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O Governador Sérgio Cabral é um recordista em viagens ao exterior, Cabral chega ao absurdo de dizer que "em cada viajem" ele traz uma "Copa", uma "Olimpíada".
Desculpe-me, mas Cabral ao falar essa asneira passa atestado de idiota, com certeza, a Copa e as Olimpíadas foram muito mais um resultado do que o Rio de Janeiro já vinha fazendo há anos, por exemplo, a realização dos Jogos Panamericanos.
E claro, a Copa e as Olimpíadas também devem ser creditadas ao Presidente Lula, que passou a ser uma figura de muito respeito e prestígio no mundo.
Sem dizer que Sérgio Cabral também foi um recordista em gasto com propaganda, no seu primeiro mandato, Cabral gastou meio bilhão de reais, em outras palavras, R$ 500 milhões de reais, dinheiro este para CALAR a imprensa vagabunda do Rio de Janeiro.
De qualquer sorte, Cabral assume o seu segundo mandato hoje, pela vontade do povo, espero que ele faça um bom governo, e pensa mais nas pessoas do Rio.
Reprodução do site Último Segundo.
Em seu primeiro mandato, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, passou no exterior mais de seis meses dos quatro anos, entre missões oficiais e férias. O chefe do Executivo estadual esteve 184 dias em viagens internacionais, quase a mesma marca do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em sua gestão inicial, 193 dias. Lula foi o presidente que mais viajou ao exterior: 477 dias, em oito anos.
Cabral, que será reimpossado neste sábado, estabeleceu seu recorde de dias fora do Estado e do país logo ao chegar ao Palácio Guanabara, em 2007: 62 dias – um a mais que o aliado Lula no mesmo ano. Durante as ausências, assumiu o vice-governador, Luiz Fernando Pezão.
Em 2008, Cabral ficou 48 dias fora do Brasil; em 2009, 49. Parte das viagens foi em passeios particulares.
Após a escolha do Rio como cidade-sede das Olimpíadas de 2016 (em outubro de 2009) e com a campanha eleitoral, as viagens diminuíram em 2010. Cabral passou “apenas” 26 dias no exterior, bem menos que nos anos anteriores. Ainda assim, neste ano ele esteve nos Estados Unidos, duas vezes, no Reino Unido, Espanha, China e Argentina. Os 184 dias correspondem a um dia a cada oito no exterior, ou 12,6% do tempo.
A média anual de dias do governador do Rio fora do Brasil – 46 – supera a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – 43 –, que chegou a ser apelidado de “Viajando Henrique Cardoso” por humoristas do Casseta&Planeta. FHC ficou fora do Brasil 347 dias de seus oito anos de gestão e sofreu muitas criticas por isso.
Como símbolo da importância que dá a suas viagens no exterior, Cabral elevou ao status de Subsecretaria de Relações Internacionais a antes Coordenadoria de Assuntos Internacionais e a transferiu da Secretaria de Planejamento para a Casa Civil.
Em seu primeiro mandato, Sérgio Cabral viajou a pelo menos três continentes. Além dos lugares que visitou este ano, já foi à França, Dinamarca, Portugal, Itália, Suíça, Alemanha, Grécia, Dinamarca e Turquia; na Ásia visitou Japão, Coreia do Sul e Cingapura; nas Américas, foi à Colômbia e Estados Unidos.
Viagens trazem investimentos, diz governo
De acordo com o governo, as viagens internacionais de Cabral promoveram novos negócios para o Estado e têm resultados econômicos evidentes, como investimentos privados e parcerias públicas. São citados como exemplos de sucesso, fruto das idas de Cabral ao exterior, a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e de partidas da Copa do Mundo de 2014, além da atração de grandes indústrias.
Cabral admite viajar bastante, mas diz que suas idas ao exterior são positivas para o Estado e que não pretende deixar de fazê-las, em benefício do Rio. "Viajo muito e vou continuar a viajar. Cada viagem é uma Copa [do Mundo], uma Olimpíada, é um projeto que a gente traz. A gente trabalha muito quando viaja", afirmou, no início do ano.
Um exemplo que costuma dar é o da viagem à Colômbia, no início do mandato, que inspirou a política de intervenções de favelas no Rio, como o uso de teleférico, como o implantado no Complexo do Alemão, em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).