sábado, 1 de outubro de 2011

Privatizaão da Segurança Pública: Plano libera uso de guarda privada em prisões e ônibus

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Privatizar a segurança pública ?

Será que nem a segurança o governo é caoaz de dar ao povo ?

As segurança pública ficará mais cara, e fará a alegria das empresas do ramo.

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Reprodução da Folha de São Paulo on line

O governo federal quer permitir a contratação de empresa privada para serviços de segurança armada em presídios, transportes coletivos e em eventos, como jogos de futebol e shows.

Chamado "estatuto da segurança privada", o projeto foi apresentado pelo Ministério da Justiça a empresas e sindicato do setor.

Pela proposta, as empresas poderão atuar na segurança patrimonial dos presídios -inclusive para agente de muralha- mas não assumiriam o papel de carcereiros.

Elaborado sob medida para realização dos Jogos Olímpicos e para a Copa, o texto atribui ao organizador de eventos a responsabilidade pela segurança interna nos estádios e praças de show.

A intenção seria liberar os PMs hoje dedicados à segurança de jogos e estádios.

O texto autoriza, em até 49%, a participação de capital estrangeiro nas empresas. Hoje, está proibido.

Um dos responsáveis pelo texto, Guilherme Vargas, da Polícia Federal, explica que a intenção é atualizar regulamentação do setor, de 1983.

Frisando que a proposta ainda está em discussão, Vargas afirma que, na prática, as empresas já exercem as atividades previstas no projeto. Mas não há regulamentação.

Segundo ele, o estatuto é discutido desde 2007. Mas o governo decidiu enviá-lo ao Congresso até o fim do ano.

A intenção, diz Vargas, é que as empresas privadas tenham ação complementar à dos órgãos de segurança.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vigilância, hoje existem 2.000 empresas no país.

INSATISFAÇÃO GERAL

A proposta de privatizar a segurança em ambientes públicos deriva da insatisfação geral com a segurança pública, diz Gláucio Soares, professor e pesquisador da Uerj.

"Diante disso, há duas possibilidades: investir pesado na segurança pública ou especificamente na privada, que acarreta alguns riscos, entre eles fugir ao controle. "

A ideia do governo é boa, diz Luís Sapori, coordenador do centro de pesquisa em segurança pública da PUC-MG.

"O aparato público não tem condições de estar presente em todas as situações do dia a dia ", disse.

Já para o diretor-executivo da Transfretur (sindicato das empresas de transporte por fretamento de SP), Jorge Miguel dos Santos, "essa não é uma exigência do mercado".

"É evidente que há algumas rotas que têm incidência de assalto, mas mesmo assim não justificaria [a contratação de seguranças]. O que é preciso é mais polícia nas estradas nesses trechos", diz.

2 comentários:

  1. Isso deve ser mais um iludido!
    É obra do Eugênio, "Eu" o "Gênio", esses caras tem tantas coisas à fazer e ficam fazendo cada coisa ridícula.
    É quase impossível que eles não tenham noção que isso esta querendo favorecer "alguém".

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  2. comprovado que o crime é lucro para o governo

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