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Fotos do jornal O Globo

O delegado Marco Aurélio Castro, 42 anos, tira onda neste desgoverno do Sérgio Cabral, mora em Ipanema e nos últimos meses arrebentou a boca do balão, comprou uma lancha e virou sócio de dois empresários da noite carioca.Nas barbas de Sérgio Cabral, o "milionário" delegado, junto com os seus novos sócios, arrendou parte da Ilha do Sol, na Barrinha, onde instalou uma marina para abrigar lanchas e jet skis, com serviços de bares e restaurantes classe A.
Diz a lenda que a fortuna do Delegado começou com um projeto da Secretária de Segurança o Noite Legal, inclusive o Dr. Delelgado foi denunciado por seu braço direito, um PM que foi preso ao tentar extorquir um empresário.A curiosidade disso tudo, é que o desgoverno do Sérgio Cabral diz que o Dr. Delegado cheio da grana está sendo investigado, pelo visto essa "investigação" é de muita seriedade, a tal ponto do delegado estar CAGANDO e ANDANDO, e levando uma vida de rico, comprando lanchas, ilhas e etc.Um passarinho me contou que a investigação não anda, por que tem muita gente da cúpula da área de segurança envolvida, muito peixe graúdo levou o seu pacote de dinheiro, e agora estão com rabo preso, é por isso que o Dr. Delegado tira onda, e sabe que não vai dar em nada.Esse é o desgoverno do Sérgio Cabral que nada se investiga ou se apura, quando o norte aponta para o Palácio da Guanabara, tudo é abafado, e arquivado, assim é fácil, até o SATANÁS aparece em primeiro nas pesquisa eleitorais.Gostaria de ver se houvesse uma imprensa imparcial, e as instituições estivessem funcionando como seria, se Sérgio Cabral estaria com essa bola toda ?Sérgio Cabral é tão FOLGADO, DISCARADO, e confia na IMPUNIDADE que coloca até a mulher dele para advogar para o Metrô Rio, na minha opinião, o Palácio da Guanabara tinha que mudar de nome, para "Palácio das Maracutaias" !!! Clique e veja a matéria no Jornal O Globo on lineRIO - Investigado pela Corregedoria Interna da Polícia Civil e indiciado pela Corregedoria Geral Unificada (CGU), da Secretaria de Segurança, por suspeita de envolvimento num caso de extorsão no ano passado, o delegado Marco Aurélio Castro, de 42 anos, não tem do que se queixar. Ele mora em Ipanema e, nos últimos meses, experimentou uma repentina ascensão no mundo das pessoas que gostam do mar: comprou uma lancha e virou sócio de dois empresários da noite carioca. Com eles, arrendou parte da Ilha do Sol, na Barrinha, onde instalou uma marina para abrigar lanchas e jet skis, com serviços de bar e restaurante classe A, revela reportagem de Antônio Werneck em O GLOBO deste domingo.
O delegado passou a ser alvo dos seus pares depois de ter seu nome vinculado a um caso grave de corrupção em 2009, envolvendo o cabo da PM Anderson Brito Guimarães, então seu braço direito num projeto que naufragou: o Noite Legal, da Secretaria de Segurança. Idealizado em 2007 para regularizar e fiscalizar o funcionamento de boates, além de atuar em grandes eventos no Rio, como shows e festas raves, o programa foi sepultado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, no ano passado, depois dos supostos casos de corrupção envolvendo o delegado e sua equipe.
Uma das denúncias veio do cabo Anderson, preso no ano passado sob a acusação de ter exigido uma propina de R$ 10 mil do dono da boate Taj Lounge, na Barra, para liberar o funcionamento da casa. Acusado pelo empresário, o PM foi detido com base em gravações, feitas por agentes da CGU, de conversas que supostamente revelam a negociação. Também foram feitas fotografias em que o cabo aparece recebendo uma sacola, onde estaria o dinheiro da extorsão. O sargento revelou que estava no local com o conhecimento do delegado Marco Castro.