Traficantes misturam cimento branco na cocaína, e até criaram um tipo de "PROCON" para que "os consumidores" façam reclamações na boca de fumo.
Muitos se esquecem, mas são os viciados de drogas que alimentam essa guerra no Rio de Janeiro praticada por esses vermes malditos, leia-se, traficantes de drogas.
Lugar de bandido e traficante é na CADEIA mofando.
Em tempo, o site R7 está de parabéns pelas matérias que vem produzindo sobre o tráfico de drogas no Rio de Janeiro.
Reprodução do site R7.



Para obter mais lucro com a venda de drogas, os traficantes costumam "batizá-las. Isso ocorre principalmente com a cocaína. O chamado "batismo" consiste em misturar outros produtos à droga durante o processo de refino para que sua quantidade aumente. Entre os produtos mais usados pelos traficantes estão o fermento em pó e o bicarbonato de sódio, além do pó de mármore.
Em algumas apreensões, no entanto, como na Rocinha, em março de 2009, policiais civis encontraram até mesmo cimento branco usado em obras, em uma refinaria da favela.
Um quilo de pasta-base, avaliado em R$ 12 mil, se transforma em dois quilos após ser refinado e transformado em pó. Com os aditivos, cada quilo faz de quatro a cinco quilos, movimentando R$ 32 mil, o que equivale a um lucro de 266%.
Apesar de a droga ser "batizada", existe um limite por parte dos traficantes. Colheres têm a medida exata da quantidade de substâncias que serão misturadas. Caso algum usuário reclame com o gerente da boca de fumo sobre a qualidade da droga, o responsável pela fraude, por adicionar mais fermento do que o permitido, pode pagar com a vida.
Uma facção que tem como reduto o Complexo de Senador Camará, na zona oeste, tem até uma espécie de SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente). Papelotes de cocaína vendidos pela quadrilha vêm com um aviso: “qualquer violação, reclame na boca”.

















