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Vejam o que o "sábio" chefe de polícia civil disse ao Globo:
- Se eles apenas erraram ao atirar, a punição será severa. Mas, se for comprovado que mentiram, serão exonerados, pois é caso de desvio de caráter - disse, acrescentando que policiais, por terem porte de arma, precisam ser cautelosos ao agir, evitando arriscar vidas. - Sempre que há inocente baleado, há erro.
Bem, vamos ver se eu entendi, se os policiais civis atiram para matar são punidos severamente, mas se mentem, são exonerados ?Ou seja, os policiais civis mentirem é mais grave do que atirar em inocentes ?O problema é que se fique comprovado que os policiais civis erraram serão punidos, mas o problema não será resolvido, ou vocês se esqueceram do caso do menino João Hélio ?Esse tipo de "erro" dos policiais acontecem a toda hora, e inocentes são baleados e morrem, mas a pergunta que não quer calar, o que o Desgovernador Sérgio Cabral faz para mudar isso ?A população tem PAZ e TRANQUILIDADE para andar nas ruas ?Os policiais militares e civis são treinados de forma aceitável para lidar com o crime ?Os policiais civis e militares tem apoio do Governo Sérgio Cabral ?Todas as respostas são NEGATIVAS, logo o problema não será resolvido, e amanhã teremos mais pessoas inocentes sendo baleadas e morrendo por policiais despreparados e abandonados pelo Governo Sérgio Cabral.
Isso é uma vergonha, se o policial civil e militar tivessem bons salários, bom treinamento, e apoio do Governo, provavelmente, esses tipo de incidentes não aconteceriam.
RIO -Os policiais envolvidos na blitz em que o juiz trabalhista Marcelo Alexandrino da Costa Santos, o filho dele e a enteada foram baleados poderão ser exonerados. A informação foi dada, domingo, pelo chefe da Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, que determinou que o caso seja investigado pela Corregedoria Interna da Polícia Civil. Segundo ele, os policiais que participavam da operação foram afastados até a conclusão das investigações. Para Turnowski, mesmo que houvesse a participação de um carro ocupado por criminosos, conforme a versão dos policiais civis, a reação foi inadequada. - Se eles apenas erraram ao atirar, a punição será severa. Mas, se for comprovado que mentiram, serão exonerados, pois é caso de desvio de caráter - disse, acrescentando que policiais, por terem porte de arma, precisam ser cautelosos ao agir, evitando arriscar vidas. - Sempre que há inocente baleado, há erro.
O chefe da Polícia Civil, que visitou o magistrado e conversou com seus parentes, diz que o próximo passo é colher o depoimento oficial do juiz. Ele explica que também esteve no local do tiroteio, onde foram encontrados fragmentos de balas.
- Fizemos uma perícia no local do crime e apreendemos as armas dos envolvidos. Agora, vamos verificar se os tiros partiram, de fato, das armas dos policiais- conclui Turnowski.
O chefe da Polícia Civil garantiu ainda que a blitz que assustou o juiz não era falsa. Segundo ele, a ação fazia parte da Operação Duas Rodas, que ocorria simultaneamente em diversos pontos do estado.
O tenente-coronel Djalma Beltrami, comandante do 18º BPM (Jacarepaguá), disse domingo que, como acontece rotineiramente, havia um carro da PM próximo ao local na hora em que o juiz foi baleado, mas que a presença de um segundo veículo com criminosos é desconhecida pelos policiais militares que estavam na patrulha. Segundo ele, quando a PM chegou ao local, toda a ocorrência havia sido assumida pelos policiais civis, e nenhuma colaboração foi solicitada para o cerco e a localização de um suposto segundo veículo de cor escura. Domingo, o delegado adjunto da 41ª DP (Tanque), Antonio Bertrand, não quis dar entrevistas.