Abraços,
Ricardo Gama


Sérgio Cabral tira onda com a justiça, está usando as inaugurações de obras feitas com recursos públicos como palanque eleitoral, ilegal e daí ?



O clima quente na PM, entre os oficiais com cargo de comando em batalhões, surgiu este mês, poucos dias após a sanção de um reajuste de 10% para servidores da área de segurança pública, inclusive policiais militares e delegados. Na semana passada, o governador Sérgio Cabral enviou à Alerj um projeto de lei para conceder um reajuste adicional de 70,3% a mais de mil delegados. Foi aí que o ambiente azedou no comando da PM.
O descontentamento do comandante-geral da Polícia Militar e dos chefes dos batalhões, até agora tratado com sigilo junto à mídia, tem motivos claros e simples: o reajuste em patamares tão distintos criará um enorme desnível no topo das duas forças de segurança do estado ao fim dos aumentos unilaterais para os delegados, em julho de 2012.
O reajuste extra exclusivo aos delegados também desperta críticas dentro da própria Polícia Civil. Em off, servidores da corporação reclamam que a medida criará distorções internas. Por exemplo, um inspetor em início de carreira receberá somente 15% do salário de um delegado, incluídas aí as suas gratificações.
A ideia de oferecer um reajuste extra aos delegados da Polícia Civil teria surgido após a constatação de que muitos deles estariam trocando a carreira por cargos mais rentáveis, como os de defensor e promotor público, entre outros.
RIO - Um dos carros de uma composição da Linha 2 do metrô que seguia para a Pavuna por volta das 15h20m desta segunda-feira apresentou um vazamento de gás do ar condicionado, o chamado gás freon, que não é tóxico. O equipamento fica localizado fora do trem, na parte debaixo do vagão. Segundo nota da Metrô Rio, por precaução os passageiros foram desembarcados na Estação Maracanã. Logo em seguida, a concessionária direcionou uma composição vazia para que eles pudessem seguir viagem. Não houve atrasos na circulação dos trens.