Só agora, dia 09/09/2009, às 17:56 horas, tive tempo para escrever algo sobre a tragédia patrocinada por este Governador sobre os professores do Rio de Janeiro no dia de ontem.
Muito me lembro dos meus pais que eram professores, meu pai de portugês e minha mãe de história, ambos com matrículas no município e no estado, ambos infelizmente já falecidos.
Meu pai com salário de professor (duas matrículas) conseguiu comprar uma boa casa na Ilha do Governador, e três apartamentos em quase 30 anos de trabalho, eram outros anos muito diferentes, não tínhamos ainda os Sérgios Cabrais.
Hoje um professor do estado, pode trabalhar 100 anos e nunca conseguirá sequer comprar um kitinete, isso é muito triste.
Pior do que não receber dignamente, é o professor ser tratado como lixo, como bandido por este Governdo Facista do Sr. Sérgio Cabral, que determina e autoriza o uso de força policial contra os professores.
Inacreditável, são professores !!!
Quem não se lembra dos seus professores, quem não se lembra das "tias" das escolas ?
É triste, é lamentável, é chocante, mas é real, é o Rio de Janeiro de Sérgio Cabral !!!
O pior, este cafajeste do Sergio Cabral mentiu quando candidato, mandou cartinhas para os professores com 1001 promessas, e nenhuma delas cumpridas, isso é uma vergonha, e isso é crime.
Eu estava lá, tomei gás de pimenta na cara, e sou testemunha, em nenhum momento os professores usaram da força, ou fizeram qualquer ato que justificasse a covardia que sofreram pos este governo.
Os professores apenas estavam exercendo um direito que lhe é garantido pela Constituição Federal de 1988, o direito de reunião, o direito de se expressar, e de se manifestarem.
Este Governo facista do Sérgio Cabral nos faz lembrar de Hitler que tentou exterminar todos que não aceitavam as suas idéias.
O povo tem o direito de se manifestar, o direito de constestar, e de não aceitar, e o governante tem que saber lidar com isso, se quisermos viver em um estado democrático de direito.
Infelizmente, este que se diz um governador, não sabe lidar, e respeitar tais direitos fundamentais de um cidadão.
Muito triste, que sirva de lição para todos nós.
Aprender sim, todo dia é uma nova lição, mas DESISTIR JAMAIS.
AVANTE PROFESSORES, LUTEM POR SEUS IDEAIS.
Matéria do Jornal do Brasil on Line
Professores em greve enfrentam a polícia
Caio de Menezes, Jornal do Brasil
Rio - As escadarias da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e parte da Avenida 1º de Março viraram terça-feira um campo de batalha. De um lado, a Polícia Militar e o Batalhão de Choque; do outro, professores que faziam manifestação por melhores salários e plano de carreira.
O tumulto teve início quando, durante a concentração dos manifestantes, um deles teria desacatado um Guarda Municipal. PMs tentaram prender o homem, identificado como “Paulão”, mas foram impedidos pelos colegas do acusado. Acuado pela multidão, um dos policiais sacou a arma. Outros usaram gases e bombas de efeito moral. Em seguida, entrou em ação a tropa de choque, que, com balas de borracha e mais bombas, controlou a situação. O homem foi detido e encaminhado à 5ª DP (Mem de Sá). A operação policial foi coordenada pela comandante do 13º batalhão, tenente-coronel Edite Bonfadine.
De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), oito pessoas foram feridas durante o confronto, sendo quatro alunos e dois professores da rede estadual, além de dois fotógrafos que faziam a cobertura da manifestação. A Alerj informou que fez dez atendimentos em seu centro médico e que cinco professores foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, feridos por estilhaços.
Durante a confusão, alguns deputados tentaram impedir que o conflito continuasse, “no sentido de não tratar os manifestantes com violência”, como disse Luis Paulo Correa da Rocha (PSDB).
O deputado Rodrigo Dantas (DEM), abordou a atuação da Polícia Militar.
– Não imaginava que, em plena democracia, a PM iria soltar bomba em cima de professores. O que aconteceu aqui foi uma covardia.
Para uma das diretoras do Sepe, Gesa Correa, a atuação da Polícia Militar, reflete “a forma como o (governador) Sérgio Cabral trata a Educação no Rio”.
– Não havia necessidade dessa confusão. Essa é a intransigência desse governo. Viemos acompanhar a votação, e fomos tratados desta forma.
Projeto do governo
O que motivou a manifestação foi a votação do projeto de lei 2474, entregue pelo governador Sérgio Cabral. Aprovado terça-feira pela Alerj com quatro emendas e na forma de um substitutivo, o texto determina que, a partir de outubro, a gratificação Nova Escola seja incorporada gradativamente, até 2015, aos vencimentos dos professores. O governo cedeu ao dar um aumento de 12% para o profissional que muda de nível no plano de carreira, uma das principais reivindicações dos professores. A proposta original previa reajuste de 7,5%.
O secretário de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Barbosa, explicou que “o novo projeto representará um enorme esforço fiscal e orçamentário, com impacto adicional de R$ 1,5 bilhão sobre a proposta anterior”. Ao fim de seis anos, a incorporação da gratificação Nova Escola será um investimento de R$ 5,2 bilhões, e os servidores beneficiados receberão um aumento de 57%. Ele acrescentou ainda que 95 mil servidores ativos e inativos (que atualmente não são beneficiados pela gratificação) passarão a receber e, além disso, todos terão esses valores garantidos na aposentadoria.
Durante a confusão, a Avenida 1º de Março chegou a ser fechada durante 40 minutos ao tráfego, e o trânsito ficou muito complicado no Centro do Rio.
Posição da secretaria
A Secretaria de Estado de Educação informou que “aproximadamente 6% dos professores da rede de ensino paralisaram terça-feira suas atividades, sendo que o maior índice se concentrou na região metropolitana”. Segundo a secretaria, “cada escola tem autonomia para definir o calendário de reposição dessas aulas, considerando que não deve ultrapassar o dia 23 de dezembro. Cada escola deverá se comunicar com a respectiva coordenadoria regional para informar o calendário de reposição”. Foi dito ainda, que “os faltosos terão o dia da falta descontado de seus vencimentos”.
Matéria do Jornal O Globo on line
IO - O Batalhão de Choque utilizou três bombas de efeito moral para dispersar manifestação de cerca de mil professores e profissionais de educação em frente à Alerj, na tarde desta terça-feira. Um diretor do sindicato dos professores (Sepe) foi detido e oito pessoas ficaram feridas com balas de borracha e estilhaços de bomba de gás lacrimogêneo. Quatro vítimas foram levadas para o Hospital Souza Aguiar, um deles, de ambulância. Os outros quatro foram atendidos no posto médico da Alerj. Deputados e secretários estaduais votam neste momento o projeto de lei que incorpora a gratificação do Nova Escola ao salário dos professores . (Veja imagens da manifestação de professores em frente à Alerj)
O protesto que incorpora o Nova Escola aos salários dos professores em até seis anos deve ser votada ainda nesta terça-feira. Os professores reivindicam a manutenção do aumento de 12% na mudança de nível do plano de carreira dos professores. O estado quer reduzir para 7,5%. Em reunião antes da votação, os deputados decidiram ceder aos protestos e manter os 12%.
Segundo o Blog do Servidor, do Extra, a confusão começou quando os policiais tentaram tirar uma faixa que simulava o painel de votação da Alerj.
De acordo com o Sepe, o tumulto aconteceu na chegada da passeata às escadarias da Alerj, quando a polícia militar utilizou de força excessiva para desocupar a rua e cortar o som do carro de som utilizado pelos manifestantes. Ainda segundo o sindicato, quando os manifestantes já estavam deixando a rua para ocupar as escadarias, o comando do policiamento deu ordem para que os policiais avançassem sobre os profissionais de educação e tomassem o carro de som.
O fotógrafo do EXTRA Marcelo Franco também foi atingido pelos estilhaços das bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela PM. A Guarda Municipal deteve um professor por desacato à autoridade. O detido foi levado para a 5ª DP. Alguns deputados chegaram a sair à rua para tentar acalmar os ânimos. O Batalhão de Choque se retirou por volta das 17h, mas a Polícia Militar continua acompanhando de perto a manifestação.
Em nota, o Sepe lamentou que a polícia do Rio "tenha atacado trabalhadores" e informou que a passeata foi previamente comunicada às autoridades competentes.
A Avenida 1º de Março chegou a ser fechada durante 40 minutos ao tráfego, e o trânsito ficou muito complicado no Centro do Rio, com os carros sendo desviados pela Ladeira da Misericórdia, por volta das 14h30. No início da noite desta terça-feira, o trânsito voltou a ficar complicado na via.
Com cartazes, bandeiras e um carro de som, duas faixas da esquerda da Rio Branco foram interditadas ao tráfego, que ficou lento no local. Houve retenções também na Avenida Presidente Vargas para quem segue em direção à Candelária.
O secretário da Casa Civil, Regis Fichtner, o secretário estadual de Governo Wilson Carlos e o secretário estadual de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa chegaram a se reunir com os líderes da manifestação, para chegar a um acordo antes do tema ser levado à votação em plenário.
Os manifestantes pretendem acompanhar nas escadarias da Alerj a votação do projeto de lei 2474, do governador Sérgio Cabral, que altera o plano de carreira da educação estadual e propõe a incorporação da gratificação do Nova Escola em seis anos, o que os profissionais de educação não aceitam. Ao final da votação na Alerj, a categoria fará uma assembleia geral nas escadarias para discutir o andamento das negociações e avaliar a continuidade da greve, que começou nesta terça-feira e é por tempo indeterminado.
Por causa da manifestação, Sérgio Cabral teve que faltar a um almoço na Associação Comercial do Rio, onde ele seria homenageado pela defesa que tem feito quantos às destinações dos benefícios da exploração do pré-sal. De acordo com o anfitrião, José Luiz Alquérez, Cabral não compareceu por estar negociando com os professores estaduais.
Jornal o Dia on line
Manifestação de professores termina com 11 feridos na Alerj
POR RICARDO VILLA VERDE, RIO DE JANEIRO
Rio - Três dos manifestantes feridos em confronto com a Polícia Militar, em frente à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na tarde desta segunda-feira, foram transferidos para o Hospital Souza Aguiar, no Centro. No total, 11 pessoas ficaram feridas durante confronto com a PM, que utilizou bombas de efeito moral e balas de borracha contra os manifestantes.
>> FOTOGALERIA: Confusão em frente a Alerj, no Centro do Rio
Dos feridos, oito foram atendidos no posto de saúda da Alerj e três foram direto para o hospital. Assim, são seis pessoas hospitalizadas por conta do confronto. A manifestação reúne cerca de 3 mil pessoas. Uma pessoa foi presa.
O grupo de professores está manifestando contra a proposta do governo do Estado que incorpora o 'Nova Escola', programa educacional, aos salários do magistério. A proposta deve ser votada ainda nesta terça-feira pelos deputados.
Líderes partidários continuam reunidos na sala da presidência da Alerj para tentar chegar a um acordo e votar proposta de incorporação do Nova Escola ao salário do magistério. O governo apresentou uma contra proposta e mantém a diferença de 12% entre os níveis salariais da categoria. Esta era a principal reivindicação dos professores.
Os servidores da Educação saíram da Candelária e seguiram pela Avenida pela Rio Branco até chegarem às escadarias do Palácio Tiradentes.


Parabens, pelo trabalho de utilidade, viniciuscsg@msn.com Diretor de Imprensa e Cominicção SEPE - Nucleo Queimados.
ResponderExcluirServir e proteger, esse é o lema da polícia em qualquer lugar (civilizado) do mundo.
ResponderExcluirComo policial militar sinto-me envergonhado com essas cenas.
O GOVERNO DO SR SERGIO CABRAL SE PERDEU DE VEZ... A PMERJ TENTA JUSTIFICAR A CAGADA DE HOJE... DEFINITIVAMENTE A DESORDEM IMPERA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO! UMA DAS IMAGENS QUE MAIS ME IMPRESSIONOU NA MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES NA PORTA DE ALERJ, FOI A DE UM POLICIAL APONTANDO SUA ARMA DE FOGO PARA UM MANIFESTANTE POR ELE ESTAR DESEMPENHANDO UM DIREITO DE SE MANIFESTAR, APARADO PELA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA! QUE DITADURA É ESSA?!! SERGIO CABRAL FILHO VOCÊ É UM LIXO HUMANO QUE ESTÁ DESTRUINDO COM O RIO DE JANEIRO!!!
ResponderExcluirhttp://1.bp.blogspot.com/_WhMPfj55AtQ/Sqb_a3VFn0I/AAAAAAAAOSQ/yNq65fI1C4g/s1600-h/28593117.jpg
ROUBARAM O ARMÁRIO E A FARDA DO TENENTE MELQUISEDEC NO GABINETE DO COMANDANTE GERAL.
ResponderExcluirCHAMEM O LADRÃO
CABRAL... O DITADOR... ABAIXO A DITADURA!!!!!! ABAIXO A DITADURA!!!!!!SR: PRESIDENTE LULA, A DITADURA VOLTOU A EXISTIR NO BRASIL E O SENHOR ESTÁ FECHANDO OS OLHOS, FORA CABRAL!!! FORA!!! FORA!!! FORA!!! FORA!!!
ResponderExcluirdaqui a 4 anos, vamos poder escolher o cafezinho...
ResponderExcluirSou estudante e não vejo um professor sequer o apoiando, muito pelo contrário. ELES ACABAM COM O SÉRGIO CABRAL, seria pelo fato de que o ''serginho'' vem colocando diversas normas que impedem os profissionais de trabalhar. CHEGA DE BUROCRACIA! CHEGA DE ROUBO! com o salário de um governador, NÃO SE DÁ PRA TER METADE DO BENS DESSE LADRÃO!
ResponderExcluirEU ACHO QUE TODOS OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DEVERIAM SER OBRIGADOS A SE TRATAR EM HOSPITAIS PÚBLICOS, E COLOCAR SEUS FILHOS EM ESCOLAS PÚBLICAS, PRINCIPALMENTE O GOVERNADOR!!
Fiquei espantado com tamanha covardia!
ResponderExcluirVale à pena postar este vídeo junto com o da professora de Rondônia.
O que você gravou é pior do que o que ela falou!