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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O próprio traficante Nem resolveu o probelma no Intercontinental, mandou auxiliar resolver

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Inacreditável, bizarro, coisa de outro mundo !!!

O próprio traficante Nem, resolveu a situação do Hotel Intercontinental, mandou um comparsa para lá, fazer a negociação, e resolver tudo.

Problema resolvido, a "auxiliar" do Nem foi embora tranquilamente.

Em tempo, por que os presos ficaram quase 3 horas desaparecidos, entre a saída do Hotel Intercontinental e a chegada na 15ª Delegacia de Polícia ?

O que o Governo Sérgio Cabral fez, ou quis ganhar com este tempo ?

Reprodução do Terra Notícias.



Dentro da cozinha do Hotel Intercontinental, em São Conrado, dez traficantes faziam 35 reféns, entre hóspedes e funcionários. Do lado de fora, policiais tentavam negociar a rendição do grupo. A mãe de um dos criminosos chegou e implorou que o filho, número 2 na hierarquia da quadrilha da Rocinha, se entregasse. Ítalo de Jesus Campos, o Perninha, estava irredutível. E avisou que não tomaria nenhuma decisão sem antes conversar com o presidente da Associação de Moradores do Bairro Barcelos - uma das localidades da Rocinha -, Vanderlan Barros de Oliveira, o Feijão.

Este, então, chegou e, minutos depois, o terror acabou. Feijão saiu do hotel tranquilamente e caminhou até a comunidade praticamente despercebido. O que ninguém sabia, nem a Polícia Militar, é que o homem que desceu o morro para resolver a situação, segundo investigações da Polinter e denúncia do Ministério Público, faz parte do mesmo bando que mantinha os reféns sob a mira de pistolas, fuzis e granadas.

"Tudo tranquilo. Foi tudo negociado e resolvido sem problemas", disse Vanderlan, na saída do hotel cinco estrelas.

A segurança demonstrada em seu discurso não era bravata, como admitiram os policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e um dos reféns, Manoel Severino: "A situação foi resolvida quando o presidente da associação dos moradores conversou com eles. Depois da conversa, os bandidos colocaram as armas no lixo e se entregaram", afirmou Severino, funcionário do hotel.

Feijão foi investigado durante meses, entre o fim de 2009 e o início deste ano, por formação de quadrilha, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Ao longo do trabalho, a Polinter descobriu que estavam registradas em seu nome duas empresas usadas pelo chefão da favela, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, para lavar dinheiro oriundo das bocas de fumo: a V. Barros de Oliveira Comércio de Acessórios para Veículos Ltda. e a W.C. Comércio de Gelo Ltda.

"As duas empresas possuem diversos depósitos, com altas quantias em dinheiro, cristalinamente incompatíveis com a atividade empresarial exercida por elas, em localidade extremamente pobre", afirmou a promotora Ana Lúcia Melo, da 25ª Promotoria de Investigação Penal, na denúncia aceita pela Justiça, que originou o processo na 40ª Vara Criminal.

Contas de Nem pagas por Feijão
Os altos valores citados pela promotora vão além da aquisição de uma máquina de gelo avaliada em R$ 150 mil. Incluem, por exemplo, objetos pessoais da família do traficante Nem, como o enxoval de sua filha recém-nascida e compras feitas por sua mulher, Danubia de Souza Range.

O líder comunitário e outros suspeitos chegaram a ficar presos. Foram soltos em abril. Em 18 de julho, Vanderlan ganhou a disputa pela presidência da associação de moradores do Bairro Barcelos. No dia seguinte, sua prisão foi revogada pela Justiça, mas ele continua respondendo ao processo em liberdade. Já seu irmão, Fábio Barros de Oliveira, que tem o mesmo apelido de Feijão, jamais foi encontrado pela polícia. Ele é uma espécie de office-boy de Nem.

11º integrante foi preso em ambulância na Penha
Além dos dez bandidos capturados no hotel, a PM conseguiu prender outro traficante do outro lado da cidade. Uma denúncia levou o Serviço Reservado (P2) do 16ºBPM (Olaria) à entrada do Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde Jonathan Costa Soares, o Sapatinho, buscava socorro.

Ele chegou até à UPA da Rocinha e, de lá, os médicos pediram uma ambulância da empresa Rede Vida, que estava baseada na unidade para um campeonato esportivo na comunidade. Depois, eles levaram o bandido, gerente do tráfico da Cruzada São Sebastião, no Leblon, para a Penha, com ferimentos no rosto e nas pernas. Interceptada, a ambulância foi levada à 15ª DP, onde a farsa foi descoberta. Contra Jonathan, havia um mandado de prisão da 14ª DP (Leblon).

13 comentários:

  1. Estamos vivenciando uma CLEPTOCRACIA.
    Nem com organismos de fiscalização e repressão Federais, podemos contar.
    TÁ TUDO DOMINADO!!!!!!!!!!
    TEMOS QUE TIRAR A BUNDA DA POLTRONA!!!!!!

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  2. BLOG DO GAROTINHO
    22/08/2010 12:19
    O Rio sitiado de Cabral

    Não foi por falta de aviso. Várias vezes eu denunciei, aqui no blog, que Cabral e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame tinham proibido operações na Rocinha, onde inclusive fecharam um acordo político com o vereador recém-falecido Claudinho da Academia, ligado ao traficante Nem.

    Mostrei aqui no blog, a indignação de policiais que no ano passado durante uma festa de aniversário de Nem, que durou 3 dias, estavam a postos embaixo da Rocinha para tentar prendê-lo, mas foram proibidos por Beltrame, sob alegação de que havia artistas, jogadores de futebol e pessoas conhecidas na festa do bandido.

    A Rocinha, para não prejudicar as obras do PAC virou território livre da facção Amigos dos Amigos (ADA). O resultado dessa relação incestuosa com a bandidagem, dessa omissão deliberada, com intenções eleitoreiras está aí.

    Um hotel invadido por bandidos. Uma mulher morta, pessoas feridas e o traficante Nem continua rindo da sociedade. Chega da farsa de pacificação, o Rio de Cabral está sitiado.

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

    PRECISA ESCREVER MAIS ALGUMA COISA??????

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  3. É isso ai pessoal vamos nos unir.
    SEM PEC SEM DILMA
    FORA Michel Temmer,
    FORA Vacarezza,
    FORA SERGIO CABRAL,
    FORA Piccianni,
    FORA Cel PAUL,
    FORA Cel Jairo,
    FORA Wagner Montes,

    Nenhum destes Bostas Fizeram nada pelos PMs, BMs e PCs

    Em Outubro vamos dar o TROCO
    FORA CANALHAS

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  4. Ricardo,

    Não devemos nos esquecer que Gabeira e Cesar Maia foram vítimas do tráfico na cidade de Macaé, nesta mesma semana que aconteceu isso em São Conrado.

    É violência pra todo lado!

    -

    Se podussemos colocar uma trilha sonora neste governo do Sergio Cabral, a música seria: UQE PAÍS É ESTE?

    -

    Nas favelas, no senado
    Sujeira pra todo lado
    Ninguém respeita a constituição
    Mas todos acreditam no futuro da nação
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
    Na Baixada Fluminense
    Mato Grosso, nas Gerais e no
    Nordeste tudo em paz
    Na morte eu descanso, mas o
    Sangue anda solto
    Manchando os papéis, documentos fiéis
    Ao descanso do patrão
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    Terceiro mundo, se for
    Piada no exterior
    Mas o Brasil vai ficar rico
    Vamos faturar um milhão
    Quando vendermos todas as almas
    Dos nossos índios num leilão
    Que país é esse?
    Que país é esse?
    Que país é esse?

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  5. RIO - Candidato a deputado estadual pelo PRB, o presidente da associação de moradores do Morro do Vidigal, o pernambucano de Garanhões José Valdir, Cavalcanti, o Zé do Rádio, disse na manhã deste domingo, que o traficante Nem, da Rocinha, vem pedindo, há dois meses, um encontro para conversar.

    - Ele me chamou várias vezes para conversar e eu não fui. Eu não tenho nada para falar com este vagabundo. Ele vem me chamando e eu não apareço. Imagina se eu vou falar com bandido. Perco a eleição. Estou envolvido com os moradores do Vidigal. Não vou tirar foto ao lado desse criminoso - disse Zé do Rádio.

    Segundo ele, Nem esteve no Vidigal na festa de sexta-feira para tentar um encontro.

    - Não fui. Ele ficou revoltado porque eu venho tentando acabar com aquele festa, que é feita em plena rua, com caixas de som. A festa junina é tradicional. Essa, os moradores condenam. Eu sei que ele botou um traficante lá no Vidigal, chamado Delei. O Nem pensa que eu tenho que pedir autorização para me candidatar - disse.

    Zé do Rádio esclareceu, que o traficante Nem está revoltado com ele porque não pediu autorização.

    - Lá na Rocinha todo mundo tem que pedir autorização para alguma coisa. Eu não peço nada a bandido. Ele está me acusando de ter dedurado ele. É mentira. Ele está com raiva porque eu não fui na favela na noite de sexta-feira - disse Zé do Rádio, que atualmente está morando no Recreio dos Bandeirantes. Ele é casado e tem três filhos, todos residente na Rocinha.

    - Ele não vai me achar nunca. Deixa ele comigo - finalizou.

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  6. Tu é fraco Ricardo, foi para o DEM!!???? huahuahuahua... cade a credibilidade que voce cobra dos políticos? Ta apoiando o Gabeira!? Vendido... Daqui a pouco vai apoiar o Cabral... francamente perdeu meu respeito.

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  7. Quando a pessoa não tem o que falar é melhor calar a boca,quem negociou com os traficantes foi o próprio governador que se prontificou a troca dos refens por ele.e com essa atitude fez com que os traficantes ficassem comovido com o ato de bravura e acabaram se entregando.

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  8. Cesar Luiz Vicente Junior - Nova Iguaçu23 de agosto de 2010 13:51

    Marlom, mais um IP clonado, de puxassaco de Cabral.
    Só que dessa vez, a viagem foi mais longe do que eu imaginava...

    "quem negociou com os traficantes foi o próprio governador que se prontificou a troca dos refens por ele.e com essa atitude fez com que os traficantes ficassem comovido com o ato de bravura e acabaram se entregando."

    AUAHUAHAUHUAHUAHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHAUHUAHUAH

    Pára de tomar chá de fita meu filho!!!!

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  9. Blog do Garotinho:
    23/08/2010 08:08
    Os amigos ocultos de Cabral na Rocinha

    Dois fatos precisam ser bem destacados nesse caso da invasão do Hotel Intercontinental, em São Conrado, que mostram as relações incestuosas de Cabral com o tráfico da Rocinha.

    Em primeiro lugar é bom que fique claro que o confronto com os traficantes só aconteceu porque um grupo de policiais militares tentou prender o “chefe” da Rocinha”, o tal Nem, que estava numa festa no Vidigal, como mostra a notícia de O Globo, sem autorização do secretário José Mariano Beltrame. Por que a polícia não tinha autorização para prender o traficante Nem? Ele é intocável? Ele é “amigo oculto” de Cabral?

    O outro fato importante, como mostra a manchete acima, é a forma como foi negociada a rendição dos bandidos que invadiram o Hotel Intercontinental. Um homem conhecido como Feijão, que responde por tráfico e associação com o traficante Nem, cujo irmão é o braço-direito do bandido, que preside uma associação de moradores da Rocinha entra no hotel, conversa com os bandidos, eles aceitam se entregar imediatamente, sai do local dizendo que está tudo resolvido e a polícia nem o interroga.

    É no nome desse Feijão que estão as duas empresas usadas por Nem para “lavar” o dinheiro do traficante Nem. A polícia toda sabe disso. Policiais comentavam ontem, que Feijão levou aos traficantes a ordem de Nem que era para se entregarem.

    O que nenhum jornal terá coragem de mostrar é que por trás da ordem de Nem, havia um acerto oculto. O bandido foi avisado que se o caso não se resolvesse rapidamente, de forma a trazer menos prejuízos eleitorais a Cabral, a polícia iria entrar pra valer na Rocinha.

    De olho nos votos da Rocinha, Cabral, Pezão e o recém-falecido vereador Claudinho da Academia, que antes de morrer respondia inquérito por associação com o traficante Nem fecharam um acordo para a polícia não incomodar o tráfico da Rocinha.

    Existem duas versões para a operação dos policiais militares à revelia de Cabral e Beltrame. Uma que estariam revoltados por serem obrigados a deixar Nem em paz. Outra que pretenderiam seqüestrá-lo para exigir resgate. Seja qual for a versão, por trás de tudo, a grande verdade é que “a guerra de São Conrado” deixa exposta a “amizade oculta” entre o governo Cabral e o tráfico da Rocinha.

    Essa é a tal paz que Cabral tanto propaga. Deixa em paz o traficante Nem, da Rocinha, o Comando Vermelho, no Complexo do Alemão e as milícias na Zona Oeste. Chega de hipocrisia. As vísceras desses acordos espúrios estão à vista de todos. Só não vê quem não quer.

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  10. Blog
    Reinaldo Azevedo
    Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

    23/08/2010 às 5:25
    A “polícia pacificadora” de Cabral prende bandidos ou só os convida a mudar de método sem mudar de ramo?

    A invasão do Hotel Intercontinental, no Rio, sábado, por um bando pertencente à facção Amigos dos Amigos (ADA) poderia contribuir para a imprensa brasileira, a carioca em especial, ligar o desconfiômetro — se é que há interesse em fazê-lo. A que me refiro? Há algum tempo já, ando intrigado com o fenômeno da “Polícia Pacificadora” do governador Sérgio Cabral (PMDB), que tem servido para Dilma Rousseff exaltar o “modelo de segurança pública” adotado no Rio. Modelo?

    Um verdadeiro milagre está se operando. Os bandidos, segundo estou entendendo, desaparecem, evaporam — ou, então, convencidos subitamente de que o crime não compensa, mudam de vida, vão fazer outra coisa, decidem ganhar a vida honestamente. Vejam como é fabulosa a fórmula Cabral: uma “comunidade” — como se gosta de dizer por lá — é assombrada pelo narcotráfico, é sua refém. Aí o governador decide instalar no local uma unidade da “Polícia Pacificadora”. E os bandidos? Somem dali. Sei. E vão para onde? Alguém dirá: “Ora, Reinaldo, eles se refugiam onde ainda não existem as tais unidades”. Certo. Entendo que Cabral, um amigo do povo, vai querer estender essa forma de policiamento às demais “comunidades”.

    E os bandidos? Parece que, no limite, teriam de sair do Rio de Janeiro, né? Por que escrevo isso? Porque Cabral anuncia que o governo vai retomando o território, mas ninguém é preso. Não é fabuloso? Um grupo da turma que invadiu o hotel acabou capturada. Explica-se: ainda não eram bandidos “pacificados”. Em outros tempos, naquele outro Brasil em que, como diriam certos especialistas neolulistas, a “imprensa ainda não gostava do governo”, essas unidades “pacificadoras” estariam sob investigação jornalística. Não agora! Nos dias que correm, elas estão sob a adulação jornalística.

    Tenho certo receio — não é acusação, não; é receio mesmo, ditado pela lógica — de que essa política de segurança pública consista em uma espécie de pacto com os donos do morro, de sorte que ninguém atrapalhe ninguém: os bandidos deixam a polícia fazer o seu trabalho, impedindo os pequenos crimes dos pés-de-chinelo, e a polícia deixa os “donos do poder local” atuarem livremente no seu ramo de comércio, desde que não haja demonstração ostensiva de armas. E, assim, ficam todos pacificados.

    Da forma como as coisas estão, Cabral anuncia à imprensa ter descoberto a quadratura do círculo e recebe aplausos. Sem essa! Ou ele apresenta quem foi em cana ou apresenta os ex-bandidos regenerados e convertidos às nobres causas da cidadania. Hoje, no máximo possível da boa-vontade com a política de segurança do governador do Rio, a gente seria obrigado a concluir que os bandidos que estavam nas áreas agora “pacificados” só mudaram de endereço.

    Como norte geral, este escriba tem a certeza de que há uma importante diferença entre “pacificar uma comunidade” combatendo o narcotráfico e prendendo seus agentes e “pacificar a comunidade” convidando aqueles patriotas a mudar de métodos sem mudar de ramo de atividade. Mais ou menos como Lula fez com as Farc — quando sugeriu que elas disputem eleições. Sobre o pó, ele não falou nada.

    Mas isso ficará para o tempo em que o jornalismo estiver empenhado de novo em buscar notícia, não em “construir um novo Brasil”…

    Por Reinaldo Azevedo

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  11. E O CONTRATO DAS UPAs, AQUELE GUARDADO À SETE CHAVES?
    O SR. SECRETÁRIO DE SAÚDE, JÁ CUMPRIU A DETERMINAÇÃO JUDICIAL DE APRESENTÁ-LO????
    OU CONTINUA CAGANDO MOLE PRO JUDICIÁRIO!!!!!!!!!

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  12. Com o que se espanta o Sr. Ricardo Gama ?

    Política é a arte da negociação.

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  13. ALO RICARDO GAMA, HOJE TEVE UMA GRANDE REUNIÃO NA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO VIDIGAL QUE É AINDA DOMINADA PELO TRAFICO, QUEM BOTOU O ATUAL PRESIDENTE LÁ FOI O NEM JUNTO COM CLAUDINHO E O LEO PRESIDENTE ATUAL DA ASSOCIAÇÃO DA ROCINHA, LÉO ERA O BRAÇO ESQUERDO DO NEM CLAUDINHO ERA O DIREITO E O SR DELEY É O NEM EM PESSOA NO VIDIGAL, EXISTEM NAQUELA COMUNIDADE UMA VERDADEIRA ORGANISAÇÃO PARA CONTINUAR INJETANDO DINHEIRO NA VIDA DO ENTÃO PRESO NEM, POR FAVOR DIVULGUE AÍ QUE O VIDIGAL PEDE SOCORRO O DELEY ATUAL PRESIDENTE É CAPAS ATÉ DE MATAR ALGUEM POR CAUSA DO SEU CARGO DE PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO VIDIGAL, ELE PARA ENTRAR E SER PRESIDENTE JUNTOU UMAS 100 PESSOAS PARA RECEBER CESTAS BASICAS E QUEM PEGAVA A SESTA TINHA QUE ASSINAR UMA FOLHA EM BRANCO QUE POSTERIORMENTE FOI ANEXADA EM UMA ATA DE REUNIÃO EXTRAORDINARIA PARA ELEGER O SR DELEY COMO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO JÁ QUE O ZÉ VALDIR TINHA SIDO EXPULSO DA COMUNIDADE, OUTRO QUE JÁ FOI TARDE 2 LADROES
    VAMOS DIVULGAR ISSO VIDIGAL AINDA ESTÁ NAS MÃOS DO TRÁFICO

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