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O Hospital Leila Diniz agoniza, e quem sofre e morre é o povo.
Por exemplo, a maca usada para fazer parto não funciona e toda vez que o médico usa, precisa ficar de joelho, porque ela não sobe nem desce.
Sem dizer outros graves problemas, tais como:
- faltam 32 pediatras, 23 obstetras, enfermeiros, radiologistas, anestesistas, psiquiatras e fisioterapeutas.
- os plantões contam com apenas dois médicos que se dividem entre salas de parto, 70 leitos comuns, cinco de UTI Neonatal e 15 de Unidade Intermediária (UI), sendo que como as equipes estão incompletas, os bebês e as mães correm risco de vida, pois o atendimento fica muito comprometido, disse um funcionário.
- outro problema é o horário da farmácia, que por falta de funcionários fecha às 17h.
É um total abandono e descaso, e o nosso Prefeito Eduardo Paes com o seu bosta de "choque de ordem", só sabe perseguir pobre e trabalhador !!!
Por que Eduardo Paes não olha para o seu rabo, e dá um bom choque de ordem nos hospitais municipais ???
O povo ia agradecer.
Rio - Médicos têm realizado partos ajoelhados na Maternidade Municipal Leila Diniz, em Jacarepaguá, conforme constatou o Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj). Segundo o órgão, a maca usada nos partos não funciona adequadamente. O conselho, que realizou vistorias nas maternidades públicas do Rio, encontrou ainda falta de profissionais e superlotação de pacientes. “A maca usada para fazer parto não funciona e toda vez que o médico usa, precisa ficar de joelho, porque ela não sobe nem desce. As macas são novas, têm esse dispositivo, mas não estão funcionando pela forma com foram instaladas”, alerta Pablo Queimadelos, coordenador da Comissão de Saúde Pública do Cremerj.
Segundo o conselho, na Maternidade Praça XV, também do município, faltam 32 pediatras, 23 obstetras, enfermeiros, radiologistas, anestesistas, psiquiatras e fisioterapeutas. Os plantões contam com apenas dois médicos que se dividem entre salas de parto, 70 leitos comuns, cinco de UTI Neonatal e 15 de Unidade Intermediária (UI). “As equipes estão incompletas e os bebês e as mães correm risco de vida, pois o atendimento fica muito comprometido”, diz Pablo.