaixo reproduzo a manchete.

Motivo da briga, muita grana, coisa de milhões, para se ter uma idéia o alvo de disputa desses salafrários somam R$ 1,3 bulhão em irregularidades.

É o dinheiro do povo sendo roubado, e aí ?

Alguma autoridade com culhão sificiente ousa a enfrentar os leões do PT e PMDB ?

Isso é uma vergonha !

Reprodução do jornal Estado de São Paulo.

Principais órgãos federais cobiçados por PT e PMDB encabeçam a lista de desvios de recursos investigados pela CGU nos últimos quatro anos; recordista é o Fundo Nacional de Saúde (FNS), com R$ 663,12 milhões desviados de 2007 a 2010

BRASÍLIA - Os dez órgãos do segundo escalão mais disputados pelos partidos que apoiam a presidente Dilma Rousseff tiveram de responder à Controladoria-Geral da União (CGU) por irregularidades no repasse de R$ 1,35 bilhão a Estados, municípios e entidades nos últimos quatro anos.

Conforme levantamento feito pelo Estado nos documentos da CGU sobre auditorias e tomadas de contas especiais, o órgão campeão de irregularidades foi o Fundo Nacional de Saúde (FNS). De 2007 até 2010, a CGU concluiu que R$ 663,12 milhões em repasses tiveram alguma irregularidade nos pagamentos a conveniados do Sistema Único de Saúde e Autorização para Internação Hospitalar (AIH), desvios de finalidade e não prestação de contas.

O levantamento foi feito com base nos últimos quatro anos porque os partidos em torno de Dilma hoje já formavam a aliança que garantiu a reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles desejavam manter os mesmos ministérios e órgãos do segundo escalão, mas a presidente resolveu fazer algumas trocas de comando. Isso aumentou a guerra pelo butim do atual governo.

O resultado das investigações da CGU foi enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao qual cabe abrir as auditorias sugeridas pela controladoria. Também compete ao TCU aplicar as sanções tanto aos órgãos investigados quanto aos conveniados, quando culpados pelos desvios. Em vários ocasiões, a CGU acionou a Polícia Federal (veja reportagem abaixo).

Nomeação. O FNS vinha sendo disputado pelo PT e pelo PMDB. Venceu o PT. O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, assinou na sexta-feira a nomeação de Antonio Carlos Rosa de Oliveira Júnior para a diretoria do FNS, em substituição a Arionaldo Bomfim Rosendo, indicado pelo PMDB na gestão do ex-ministro José Gomes Temporão. Rosa de Oliveira era diretor da Secretaria Nacional de Renda e Cidadania do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), que cuida do programa Bolsa Família.

O FNS funciona como caixa do dinheiro repassado ao SUS em todo o Brasil. Por isso, o partido que o controla consegue uma visibilidade muito grande. O PMDB, que é muito forte em todos os Estados, principalmente no interior, costuma utilizar esse tipo de prestígio dado pela direção de um órgão repassador de verbas para obter votos.

Em segundo lugar na lista de órgãos cujo repasse de verbas foi considerado irregular pela CGU em suas auditorias e tomadas de contas especiais está a Fundação Nacional da Saúde (Funasa). Entre 2007 e 2010 a CGU constatou que R$ 486,6 milhões repassados por ela tiveram desvios ou não cumpriram os objetivos dos convênios.

Entidade mais disputada até agora pelo PT e PMDB, o processo de sucessão na Funasa está paralisado por determinação da presidente da República. A briga pelo comando da fundação foi tão acirrada que Dilma chegou a temer pelo futuro da coligação que a elegeu. O PMDB, que tem o vice-presidente Michel Temer, chegou a ameaçar com a derrubada do salário mínimo de R$ 545 defendido pela presidente Dilma caso houvesse mudança na direção do órgão.

Outros órgãos disputados pelos partidos que formam a base de apoio de Dilma Rousseff também tiveram repasses milionários suspeitos de irregularidades, segundo a CGU. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que saiu agora do comando do PT e foi para o do PMDB, fez mau uso de R$ 87, 3 milhões nos últimos quatro anos.

Escândalos. Nos Correios, empresa tirada do PMDB e entregue ao PT, houve desvios de R$ 21,12 milhões nos últimos quatro anos. E no fim do governo de Lula acabaram sendo envolvidos em outro escândalo. Segundo investigações do Ministério Público, Israel Guerra, filho da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, fazia tráfico de influência na empresa.

Ao assumir as Comunicações, o ministro Paulo Bernardo anunciou a substituição de David Mattos pelo sindicalista do PT Wagner Pinheiro, ex-presidente do Petros, o fundo de pensão da Petrobrás. Os Correios têm orçamento de R$ 12,5 bilhões para 2011, dos quais R$ 500 milhões para investimentos.

Nos últimos dias, a disputa pelos cargos chegou ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), controlado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Incentivado pelo PT, o PMDB do Ceará quer tirar o Dnocs de Henrique Alves. Esse órgão, de acordo com a CGU, foi responsável por irregularidades no repasse de R$ 8,2 milhões nos últimos quatro anos. Dispõe de R$ 852 milhões reservados para investimentos neste ano.

Polícia Federal investiga sindicalistas ligados ao Deputado Federal Carlos Santana por rombo de 90 milhões

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Sindicalistas ligados ao deputado federal Carlos Santana (PT-RJ) são acusados de um rombo de R$ 90 milhões, o parlamentar disse que não sabia de nada, e nunca ouviu nada.

Tudo indica que o plano de saúde Plansfer de 13 mil ferroviários aposentados vai quebrar, e deixar o povo na mão, depois dos trabalhadores terem pagos pelo plano a vida toda.

O Deputado Federal Carlos Santana não foi reeleito, mas já tem emprego garantido, tudo leva a crer que assumirá uma diretoria na CBTU (Cia Brasileira de Trens Urbanos).

E aí ?

Mais um caso de desvio de dinheiro do povo envolvendo sindicalistas ligados a parlamentares do PT, até quando isso acontecerá ?

Reprodução da Folha de São Paulo on line.

Sindicalistas ligados ao deputado federal Carlos Santana (PT-RJ) são acusados de um rombo de R$ 90 milhões no Sesef (Serviço Social das Estradas de Ferro), que administra o plano de saúde Plansfer de 13 mil ferroviários aposentados.

A acusação foi feita à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal pelo assessor do Sesef Osmar Rodrigues, também filiado ao PT, e de longo histórico no movimento sindical ferroviário.

A informação foi publicada em reportagem do jornal "O Globo".

Rodrigues fez um dossiê com a descrição de dez operações com suposto desvio de dinheiro, aprovadas entre 2003 e 2008, por ex-dirigentes indicados por Santana.

À Folha o assessor afirmou: "O Sesef funcionou como braço sindical em vários Estados". Entre os acusados está Otoniel Nascimento, amigo do deputado.

O Sesef pagou 50 passagens aéreas de ida e volta para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona da Central do Brasil, Valmir Lemos. Trata-se do principal aliado de Santana no meio sindical.

Depois de cinco mandatos como deputado federal, Santana não se reelegeu e está cotado para assumir uma diretoria na CBTU (Cia Brasileira de Trens Urbanos).

Segundo a denúncia, de 2003 a 2006, o Sesef gastou R$ 12,2 milhões em reformas de instalações, compra de mobiliário e equipamentos, e em galpões inacabados.

Os galpões custaram R$ 5,086 milhões e seriam usados para acomodar cooperativas de costureiras e de reciclagem de lixo.

"Eram parte de um projeto político para buscar votos, que nada tinha a ver com os objetivos do Sesef", acusa Rodrigues.

LARANJAS

Há suspeita de uso de empresas laranjas para desvio de dinheiro.

O Sesef pagou R$ 1,01 milhão à microempresa "Me De Repente Análise, Projetos, Decorações e Participações", que tem endereço em uma comunidade pobre. O proprietário, Marcos Diniz, disse que não recebeu o valor. "Se tivesse recebido, estaria rindo à toa", afirmou.

LIQUIDAÇÃO

O Plansfer deve R$ 41 milhões a hospitais, clínicas e laboratórios credenciados, e está na iminência de ser liquidado pela ANS (Agência Nacional de Saúde), em razão das dívidas.

Em dezembro de 2002, ele tinha um superavit de R$ 11 milhões e uma reserva em títulos do Tesouro Nacional que foi vendida por R$ 42,7 milhões.

A ANS deu 60 dias ao Sesef para encontrar uma solução para o endividamento do Plansfer. A solução seria a venda da carteira de clientes a outro plano de saúde.

Mas, de acordo com o diretor-executivo do Sesef, Jorge Moura, não existem interessados, pois os associados têm idades entre 60 e 90 anos e pagam, em média, R$ 190 mensais.

Para Moura, a União é responsável pelo pagamento da dívida, porque os gestores do Sesef são indicados pelo governo. Seu conselho deliberativo é formado por quatro representantes do governo, e um dos ferroviários inativos.

Senador Tião Viana que recebe pensão vitalícia de governador, defende "a pensão vitalícia", cadê a novidade ?

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Mamão com açucar, o Senador petista Tião Viana que recebe pensão vitalícia de governador, por ter governado o Acre de 1999 a 2006, obviamente, defende o que é seu, no caso a sua pensão.

Isso é realmente uma vergonha, o povo trabalha 35 anos para se aposentar, o cara trabalha oito anos e pronto, pensão vitalícia.

Esse é o Brasil, a República dos Bananas, e aí ?

Cadê as PORRAS das autoridades públicas ?

Reprodução da Folha de São Paulo on line.

Beneficiário de uma pensão vitalícia para ex-governadores do Acre ressuscitada quando ele próprio estava à frente do Estado, o senador eleito Jorge Viana (PT-AC) defende o benefício como uma "salvaguarda".

"Dependendo do perfil de algumas pessoas, que se expõem nas atividades que desempenham, isso pode ser importante", afirmou ele, governador entre 1999 e 2006.

"Eu me expus muito quando ocupe o cargo, e acho que é importante hoje eu ter uma salvaguarda, inclusive para me proteger", disse Viana.

Viana disse que não queria "entrar em detalhes" sobre a natureza das ameaças.

Ele confirmou que recebe o dinheiro, mas disse não se lembrar se a lei recriada em seu governo permite o acúmulo com o salário de senador, de R$ 26,7 mil. "Com certeza vou dar uma olhada com toda a atenção nisso."

Viana disse que também não se lembra em que ano a lei foi recriada. Ela havia sido extinta por Orleir Cameli, seu antecessor no cargo.

Questionado pela Folha sobre o valor do pagamento, ele se recusou a informar e disse que o atual governo -do seu irmão, Tião Viana (PT)- é que deveria responder. Viana só disse que ganha "bem menos" que os R$ 24 mil do governador.

A reportagem pede desde quarta-feira ao governo do Acre dados sobre as pensões. Até a conclusão desta edição, não houve resposta.

O governador do RS, Tarso Genro (PT), disse que vai propor mudanças na lei estadual que regula as aposentadorias. Ele disse que o Estado deveria poder descontar da atual pensão (R$ 24 mil) valores que o beneficiário receba de outras fontes.

Segundo ele, a aposentadoria deveria garantir que os ex-mandatários possam ter uma "vida de classe média".

Prefeito de Sobral viola a Constituição Federal para puxar o saco do Ciro Gomes e vira Ministro no Governo Dilma Rousseff

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O Deputado Federal Pedro Novais pagou conta de "festinha" em motel com dinheiro da Câmara, e virou Ministro do Turismo no Governo Dilma Rousseff (clique aqui e leia), depois do escândalo alegou que foi um "erro".

O Prefeito de Sobral, Leônidas Cristino, gastou milhões para fazer um obra polêmica, violou a Constituição Federal para dar uma "puxadinha no saco" do Ciro Gomes e "homenagear" a obra com o nome dele, e virou Ministro dos Portos no Governo Dilma Rousseff.

Pelo visto, os Ministros do Governo Dilma Rousseff no quesito moralidade admistrativa, e legalidade, estão deixando muito a desejar.

Se o Brasil fosse um país sério esses caras nunva seriam ministros de PORRA nenhuma.

O Governo Dilma Rousseff promete fortes emoções, que o Ministério Público Federal e o TCU fique de olhos bem abertos.

Reprodução da Folha de São Paulo on line.


Ministro dos Portos do governo Dilma Rousseff, Leônidas Cristino (PSB), quando prefeito de Sobral (CE), gastou R$ 5 milhões na construção de uma Vila Olímpica na cidade, obra que leva o nome de "Ministro Ciro Gomes".

Cristino deixou o cargo de prefeito em dezembro para assumir a pasta em Brasília sem concluir a obra -que vem sendo executada há cinco anos e já consumiu 77% dos recursos previstos.

O atual prefeito de Sobral, Veveu Arruda (PT), classifica a obra como "ousada" ou "uma alternativa caso o Rio de Janeiro não comporte os Jogos Olímpicos de 2016".

Os recursos para a Vila Olímpica saíram dos cofres municipal, estadual e federal. A maior parte, R$ 2,6 milhões, é proveniente de emendas ao Orçamento feitas por congressistas.

Durante a gestão de Cristino (2005-2010) foram construídos dois pequenos prédios com salas de aula, duas piscinas, uma plataforma para salto e arquibancadas. Os pedreiros colocaram peixes nas piscinas para preservar os azulejos, diante da falta de previsão para inaugurá-las.

PISO GUARDADO

O piso para a pista de atletismo também já foi comprado por R$ 1,1 milhão. Chegou de navio do Canadá no ano passado, a dois meses da eleição estadual. Está guardado numa sala, sem previsão para ser assentado.

Comprado com dispensa de licitação, é o mesmo usado nas pistas dos Jogos Pan Americanos de 2007.

A parte mais vistosa da Vila Olímpica é justamente o nome "Ministro Ciro Gomes", pintado no muro que cerca o terreno de 60 mil m2.

A homenagem ao padrinho político de Cristino é vedada pela Constituição em obras públicas não podem "constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades e servidores públicos".

O juiz Jorge Di Ciero Miranda questiona a construção da Vila Olímpica: "É uma obra sem justificativa, sem transparência nem respeito ao cronograma."

Uma das empresas responsáveis pelo projeto, a Tecnocon Tecnologia em Construções Ltda., doou R$ 51 mil para a campanha de Cristino à reeleição em 2008.

Na cidade, a empresa é conhecida como "Tecnotudo" porque faz grande parte das obras do município. Nos últimos três anos, recebeu R$ 21,6 milhões da prefeitura.

No ministério de Dilma, Leônidas será responsável por um setor que movimenta 700 milhões de cargas por ano e representa 90% do comércio exterior do país.

METRÔ

Até o próximo ano, Sobral também deve ganhar um metrô. A cidade não conta com transporte público -os moradores dependem sobretudo de mototáxi. Mesmo assim, o governo Cid Gomes (PSB) abriu licitação para construir um metrô de superfície na cidade. Fortaleza, capital do Estado, ainda não tem metrô.

"O metrô é um absurdo. Aqui as ambulâncias são aquelas Paratys bem antigas. A Vila Olímpica é outro absurdo. A obra não sai porque o nome dado a ela é muito pesado", alfinetou o vereador Marco Prado (PSDB).

Uma farsa, não era o secretário que queria aliviar o "pequeno" traficante e sim o Governo Dilma Rousseff


Uma farsa que se revela, não era o Sr. Pedro Abramovay que defendia acabar com a pena de prisão para o "pequeno" traficante, e sim o próprio governo do PT, a idéia já era intensamente discutida pelo Governo Lula, e apenas se deu "continuidade" com a Presidenta Dilma Rousseff.

“A entrevista do secretário (Pedro Abramovay) reflete o pensamento da gestão anterior, que incentivou a produção de pesquisas na área. Ele não tirou isso da cabeça dele”, disse Sérgio Salomão Schecaira, professor de direito penal da USP e ex-presidente do CNPCP (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária).

Mas como a opinião pública DESAPROVOU VIOLENTAMENTE a idéia do governo de aliviar a vida dos "pequenos" traficantes revelada pelo secretário
Pedro Abramovay, a Presidenta Dilma Rousseff tirou o "dela" da reta, e fritou o coitado do secretário, conforme revelado pela matéria do site Última Instância abaixo.

Em suma, é o próprio Governo do PT, agora sob a batuta de Dilma Rousseff que quer aliviar a vida dos ditos "pequenos" traficantes.

Com todo o respeito, não existe o "pequeno" traficante, pode ser que ele comece como "pequeno", mas se permitir ele não hesitará em se tranformar em um Fernandinho Beira Mar.

Lugar de traficante é na cadeia e ponto final.



A saída de Pedro Abramovay, que desistiu de assumir a Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) depois de ter sido "enquadrado" por defender publicamente o fim da prisão para pequenos traficantes, expôs uma inflexão do governo Dilma em uma estratégia defendida por especialistas e que já vinha sendo desenhada na gestão anterior: o uso de penas alternativas para os pequenos traficantes, que atuam no varejo sem ligação com o crime organizado, muitas vezes para sustentar o próprio vício. A ideia é diferenciá-los dos grandes “atacadistas” da droga.

As declarações do ex-secretário ao jornal O Globo, poucos dias após ser indicado para o cargo, irritaram o governo. No dia seguinte, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, desautorizou Abramovay, dizendo que aquela era apenas uma opinião pessoal dele e que o governo defendia exatamente o oposto, penas mais rigorosas para pessoas ligadas ao tráfico.

Para Sérgio Salomão Schecaira, professor de direito penal da USP e ex-presidente do CNPCP (Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária), órgão ligado ao Ministério da Justiça, a saída de Abramovay é um mau sinal emitido pela nova administração.

“Se o governo quer um tempo maior para gestar essa ideia, sentir a reação da opinião pública, tudo bem. Agora, se o objetivo é obstaculizar definitivamente o debate, estamos indo na contramão da história”, disse Schecaira. Para ele, a prisão do pequeno traficante não ajuda no combate ao crime e só piora superlotação carcerária no país.

Schecaira se disse surpreso com a saída precoce de Abramovay e garante que sua posição não era isolada no governo. “A entrevista do secretário reflete o pensamento da gestão anterior, que incentivou a produção de pesquisas na área. Ele não tirou isso da cabeça dele”. Ele destaca que o governo aprovou em 2009 uma normativa que permite o indulto para condenados por pequenos delitos envolvendo o tráfico de entorpecentes.

“Uma dessas pesquisas mostrou que o indivíduo preso com uma pequena quantidade de drogas quase sempre só vai para a cadeia quando é pobre. Quando é um jovem de classe média é enquadrado como usuário”, disse o professor, em referência a um estudo encomendado pelo Ministério da Justiça, desenvolvido por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da UnB (Universidade de Brasília).

Uma das coordenadoras da pesquisa, a professora Luciana Boiteaux não quis comentar a saída do secretário, mas lamentou a possível interdição do debate, “que terá de ser feito, mais cedo ou mais tarde, no Congresso Nacional”, em sua opinião. O levantamento finalizado em 2009 mostrou que mais de 60% dos presos por tráfico no Rio de Janeiro são pequenos traficantes, que agiam sozinhos ou, pelo menos, foram presos nesta situação. Além disso, a maioria dos condenados não possuía antecedentes criminais e portava pequenas quantidades de droga.

Lula cobrará cachê de R$ 200 mil reais para falar, somente a "elite"poderá pagar, logo quem ele mais criticou

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Uma coisa é certa, o povão nunca mais ouvirá o Lula falar, ao menos até 2014.

Lula cobrando um cachê de R$ 200 mil reais, somente a "elite" poderá pagar, logo quem ele mais criticou durante o seu governo.

Em tempo, Lula que "era" sindicalista e socialista, agora assume o seu lado mercenário, digo, adorador e fã do dinheiro.

Reprodução da Folha.com

Agora fora do poder, Lula começará a fazer palestras a partir de março. Estima-se que o cachê por evento deva superar R$ 200 mil (os convites são mantidos em sigilo). Até lá, escolherá a dedo os eventos que lhe interessam.

A informação é de reportagem publicada na edição deste domingo (23) da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

O ex-presidente já confirmou presença no aniversário de 31 anos do PT, em fevereiro, em Brasília. Ele voltará a ser presidente de honra do partido, mas sem remuneração pelo cargo.

Lula também é esperado para o Fórum Social Mundial (6 a 11 de fevereiro), no Senegal --sua primeira viagem internacional pós-Planalto.

Nos próximos meses, o ex-presidente também se dedicará à criação do Instituto Lula, na capital, e de seu memorial, talvez em São Bernardo. Enquanto a nova entidade não fica pronta, Lula voltará ao Instituto Cidadania, esvaziado desde sua eleição.

Ignorância total, Brasil desconhece suas áreas de risco

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Oito anos de Governo Lula, o tal de "PAC" para cá, e "PAC" para lá.

Lula durante todo o tempo vivia dizendo "nunca nesse país se fez tanto", agora se vê o quanto realmente foi feito, pelo menos na área da Defesa Civil NADA se fez.

Agora Lula vai cobrar R$ 200 mil por palestra, só não chamem ele para falar sobre Defesa Civil, áreas de risco, e temas que sejam ligados a estes assuntos, por que vai ser jogar dinheiro fora.

Reprodução da Folha de São Paulo on line.

"Ainda bem que o Brasil não tem terremotos, furacões e vulcões." Com variações, a frase ilustrou por um bom tempo o pensamento brasileiro sobre catástrofes naturais e inibiu a formação de uma cultura de defesa civil.

Países que sempre conviveram com suas tragédias naturais, como Japão e Chile, estão anos à frente em organização tanto para prevenção quanto para resposta.

O Brasil, porém, tem deslizamentos, enchentes, vendavais, tempestades, incêndios florestais e, recentemente, até ciclones extratropicais. Só no ano passado, 893 desastres naturais foram notificados à Defesa Civil nacional -em 2009, foram 1.408.

Enquanto isso, o sistema de defesa civil não sabe o tamanho do problema nem a dimensão dos recursos de que dispõe para enfrentá-lo.

Hoje, o governo brasileiro não sabe quantas áreas de risco há no país, quantas pessoas nelas vivem e não tem ideia do aparato de defesa civil de Estados e municípios.

Na semana passada, o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) arriscou um número de 5 milhões de pessoas em áreas de risco, mas depois recuou dizendo ser uma estimativa antiga.

O Ministério das Cidades não tem esse dado, mas sabe que o Censo 2000 apontou 12,4 milhões morando em "assentamentos precários".

O Ministério da Integração Nacional, que abriga a Defesa Civil, também não sabe. Contratou o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres, da Universidade Federal de SC, para fazer um levantamento.

Segundo Irapuan Paulino Leite, diretor de articulação institucional do centro, o trabalho vai resultar em um inédito atlas de desastres naturais e em um mapa de risco.

Das 18 Defesas Civis estaduais ouvidas, 14 disseram não ter um mapeamento. Só Ceará, Goiás, Distrito Federal e Amapá afirmam possuí-lo.

Estados como RJ, SP, PE e SC têm mapeamento só em grandes cidades. A maioria dos órgãos estaduais diz que a responsabilidade pelos mapas cabe aos municípios.

Para Ivan Ramos, coordenador da Defesa Civil de Pernambuco -que tem 52 homens-, o órgão não tem de atuar diretamente em campo. "O que cabe à Defesa Civil em uma situação posterior ao desastre é reunir os meios."

ESTRUTURA

Em 2010, a 1ª Conferência Nacional de Defesa Civil apontou as chagas do sistema: falta de articulação, de estrutura, de treinamento, de dinheiro, de planejamento e de regulamentação: agentes de defesa civil, por exemplo, nem existem como profissão.

Relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) de 2009 dizia que "um quadro adequado de pessoal técnico, permanente e especializado, tem se apresentado como dificuldade intransponível".

A União desconhece o número de defesas civis municipais. Estimativas recentes indicam que 3/4 dos municípios não têm defesa civil.

(JOSÉ BENEDITO DA SILVA, RAPHAEL VELEDA, FABIO GUIBU, MATHEUS MAGENTA E JEAN-PHILIP STRUCK)

Desordem e caos total marca ajuda a sobreviventes na Região Serrana

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A matéria publicada na Folha de São Paulo de hoje é revoltante, mostra o quanto está desorganizado o socorro aos sobreviventes.

Isso é uma vergonha, o governo se mostra INCOMPETENTE em uma simples tarefa de organização e logística.

Reprodução da Folha de São Paulo on line.

RODRIGO RÖTZSCH
ENVIADO ESPECIAL À REGIÃO SERRANA DO RIO

Dez dias após as chuvas que destruíram a região serrana do Rio, já superadas as dificuldades iniciais de acesso às áreas atingidas, a desorganização parece a maior vilã na ajuda às vítimas.

Enquanto caminhões do Exército ficam estacionados, com seus motoristas aguardando ordens, nos postos de coleta de doações faltam veículos para distribuir a ajuda que a solidariedade da população ajudou a reunir.

O lixo de dez dias ainda se acumula às margens de rios. Pontes que resistiram à força das águas seguem repletas do entulho trazido por elas. Um novo temporal -mesmo de menor intensidade- pode trazer de volta o terror.

Em Teresópolis, o ginásio municipal Pedrão, principal ponto de recebimento de doações, virou alvo de desconfiança por suspeita de ineficiência e desvios.

Para evitar problemas, os voluntários que moram na cidade foram impedidos de dormir no local. Como resultado, muitos caminham madrugada adentro até suas casas, em bairros distantes.

Também foi proibida a entrada de pessoas com mochilas e até de automóveis particulares na área do ginásio. As dificuldades impostas para coibir eventuais desvios têm afastado doadores.

Insatisfeito com a situação no ginásio, um carioca que mobilizou colegas de trabalho e encheu um caminhão e uma van com 3,5 toneladas de doações as levou diretamente à Igreja Metodista, que hoje abriga 85 pessoas.

Distante duas quadras do Pedrão, a igreja relata não ter recebido nenhuma ajuda vinda do ginásio -onde as doações são separadas para ser entregues nos abrigos.

DISTRIBUIÇÃO

Os voluntários que decidem agir por conta própria se espalham. Um caminhão vindo do polo empresarial da Pavuna, com cerca de 20 voluntários, parou em uma esquina em Nova Friburgo.

O que se seguiu foi uma caótica distribuição dos donativos. Roupas ficaram jogadas pelo chão enlameado; pessoas levavam mais produtos do que precisavam.

Na quarta-feira, o delegado Renato Gavião, da Polícia Civil de Minas Gerais, pousou em Petrópolis com três helicópteros com doações.

Teve dificuldades na distribuição e encontrou resistência. Decidiu montar uma equipe paralela reunindo um bombeiro, dois homens do Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e dois voluntários para buscar corpos e percorrer casas no vale do Cuiabá.

Dono de um imóvel semidestruído, o PM da reserva Geci Faltz, 62, faz eco às críticas. Passa os dias limpando a casa e tentando salvar o que restou.

Questionado se não teme novo desastre, diz que "isso aí acontece uma vez só, é obra de Deus ou do Diabo".


Crença parecida move o pedreiro Carlos Alberto Pereira de Souza, 46, que perdeu sua casa na pequena São José do Vale do Rio Preto.

Morando com vizinhos, diz não ter recebido orientação para deixar o local. Sem luz, sem água e vivendo de doações, não pretende sair, mesmo se receber o aluguel social de até R$ 500. "A gente não tem móvel, não tem nada, vamos alugar o quê?".

Quem salvou um pouco de seu patrimônio zela para que outros não o levem. A casa de Adão Porfírio de Souza, 72, é uma das poucas de pé, em Teresópolis. Ele mandou os quatro filhos menores para a casa de amigos, mas não arreda pé do lugar.

Um mês após operação no Complexo do Alemão, moradores estão assustados

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A imprensa fluminese se vendeu para os milhões do Governo Sérgio Cabral, para sabermos a verdade sobre o Rio de Janeiro temos que ler os jornais de São Paulo, ou de outros estados.

Abaixo reproduzo uma matéria publicada hoje pelo Correio Braziliense que revela que o tráfico de drogas nunca saiu do Complexo do Alemão, o medo dos moradores, e até a equipe do jornal foi ameaçada e intimidada por "homens" no Complexo do Alemão.

Leia a matéria, vale a pena saber a verdade sobre o Rio de Janeiro.

Reprodução do site Correio Braziliense.

Rio de Janeiro - De tanto serem transmitidas exaustivamente para todo o país, em tempo real, as imagens da ocupação do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio, ficaram gravadas no imaginário popular. Policiais por toda parte, blindados circulando, toneladas de drogas e armas apreendidas, além de homens fazendo a vigilância nas entradas dos morros, pareciam anunciar o fim da dominação dos traficantes na região. Mas há exato um mês que a Força de Pacificação, liderada pelo Exército e considerada a segunda parte da operação de retomada das duas favelas, começou a trabalhar no local, o lado mais fraco entre os criminosos e a polícia - o morador - continua convivendo com o medo.

Durante um dia percorrendo as ruas e as vielas dos dois locais, o Correio encontrou muita resistência de quem mora nas favelas, agora longe dos holofotes da imprensa, de falar sobre a nova realidade. A presença policial quase sempre é elogiada, mas timidamente. "A gente nunca sabe o que pode dizer", afirma Josefa, que reside no Morro do Alemão, recusando-se a falar o sobrenome. Perguntar sobre a presença de traficantes, tema de um suposto relatório atribuído ao Exército que o próprio nega conhecer, é a senha para fazer a população calar. Quem fala - e somente sob anonimato - afirma que o comércio de drogas já voltou a ocorrer no local. A total extinção das regras do tráfico, ainda segundo eles, nunca chegou. "Se você escrever isso, eu vou ser chamado para me explicar", diz um morador com mais de três décadas no local.

Chefe do Estado-Maior da Força de Pacificação, o coronel Marcelo Araripe admite que "pequenos traficantes" ainda ocupam as favelas. "São pessoas sem passagem na polícia e que, portanto, não podemos prender, por mais que tenhamos informações dos crimes praticados. Nesse caso, nosso patrulhamento trabalha com a repressão e com o flagrante", afirma o coronel. Sobre a descrença da população com relação à atuação dos agentes de segurança, o major Fabiano Lima de Carvalho, também da Força de Pacificação, diz compreender. "Como houve situações anteriores em que o Estado chegou a tomar parte da região e depois saiu, os moradores ficam mesmo reticentes", diz. Marcelo completa: "A população está começando a passar para o nosso lado".

As 107 denúncias recebidas por um 0800 e um e-mail abertos pela Força de Pacificação no período de um mês, segundo Marcelo, mostram a retomada de confiança da população no trabalho da polícia. Onze delas (ou 10,2% do total) resultaram em apreensões. Nem todas referem-se a traficantes, drogas ou armas. Muitas são a respeito de problemas corriqueiros da comunidade - como som alto, briga entre vizinhos, entre outras questões. Dos quatro homicídios registrados pela Força de Pacificação no local, apenas um está sendo averiguado com grandes chances de ter sido praticado por um traficante. Os demais, de acordo com o major Fabiano, vieram de brigas, quase sempre com envolvimento de álcool.

Fabiano destaca, ainda, que a média de homicídios está menor que a taxa verificada na Zona Sul da cidade - com um saldo de sete mortes no mesmo período. Apesar dos dados oficiais, entre moradores de Nova Brasília, uma das comunidades que fazem parte do Complexo do Alemão, há um temor de mortes a facadas supostamente praticadas ou encomendadas por traficantes como vingança contra moradores. A razão do uso da arma branca seria não chamar a atenção das forças de segurança atualmente em ronda na região. São 1.937 homens no total, que se revezam em turnos. Desses, 85% são militares do Exército; 12%, da Polícia Militar do Rio e o restante, da Polícia Civil. Casas mais altas, antes de traficantes, hoje são pontos fortes do Exército. São cinco, que funcionam 24 horas por dia.

Intimidação na Vila Cruzeiro

Eram quase sete horas da noite da última quarta-feira quando a reportagem do Correio conversava com uma moradora em uma das vielas da Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, no Rio. Enquanto o fotógrafo registrava imagens da fachada da casa dela, um homem aparentando não mais que 30 anos gritou com a equipe, parado em um muro a cerca de cinco metros de distância. Dirigimo-nos até ele, enquanto éramos questionados sobre a razão das fotos. Respondemos que estávamos visitando a casa de seu Cosme, um entrevistado do jornal na época da ocupação. Ele repetia insistentemente que quem mandava ali era ele, e não seu Cosme. Indagou sobre qual imagem tínhamos feito e para quê. Ao responder todos os questionamentos, deixamos claro que só estávamos registrando o bilhete que a moradora tinha deixado na porta de casa, pedindo aos militares que fazem ronda na região que, caso quisessem vistoriar o local, pedissem a chave ao vizinho, no lugar de arrombar a porta. Desconfiado, acompanhado de dois homens visivelmente mais jovens, o rapaz autorizou o fotógrafo a continuar registrando a fachada da casa.

A oposição sumiu no Brasil, favor aparecer urgentemente, o povo agradece

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Reprodução do jornal O Globo, coluna Ancelmo Gois.


Procura-se uma oposição no Brasil ?

O Brasil precisa urgentemente que a oposição se organize e tome um rumo, isso faz parte da democracia, caso contrário, não é uma democracia.

No Morro do Borel, muita festa bancada pelo Prefeito Eduardo Paes e "uma" sirene

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O comentário do leitor do Globo por si só fala tudo.

Reprodução do jornal O Globo.


Deputada Jurema Batista (PT) e o seu mandado de 19 dias

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Isso realmente é uma vergonha, um descaso, um tapa na cara do povo.

Um político sério não teria coragem de assumir um mandato por 19 dias, e o pior, no recesso.

Reprodução do jornal Extra do dia 20-01-2011, coluna Berenice Seara.

Imprensa do Rio denuncia promotora, mas se cala sobre denúncias do Presidente do Tribunal de Justiça do RJ, o Desembargador Luiz Zveiter

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Mistério no Rio de Janeiro, a imprensa fluminense trabalha para ferrar uns, e proteger outros.

O jornal O Globo denuncia uma promotora, mas se cala em relação as denúncias contra o Presidente do Tribunal de Justiça do RJ, o Desembargador Luiz Zveiter, por que será ?

Clique aqui e conheça as denúncias contra o Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Desembargador Luiz Zveiter, que a imprensa fluminense esconde.

Em tempo, todas as matérias revelando os "problemas" do Dr. Luiz Zveiter foram feitas pelos jornais de São Paulo.

Reprodução do Globo on line.

RIO - O procurador-geral de Justiça do Rio, Claudio Lopes, denunciou ao Órgão Especial do Tribunal de Justiça a promotora Beatriz Leal de Oliveira, por crime de advocacia administrativa qualificada, que tem pena prevista de três meses a um ano de detenção, além de multa. Beatriz é acusada de ter agido irregularmente na defesa de PMs presos por envolvimento com um grupo de extermínio , que agia em Cachoeiras de Macacu, onde ela atuava como representante do Ministério Público.

A ligação de Beatriz com os PMs foi revelada pelo GLOBO, em agosto de 2009. Na ocasião, interceptações telefônicas da Polícia Civil mostravam a promotora conversando com o cabo PM Denílson Custódio de Souza, que estava preso no Batalhão Especial Prisional (BEP) por assassinato. Num dos trechos da escuta, ela afirmou ao policial estar acompanhando no TJ o andamento de um habeas corpus em favor do cabo PM.

O pedido de habeas corpus, porém, foi rejeitado. Contrariada, Beatriz volta a falar por telefone com o cabo Denílson e num momento refere-se aos desembargadores do TJ como "safados". No decorrer de três meses, as conversas gravadas mostram ainda Beatriz Leal orientando o PM a mudar de aparelho para evitar grampos e perguntando se ele havia recebido o dinheiro enviado ao BEP.

Promotora fez denúncia se dizendo perseguida

A denúncia assinada pelo procurado-geral ressalta ainda que Beatriz Leal procurou a chefia do Ministério Público, em 2009, argumentando estar sendo perseguida em investigação promovida pela Delegacia de Cachoeiras de Macacu e pelo juiz que decretou medidas cautelares no processo que levou à prisão o PM Denílson Custódio de Souza. A versão da promotora, contudo, não foi confirmada.

De acordo com Claudio Lopes, são muitas as evidências contra a promotora:

- É negativo ter um membro do Ministério Público envolvido nesse tipo de episódio. Em um momento desses é preciso agir com cautela e rigor, cortando na própria carne, se necessário - argumentou o procurador-geral de justiça.

O envolvimento da promotora com os PMs veio à tona a partir de investigações do delegado Nilton Fabiano Gama, então à frente da 159º DP (Cachoeiras de Macacu). O policial investigava o envolvimento de PMs num grupo de extermínio ligado a vários assassinatos na região. Um dos suspeitos era o cabo Denílson, que estava lotado no Grupo de Apoio aos Promotores (GAP) e trabalhava diretamente com Beatriz Leal.

A participação dos PMs em uma série de assassinatos foi denunciada por Bruno Barreto Raposo, que acabou executado em janeiro de 2008. Meses antes, ele havia apontado em depoimento o PM Delton Belmont Pereira e Heverton Falcão da Rocha como responsáveis pelo assassinato de Leandro Melo da Silva, em fevereiro do ano anterior. Na ocasião, a promotora opinou em inquérito contra a decretação da prisão dos dois suspeitos, desacreditou o depoimento de Bruno e afirmou que ele não corria qualquer risco para justificar as prisões.

Meses depois, Bruno Raposo foi morto com vários tiros. As investigações da Polícia Civil reuniram evidências de que o crime foi praticado pelo cabo Denílson, que atuava no GAP de Beatriz Leal, com a participação do sargento da PM Gelson Cordeiro. Preso no BEP, o cabo passou a ter as ligações monitoradas pela Polícia Civil.

Investigada já havia sido transferida

Diante da constatação do envolvimento com os PMs, Beatriz Leal passou a ser investigada pelo MP por determinação do procurador-geral. Na ocasião, Claudio Lopes também decidiu pelo afastamento da promotora da comarca de Santa Maria Madalena, cidade para onde havia sido transferida após o episódio de Cachoeiras de Macacu.

Além de responder à denúncia criminal no TJ, Beatriz é alvo de inquérito administrativo na Corregedoria do MP. Em 2008, ela havia sido afastada pelo Conselho Nacional do Ministério Público da área eleitoral por suspeita de favorecimento a candidatos. Procurada pela reportagem, Beatriz não foi localizada para falar sobre o teor da denúncia.

Delta Enhenharia ganha todas no Rio de Janeiro

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Reprodução do jornal Extra, coluna Berenice Seara.

A Delta Engenharia é a "poderosa" no Rio de Janeiro, ganha todas, por que será ?

Vereador Miguel Moraes e a Prefeita Aparecida Panisset tudo pelo poder

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Reprodução do jornal Extra, coluna Berenice Seara.

A política no Brasil é suja, políticos perdem a moral, ética, e a ideologia por dinheiro e cargos.

É vale tudo pelo poder, lamentável.

Em especial o município de São Gonçalo, no quesito política, está cada dia pior, essa semana o MP denunciou a Prefeita Aparecida Panisset por desvio de dinheiro (clique aqui e leia).