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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Policiais usavam talões do jogo do bicho em delegacia

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Fala sério !!!

Como eu sempre digo, um dia a casa cai.

Reprodução do jornal O Dia on line.

Rio - Os talões dos apontadores do jogo do bicho também ganharam utilidade na 76ª DP (Niterói), apontada como ‘escritório do crime organizado’ pela Corregedoria da Polícia Civil e (Coinpol) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Durante as investigações sobre o envolvimento do grupo com a máfia dos caça-níqueis, foram encontrados no balcão de atendimento da delegacia dois blocos com números de apostas que serviam como rascunho para os agentes da unidade.

“O negócio era tão escancarado que os talões ficavam à mostra em cima da mesa para anotar recados”, destacou o corregedor da Polícia Civil, Gilson Emiliano. Quinze pessoas foram denunciadas à Justiça como resultado da Operação Alçapão, deflagrada quarta-feira.

Nove acusados foram presos, entre eles um agente penitenciário e seis policiais civis. Todos foram levados ontem para o presídio de Bangu 8. Só o inspetor Jerônimo Pereira Magalhães, o Magal, chefe do setor de Homicídios da 72ª (São Gonçalo) continua foragido.

Para o promotor Cláudio Varela, do Gaeco, os agentes atuavam muito à vontade. “Embora esse tipo de conduta não seja fácil de ser investigada, desta vez alguns policiais se sentiam tanto à vontade, a ponto de usar os talões do jogo do bicho”, avaliou.

A crença na impunidade, para o corregedor, permitiu ainda que a polícia apreendesse R$ 210 mil em mala na copa de árvore na casa do inspetor Jorge Gomes Barreira, em Guaratiba, além de munição de uso restrito, espingarda e dois revólveres, sem registros, na casa do agente Márcio Coutinho Braga.

Um comentário:

  1. Grande Promotor de Justiça! Dr. Claudio Varela! Um exemplo de pessoa e de profissional! Parabéns amigo!

    Um abraço!

    C.F.

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