Rádio Blog do Ricardo Gama

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A MÁFIA ! Chefes da máfia que fraudava vistorias têm ligação com deputados fluminenses

.
Não tem conversa, canso de dizer aqui no blog que o Rio de Janeiro está dominado por uma MÁFIA DE BANDIDOS, e a matéria abaixo prova isso.

Que PORRA é essa ?

Dois "apadrinhados" políticos, sendo que um é sobrinho, e o outro um amigo muito íntimo, respectivamente, dos Deputados Paulo Melo (PMDB-RJ) e André Ceciliano (PT-RJ) são acusados de serem chefes de uma MÁFIA DE BANDIDOS, e os políticos dizem que não tem nada com o assunto ???


A polícia tem que botar para fuder, investigar geral, principalmente os "nobres" deputados.

Com certeza essa grana roubada por esse bandidos era usada para fins eleitorais, digo, campanhas eleitorais, tem que fazer um pente fino.

Ou será que por que a operação foi parar no colo dos deputados Paulo melo e André Ceciliano, aliados de Sérgio Cabral, vão ser abafadas ?


O comentário dessa e de outras matérias você poderá ver ao vivo no blog às 22:30 horas, ou no meu canal no youtube (clique aqui).

Reprodução da capa do jornal O Globo


Reprodução do Globo on line


Foto Deputado André Ceciliano (esquerda) e Ricardo Loroza, no sambódromo, em 2007.

RIO - Ao atirar no que viu, a Operação Direção Oposta, responsável pelo desmonte de uma quadrilha que agia no Detran, pode ter acertado o que não viu. Os dois chefes de postos de vistoria apontados como organizadores de esquema de fraudes — um deles já preso — eram apadrinhados políticos: Ricardo Loroza de Rezende, do posto de Paracambi (Baixada Fluminense), era protegido do deputado estadual André Ceciliano (PT). Nildo Sá Ferreira, de Araruama (Região dos Lagos), foi indicado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Mello (PMDB), de quem é sobrinho.

A quadrilha chefiada por Ricardo Rezende, o Ricardinho, e Nildo, de acordo com o Ministério Público estadual, cobrava propina dos motoristas para regularizar documentos de licenciamento sem vistoriar os veículos. A operação, deflagrada na quarta-feira pela Corregedoria do Detran, pela Polícia Civil e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP, havia prendido até quinta-feira 38 dos 45 suspeitos com mandados de prisão expedidos pela Justiça.

Loroza atuou na campanha de André

Loroza, nomeado no dia 8 de abril para a chefia do Detran de Paracambi, atuou ano passado na campanha eleitoral de André Ceciliano, ex-prefeito do município. Além de ceder instalações do posto de gasolina Paracambi, de sua propriedade, para alojar o comitê do petista, doou R$ 15.721 para o candidato. Na cidade, ele é apontado como o arrecadador da campanha de Ceciliano.

Em junho, depois da nomeação, Loroza e Ceciliano viajaram juntos para a Disney World, na Flórida, com suas mulheres. Até o início da manhã, um vídeo no Youtube, com cenas do desfile da Acadêmicos do Cubango, mostrava os dois sambando abraçados. Pouco depois, o site informava que o arquivo fora "removido pelo usuário".

Para os promotores, Loroza agia em Paracambi com a anuência da maioria dos funcionários do Detran na cidade. O grupo teria feito do "posto de Paracambi um grande balcão de negócios, onde vistorias são vendidas, documentos ideologicamente falsos são emitidos, dados falsos são inseridos no sistema do Detran, causando dano à higidez do mesmo, e multas e gravames são apagados", descreve a denúncia. Para sustentar a acusação, o MP lista uma série de interceptações telefônicas.

Dono de lojas de compra e venda de carros, Loroza trabalhou de 2007 até o ano passado no gabinete do ex-deputado Délio Leal. Atualmente, o irmão dele, Nilton Cesar Loroza de Rezende, é servidor comissionado de André na Alerj. Nilton doou ano passado R$ 11 mil para a campanha do petista.

Nildo, por sua vez, chefe de dois postos de vistoria do Detran em Araruama, é acusado de dividir a coordenação do esquema de propina na Região dos Lagos com seu subchefe, Guilherme dos Santos, e com o chefe do posto de São Pedro da Aldeia, João Carlos Lanhas. Sobrinho de Paulo Mello e indicado por ele, que o chama de Dida, atuava no ramo de compra e venda de carros antes de assumir a chefia do posto.

Nildo, que está foragido, teria organizado com Guilherme e João Carlos um esquema de pagamento de propinas que dispensava os motoristas de comparecer aos postos de vistoria para receber os documentos. Ao todo, o MP denunciou 66 envolvidos — 20 em Paracambi e 46 em Araruama e São Pedro da Aldeia — por corrupção passiva, inserção de dados falsos no sistema do Detran, falsidade ideológica, peculato e formação de quadrilha. A máfia é suspeita de ter faturado R$ 4 milhões em um ano.

Paulo Mello e André Ceciliano admitiram a nomeação de Loroza e Nildo, mas não se responsabilizaram pelos atos dos apadrinhados à frente dos postos do Detran.

— Sou político. Não escondo isso. Quando ganho o governo, participo do governo. Mas ninguém pode usar o meu nome para qualquer coisa. É meu sobrinho e eu o indiquei. Mas errou, tem de pagar — disse o presidente da Alerj.

André Ceciliano, por meio de sua assessoria, também assumiu a nomeação e a relação de amizade com Ricardo, mas garantiu desconhecer a fraude.

Esta não é a primeira vez que pessoas envolvidas em fraudes no Detran são flagradas com um pé dentro do parlamento fluminense. Em outubro do ano passado, integrantes de uma quadrilha especializada em falsificar documentos do órgão foram presos. O grupo era formado por despachantes, funcionários e ex-servidores do departamento e por um assessor do deputado Geraldo Moreira.

Em 2007, um relatório da Polícia Civil sobe irregularidades no posto do Detran de Cachoeiras de Macacu citou o deputado Marcos Abrahão, hoje no PT do B. O parlamentar, que supostamente havia indicado o chefe do posto, chegou a ser excluído de seu partido, o PSL, em 2009 por causa do incidente.

De acordo com o coordenador do Gaeco, a investigação que levou à denúncia não esbarrou em informações que envolvessem os parlamentares nas atividades dos dois grupos. Segundo ele, se isso tivesse acontecido, a investigação teria de ser repassada ao Procurador Geral do Estado, Cláudio Lopes, devido às prerrogativas dos deputados.


3 comentários:

  1. Não tem atualização ???? Notícia velha!

    ResponderExcluir
  2. ESSE ANDRE é da máfia Ceciliano...Esses 2 irmaos ex donos de postos em Paracambi adulteravam combustivel no posto...POR ISSO O POSTO FOI FECHADO PELA POLICIA FEDERAL>>>Corruptos!! TB ja estavam falidos ha anos...esse dinheiro que eles dizem terem doados ao Andre CEciliano é MENTIRA!!!Eles sao usados como laranja desse André... para serem laranjas...ganham bem para isso!!Vai na cidade de Paracambi histórico desses @ irmaos donos de postos...Eram falidos!!Aí começou uma amizade com o ANDRÈ..... estranha que envolvia outra coisa suja que se usa e viajam a marteeee!!PAZ E AMOR!! A cidade toda sabe!!Aí os falidos viraram baba ovo..puxa-saco... laranjas..e daíii a vidinha deles deram uma melhorada boa!!Esse Ricardinho era um bobalhao ridículo da cidade...Aliás quem trabalhava mesmo era o o irmao e a mae..Na cidade falam até que eles batiam na mae!!Deve ser por viajram muito a marte com o Andre...PZ E AMOR

    ResponderExcluir
  3. Caraca!!!A verdade vindo tudo á


    tona!!DEus seja louvado!Averdade tarda mais nao falha!!Roubar de pobre , isso que da andré demoroooou!!!Jesus está voltando mesmo!!ladroes sendo descobertos!!E agora será que ele vai usar a mesma frase:-Perseguiçao política!!Muda...senao vai pegar mal!! Mas vc ainda nao descobriram nada!!Tem muita coisa para ser desvendado desse corrupto isso é pinto dinate da ladroagem dele!!Por tras dele tem: laranjas que todos da cidade sabem:Renato Chicao,Edinho Rabinho,sogro dele, mulher dele, uma vendedora de frango da cidade,Tiaozinho de Lages etc etc.Faça uma devassa na vida desses e dos familiares chegados desses,que vao descobrir é MUITA grana malocada!POlicia federal neles!!!

    ResponderExcluir