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Um trabalhador inocente foi assassinando, e o Governo do Sérgio Cabral fez de tudo para PROVAR que o rapaz era um traficante, sabe como é, as vésperas das eleições não ficaria bem mais um inocente morto.
Mas não teve jeito, o rapaz era trabalhador e estudante, e o Governo Sérgio Cabral FRACASSOU na tentativa de transformar o rapaz em um bandido, e teve que reconhecer a sua inocência, e afastou os PM's envolvidos.
Quem deu o tiro foi os PM's, mas estavam cumprindo as ordens idiotas da FRACASSADA política segurança desse governo, Sérgio Cabral gosta de dar uma de malandro, quando as suas aventuras pirotécnicas na segurança pública dão certo, ele se diz o "melhor governador", quando dá merda, joga a culpa nos PM's, os ofende, xinga, manda prender e depois expulsa.
Quando da morte do menino Wesley, o Comandante Mário Sérgio disse que todas as operações policiais passariam a exigir autorização do comando, então essa FRACASSADA operação deve ter tido a devida autorização, ou não ?
A verdade é que a política de segurança desse governo Sérgio Cabral é um FRACASSO, e quem acaba sendo punido é o povo, e os próprios policiais militares.
Como eu venho dizendo aqui exaustivamente, ARRASTÕES e ASSALTOS tem ocorrido diariamente no Rio de Janeiro, como comprovado com a capa do Extra de hoje, que diz que em três dias aconteceram dois arrastões, e mesmo assim nenhuma medida será tomada por essa bosta de governo.
Isso é uma vergonha, um total desrespeito com o povo do Rio de Janeiro.
Capa do jornal Extra.
Matéria do jornal O Dia.A Polícia Militar afastou os quatro PMs que usaram as armas em um confronto na Cidade Alta, em Cordovil, no sábado. Eles admitiram serem autores dos disparos contra os quatro homens que morreram no tiroteio — um deles, o atendente do McDonald's Julio César de Menezes Coelho, de 21 anos.
Os oficiais vão fazer serviços internos no 16 BPM (Olaria) até que acabe o inquérito policial militar, aberto ontem. A PM tem 40 dias para remeter o procedimento à corregedoria. O subcomandante do Batalhão de Olaria, Roberto Garcia, disse que os quatro oficiais vão ser ouvidos até semana que vem.
Na praça onde ocorreu o confronto, resta uma mancha de sangue, bem embaixo de um banco, onde, segundo testemunhas, Julio César foi morto. A parede da Escola Municipal Raul Pederneiras tem marcas de tiros.
Na casa de Julio César, restam o uniforme de trabalho que seria usado esta semana, e muita saudade.
— Era uma pessoa querida, me levava para a fisioterapia, arrumava o meu cabelo — conta a aposentada Haydee Ladir de Menezes Coelho, de 77 anos, avó que ajudou a criar o rapaz...mais clique aqui