Vídeo feito por Ricardo Gama dia 08/10/2009 às 13:00 antes do povo se revoltar na Central do Brasil.
Vídeo feito por Ricardo Gama dia 08/10/2009 às 18:10 horas depois do povo se revoltar na Central do Brasil.
Um dia depois do povo se revoltar contra a SuperVia e colocarem fogo nos trens, a população mais uma vez se rebela agora na Central do Brasil.
Em resposta ao desespero dos trabalhadores que não conseguem voltar para as suas casas depois do trabalho, o Governador Sérgio Cabral manda jogar bomba e agredir o povo.
O povo sofre, é maltratado, toma chicotada da SuperVia, e o Governador Sérgio Cabral só sabe ofender os trabalhadores de vândalos, e mandar bomba e pancada !!!
Esse Governo do Cabral perdeu o rumo, o sentido, a noção, Sérgio Cabral não sabe mais distinguir o que é certo ou errado, até em jatinho de empresário anda viajando em missões oficiais.
O certo é que o povo não aguenta mais o transporte público do Rio de Janeiro, e que o Governador Sérgio Cabral é um incompetente, nem para síndico serve.
Vídeo feito por Ricardo Gama dia 08/10/2009 às 18:10 horas depois do povo se revoltar na Central do Brasil.
Um dia depois do povo se revoltar contra a SuperVia e colocarem fogo nos trens, a população mais uma vez se rebela agora na Central do Brasil.
Em resposta ao desespero dos trabalhadores que não conseguem voltar para as suas casas depois do trabalho, o Governador Sérgio Cabral manda jogar bomba e agredir o povo.
O povo sofre, é maltratado, toma chicotada da SuperVia, e o Governador Sérgio Cabral só sabe ofender os trabalhadores de vândalos, e mandar bomba e pancada !!!
Esse Governo do Cabral perdeu o rumo, o sentido, a noção, Sérgio Cabral não sabe mais distinguir o que é certo ou errado, até em jatinho de empresário anda viajando em missões oficiais.
O certo é que o povo não aguenta mais o transporte público do Rio de Janeiro, e que o Governador Sérgio Cabral é um incompetente, nem para síndico serve.
Vejam a matéria do Jornal o Dia.
Rio - Um dia depois de uma pane no trem que chegava a estação de Nilópolis, no ramal de Japeri, na Baixada Fluminense, uma outra composição da Supervia apresentou problemas na tarde desta quinta-feira, desta vez na Central do Brasil. Com isso, novos tumultos foram registrados e a estação chegou a ficar fechada por 40 minutos.
A companhia informou ainda que o tumulto começou quando um trem vazio que chegava à Estação Central do Brasil teve o pantógrafo (equipamento que faz a ligação do trem com a rede elétrica) danificado às 16h06, após a rede elétrica ter sido atingida por um objeto.
Este problema resultou em um desarme de energia no pátio da Central do Brasil que impossibilitou a saída de trens da estação. Com isso, as composições ficaram por cerca de 30 minutos partindo da estação de São Cristóvão. A SuperVia iniciou a devolução em espécie do valor das passagens aos que foram prejudicados. Nesse momento, houve um princípio de tumulto na Central do Brasil e a SuperVia chamou a Polícia Militar, que fechou a estação para entrada de mais passageiros. A estação Central do Brasil foi reaberta às 16h40min para desembarque e, às 17h40, para embarque.
Rio - Um dia depois de uma pane no trem que chegava a estação de Nilópolis, no ramal de Japeri, na Baixada Fluminense, uma outra composição da Supervia apresentou problemas na tarde desta quinta-feira, desta vez na Central do Brasil. Com isso, novos tumultos foram registrados e a estação chegou a ficar fechada por 40 minutos.
Por conta do novo incidente, a Avenida Presidente Vargas, sentido Zona Norte, está completamente congestionada. O reflexo do engarrafamento já chega no Aterro do Flamengo. Motoristas devem evitar o local.
Um trem que chegava vazio na Central do Brasil, pouco antes das 16 horas, apresentou problemas, afetando o cronograma de partidas na estação. Em decorrência da pane, os trens partiram apenas da estação de São Cristóvão, na Zona Norte, até as 16h40, quando a Supervia informou que técnicos solucionaram o problema.
A Polícia Militar atuou com energia para conter os passageiros na Central do Brasil | Foto: Andre Luis Melo | Agência O Dia
Houve tumulto na Central do Brasil. Por volta de 16h40, o batalhão de Choque da Polícia Militar chegou ao local e teve de usar bombas de efeito moral e gás de pimenta para que os manifestantes se acalmassem. Cerca de 50 homens do 5º BPM (Praça da Harmonia) e 35 do Batalhão de Choque reforçaram o policiamento. Os policiais começaram a deixar o local por volta de 19 horas.
Manifestantes afirmaram que a Supervia não devolveu o dinheiro da passagem e os funcionários usaram de extrema violência na estação da Central. As lojas da estação tiveram de ser fechadas. Houve tentativa de depredação dos quiosques localizados na parte de fora da Central."Não houve excesso dos PMs e sim medidas para controlar a turba (tumulto)", disse o comandante do 5º BPM, coronel Carlos Henrique Alves.
De acordo com nota da SuperVia, a circulação de trens a partir da Central do Brasil foi normalizada às 18h40 em todos os ramais. Apenas Belford Roxo e Saracuruna operam com atrasos.
A companhia informou ainda que o tumulto começou quando um trem vazio que chegava à Estação Central do Brasil teve o pantógrafo (equipamento que faz a ligação do trem com a rede elétrica) danificado às 16h06, após a rede elétrica ter sido atingida por um objeto.
Este problema resultou em um desarme de energia no pátio da Central do Brasil que impossibilitou a saída de trens da estação. Com isso, as composições ficaram por cerca de 30 minutos partindo da estação de São Cristóvão. A SuperVia iniciou a devolução em espécie do valor das passagens aos que foram prejudicados. Nesse momento, houve um princípio de tumulto na Central do Brasil e a SuperVia chamou a Polícia Militar, que fechou a estação para entrada de mais passageiros. A estação Central do Brasil foi reaberta às 16h40min para desembarque e, às 17h40, para embarque.
Metrô suspende temprariamente a venda de bilhetes de integração
Até o momento, cinco pessoas ficaram feridas - quatro sufocadas pelo gás de pimenta e uma atingida por uma bala de borracha, entre elas uma funcionária da Supervia - e foram levadas para o Hospital Souza Aguiar. Bruno Santos Vieira, de 20 anos, estava indo para Japeri, passou mal e foi atendido no local. Cadeiras, mesas e lixeiras foram viradas e uma equipe da TV Brasil teve uma câmera apreendida por funcionários da empresa.
A pane nos trens provocou novo tumulto, desta vez na Central do Brasil | Foto: Andre Luiz
Melo / Agência O Dia
Para tornar a situação ainda mais difícil para os passageiros, o ramal de Saracuruna parou de funcionar por causa de um problema operacional. Os passageiros tiveram que utilizar o ramal de Belford Roxo e fazer baldeação para a estação de Triagem.
O metrô chegou a suspender, temporariamente, a venda de bilhetes da integração com a Supervia. A concessionária que administra os trens subterrâneos permitiu somente o embarque gratuito dos passageiros que já tinham o tíquete e desembarcaram do metrô para pegar o trem. A estação do Estácio apresentou fluxo maior de pessoas.Barcas também atrasam
Por causa de uma manobra em uma plataforma na saída do estaleiro, duas catamarães e um barca tradicional ficaram retidos, nesta tarde e, com isso, provocaram atrasos de até 40 minutos na travessia Rio-Niterói e vice-versa.Segundo a assessoria da empresa Barcas S/A, não houve tumulto porque os funcionários informaram repetidamente no serviço de alto-falante sobre o atrasos tanto na estação do Rio como na de Niterói.




