Cadeia do Rio de Janeiro está sob o comando de presos.


Agora eu gostaria de que o Sr. desgovernador Sérgio Cabral e a sua "trupe", me refiro, ao Secretário de Segurança José Mariano Beltrame, e ao Comandante Mário Sérgio, que explicassem ao povo como pode ter piorado, se eles dizem que tudo melhorou ?
RIO - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou, hoje, quatro taxistas envolvidos no espacamento de um colega de profissão, ocorrido no dia 7 de julho, no Aeroporto Tom Jobim e pediu, ainda, a prisão preventiva de um deles. José Cosmo de Neres de Freitas, Edson Neres de Freitas, Wagner de Oliveira Manoel e Vinicius Araújo foram denunciados pelos crimes de tentativa de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha. José Cosmo de Neres de Freitas teve a prisão preventiva pedida pelo Ministério Público. De acordo com o MP, ele já havia se envolvido em outras brigas para manter o monopólio sobre a atividade de embarque de passageiros, no Tom Jobim, para a cooperativa de táxi à qual pertence. Os quatro são acusados de tentar matar, com dolo eventual - quando não há intenção direta de matar mas existe a assunção do risco pelo resultado morte - Kléber Luiz Oliveira da Rosa, também taxista, após uma discussão. Kléber, que não pertence à cooperativa dos acusados, teria tentado pegar um passageiro no aeroporto. Para o MP, os agressores queriam direito exclusivo sobre "o ponto", o que carece de amparo legal, já que a autorização da Prefeitura permite o uso do espaço público pela cooperativa apenas como base de apoio, e não para fins de monopólio.

- Como os próprios tribunais dizem, tem de haver indícios. Se fosse assim, todo mundo que foi à zona um dia pode ser (pai) - afirmou Alencar. - São milhões de casos de pessoas que foram à zona. Só que grande parte desses casos não tenham sido objeto de interesse, político e econômico.
De acordo com a versão apresentada por Rosemary à imprensa, sua mãe, Francisca Nicoline de Morais, teve um relacionamento com Alencar no início da década de 50, quando trabalhava como enfermeira num hospital em Caratinga. O vice-presidente contestou a história relatada pela suposta filha e considerou o caso uma chantagem.
- Não há uma pessoa que tenha dito que essa mulher foi vista comigo algum dia. Não há nenhum indício - disse Alencar a Jô Soares.
Na conversa, ele afirmou que a realização de um teste de DNA seria ceder a uma pressão sem ter motivos para isso...mais clique aqui
Todos os políticos estão com problemas para arrumar dinheiro para as suas campanhas eleitorais, menos o desgovernador Sérgio Cabral no Rio.