Agora para quem não se lembra, as obras do PAC apresentaram diversos problemas, conforme foi denunciado pela Folha de São Paulo (clique aqui e veja).
Sem dizer que, no dia 18 de março de 2010, a Folha de São Paulo também fez uma GRAVE DENÚNCIA DE FRAUDE NAS LICITAÇÕES DAS OBRAS DO PAC no Rio de Janeiro, sob o comando da Secretaria Estadual de Obras, conforme matéria abaixo (clique aqui e veja).
Mediante a essas irregularidades, suspeitas, e licitações acertadas, entendemos agora por que essas empreiteiras, que fazem as obras do PAC, foram tão "boazinhas" com Sérgio Cabral.Será que o Ministério Público vai investigar, ou melhor, será que estão investigando as denúncias de licitações "acertadas" das obras do PAC denunciadas pela Folha de São Paulo ?
Isso é uma vergonha, parece que no Rio de Janeiro está tudo dominado.
Em tempo, já perceberam que todas as denúncias de irregularidades do Governo Sérgio Cabral sempre são feitas pela imprensa de São Paulo, por que $erá ?
RIO - Construtoras que fazem obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado foram as maiores doadoras da campanha do governador Sérgio Cabral (PMDB), reeleito no primeiro turno. Cinco empresas doaram juntas R$ 3,8 milhões, ou 18,4% dos R$ 20,6 milhões recebidos por Cabral. Os dados da prestação de contas do governador estão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As maiores doadoras foram a Camargo Corrêa e a OAS, que contribuíram com R$ 1 milhão cada. As duas empresas formam um dos quatro consórcios responsáveis pela construção do principal trecho do Arco Rodoviário, obra que teve orçamento inicial de R$ 800 milhões, mas que já chega perto de R$ 1 bilhão. A OAS integra ainda o consórcio que faz as obras de reurbanização e construção do teleférico do Complexo do Alemão, na zona norte.
Também colaboraram para a campanha de Cabral as construtoras Queiroz Galvão (R$ 800 mil) e Carioca Engenharia (R$ 500 mil), que atuam no PAC da favela da Rocinha e no Arco Rodoviário. A EIT - Empresa Industrial e Técnica, que integra o consórcio do PAC da favela de Manguinhos, doou outros R$ 500 mil.
O governador também recebeu R$ 2 milhões de seu comitê financeiro único. O volume representa 9,7% do total recebido e foi diluído em 5.771 pequenas contribuições. Até a noite de ontem o site do TSE não informava os nomes dos doadores ao comitê financeiro.
Três bancos fizeram contribuições para Cabral, somando R$ 1,5 milhão. A maior contribuição do setor foi de R$ 700 mil, do Itaú Unibanco. O BMG contribuiu com R$ 600 mil e o Cruzeiro do Sul, com R$ 200 mil.
O empresário Eike Batista foi o maior doador individual entre pessoas físicas. Logo no início da campanha, em julho, Eike doou R$ 750 mil para a campanha do governador reeleito.
O candidato derrotado do PMDB ao Senado, deputado estadual Jorge Picciani, fez 55 doações para a campanha de Cabral. Seus dois filhos, Leonardo e Rafael Picciani, eleitos para a Câmara e para a Assembleia Legislativa, respectivamente, também registraram sete doações. No total a família Picciani informa ter doado R$ 112,7 mil à campanha de reeleição do governador.
Em resposta ao Estado, a assessoria de imprensa do governo do Estado disse que "não há impedimento legal de as empresas fazerem doação para a campanha". "São grandes empreiteiras que fazem doações de campanha em diferentes estados", concluiu.


Não há impedimento legal, mas há impedimento ético!!!
ResponderExcluirPqp, está tudo dominado mesmo!
Por que será, que só a imprensa paulista denuncia????????
ResponderExcluirSó os eleitores do tabajara não sabem $$$$$$$$$$.